ao amanhecer parecem curtassvas asas
no ocaso do entardecer se estende
qval sombra ali e por aonde ainda passas...
e se transforma
e te transformas
nvma madrvgada
a
ser
e
a
ser em virtvde
e
nvma manhã fria
qve ao calor
mais simples
assim não se ilvde
nem se deixa de dizer
mergvlho na noite mais íntima
por fora apenas a dvras penas
o ser sev a transparecer
e transparencias mais de mil filigranas
de pratas das avgoas são nos dadas
e dessas mais de uma
sendo assim
adquire sva tonalidade
em sev nome
sva voz tev renome
em ecos primorosos a pintar
pela tva própria anima em ánimo
de a saber levar ali e aonde se qveira
ali e aonde faça bem falta ali e aonde
o mergvlho desse orgvlho
amor proprio se eleva e se levanta
risa fresca madrvgada avrora
alva e celeste nesta qve nos deste oh natvra oh mvsa amada
o ser em pelenitvde qve se mostra na noite mais alonjada
entr'os sonhos a bem trazer mile uma filigranas para de vida assim preencher para dar vida em cada uma das svas facetas fvgazes e as trazer mvndo a foraaté ali emais além aonde s ejam os sevs subtis trejeitos capazes.... de se ilvminar em tidese apreenderem a sssim - sem saber qve stando parados fluem smepre e desdetodos os lados quais lagos e lagoas lagos gelados sentimentos qve doas ao bem acalentar o alento sempre lento para os colocar um a um a se saber somar...
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