A DE E

mensagens dos corações mais amenos
- textos grandes em espaços pequenos...

quinta-feira, 30 de junho de 2016

NVM PEQVENO INTERAGIR .- ENTRE QVEM BEM CVIDE E QVEM BEM PERMANEÇA @' A SAL V' g @ V @ ' R d @ R

PELAS VEREDAS  INTIMAS INTERNAS QUANDO O ESPELHO SE APROXIMA DO SERE   SINA A SIM BEM OV VE E SABE ELEVA O PESO A DOÇVRA A SVA MAIS ÍNFIMA LVS E MAIS  PROFVNDA TREVA
ASSIM SENDO LEVADAS E DEPOIS DE SE CONGREGAR APENAS NVMA  NOVA
ESTRADA
E
APENAS
POR B E M
SER D E A M
A R A S
SIM


QVANDO SE  D ES
                    D
     I Z I A
     Q
      V
E  S   E T
R A  N
  S
      F
OR M A V A

 QVE  TRANSLVZIAM

- N A S E T
     A  P  A  S
@'
-  H
A V E R
@'

H
AVER
I A    A Q V
E M  @
 J
V D A R

AJV
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RIA

 SE
M SE
SA
B  E R S E
D  E S
T A P AR
SE SE
D ES
T
A P A V A
SE SE
   D
 E  I  X
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O SO
   M
DO
A R
 DO A D V
  ENTO

QVE BEM MAIS

SE  QVI
SE RA E
MENOS
MENOS
BEM
     S  E  P
ROC
V R A R A
A S
SIM
QVAL O SER
QVAL AO SER A
     C
        V
          I
       D
   A
R

QVANTAS
AS SVAS
         H
ON
      R
AD A S
     V I A
S
   S
E N         DO
 R E
E  R
 G
VIDAS

E
 Q
  V
    A
N  T A S A S

   VIDAS
  ASSIM
AO VEREM
ao serem
ao volt ar em
 a g e
r min a r


ainda em poiso
bem elevado aonde a terra se omite e amais alta pedra
dvra e ainda e se ergvendo segveo o sendo
assim bem menos bem se o mite

qvando aos cabelosdese o mar eqavdo sevs desvelos  as velas desse o ar
e qvando ao lvmen  bemsedessemos ares as vias as vidas qve se estabelecem
ora mais  bem se estabeleciam e entrias marés e o sev amar 
nos mais altos lvgaresainda se prendavam e non mais  sedespreendiam

esmor
es
ser
es
clamor

desse
eco
a
nascer

 desse
saber
ainda
entias
 linhas
 desse
 saber

 ainda
a ser se
re
c
on
h ecer

 d
  e
   s
    s
    @
    '
O
 l v
    m
     e
n
 e
  s
   p
 a
  d
   a

t v a e
  m
  I
  n h a
 qve plena
 delvsIdIa

 saberá
sempre
O ser
@ '
 n
  @s
    c e
    r o
r@' n a
s
c e n t
e ora
ponte

(...)

sexta-feira, 24 de junho de 2016

EL ES SAR ELIESHAR ALGO EM QVE MEDIAR AO MEDITAR E TRAZER SONHOS AO SABER NADAR E NAS AVGOAS EN VERSOS ASSIM AO CAMINHAR







afim ao sev fvdamento


desse assim a nascente
desse assim qval ainda
há em ti e em mim...
assim se desse...
na ave, qve também
se sabe @o sesvster
e   sendo svstentada
esteja ali e oande
ainda bemseja @'

poisar...por entrias...
veredas desses encantos...
antigos... antergos...
nos sevs recantos...
os sevs mais doces
laivos svstidos
doces esprantos

por o serem...
@'sim sendo...

renascidos
ora @'renascer
em  ao se svster
em ao bem...


 se entretecerem...
 ao bem se deixarem
nesse entardecer...
assim
no berço
ao verso
ao verem
-se as
sim

entre as
imagens
do passo
dado...
desde
esse
o
fvtvro
prendado

nesse
ser
sendo

o
presente

esse qve

ainda @'
@' de se
saber
ovvir
de se
saber
ser
e
assentir
ao sentido
ao sentiment
ao regressares
ao apelo a ess@'
@ mais ínfim@ porta

ao se
doar
assim
e
a trovar
ao ser
@' ser a se
portejar

ao ser
ao se levar

ao ser
em própria
id@'de por
tal em por
tal ora ai
e
assim - or
vir
tv
d
e
igval    iginal

assim ao ser
lento
ao relento
sendo assim em verso se relendo
assim  versos desde a nada @'o
ao bem nascerem ao mergvlharem
por entrias...estas svas...
tvas...nossas...minh@s...
@'s vossas...avgoas!
assim bem se dessem:
@' e de novo à vida!



des
   sa
     a
      vi
da de   sse
 s   ev  
           viver


assim cint i l a m
nessas lág r i m@'s

e
mais hajam avgoas...
a se op o r entrios...

nesses nossos...
nos vosssos...
rios conflvem:

nós flvídos...
sendas e seres
viventes sedes
              van
                 e
                  ces
sem e desde o mais cedo


se bem mais se
              per
  d
es sem os sendo
              sen
                ti
dos e ao sentido  o
                pri
me I r o logo assim
 a par
      e
       cem



qvais os brios e as coisas qv bem se deixam a trás
nossas acasas viventes ao seremos assim despojados ficam assim ternas e qventes
entre meias e amores
navegamos
nessas iavgoas vem a voltar e entrias espirais vagas
assim se elevam e descendem... sem se saberem notar:


nessas nossas sempre ternas
tão frágeis qvais bem imaginadas fossem
tão simples qve sendo - ador mecem e em simples
cantares doces sevs
pares
assim desde o cair do dia
ao sev  ergver asas qve
vem e vogam e poisam
ai aida aonde
a bom porto haja ainda
a fonte qve bem se desse
ao renascer~qve  vem se visse
nas sombras
dessa floresta e scvra
vma e ovtra vez  apassar
sem notar
ao ser se deixar
e ao se deixar
se levar
assim snedo levado
ao mais profvndo
do sev íntimo..
@' mais...
@' menos...
e ao tempo:
 a tempo
  d e s s e n o
   v
 o
   e s e m p r e
v I v o
 c
   @'
     n
       t
ar d e
e s
p  r
@ ' n t o

   e  r e p

ov s am e a m a m
qvais os castiçais
qvais nos corações

qvais nesses cÍrIos

e  vêlas e velas as
 s
  I
   m
    @
     
      '
        S
       r e
 @' c
        e
          n
d
 I
  d
       
    '
      @
        s


      as
   sim  q
        v a I s

rvbras prantas
qvais doiradas

lavras
aparecem
descidas
ascedem
e sendo se reacendem as pere«spectivas das frondosas  sombrasdas assombrosas formas
dos novos sonhos
a vida trazidos desde o mais profvdo a«do amor dessemar igoto
sem sem notar
ignorado
sem assim se  pensar
sem seqver se o vv ir
ir e re gresar
po sempre e desdeado a lado
na filigrana sopro vivente
nesse ser qve  vem e ama
assim sendo
qval seres já sendo
viventes
ao despertar
ao despertares

é e são
e soam
em ti
qvais bem são
qvais bem soam
se bem  se transformarem
se bem sendo  bem lavrados se  bem mais
sendo assim svstidos e entre fraternidades e seres doces
pares assim aos fvtos ao fvtvro
as semelhantes asas
qvais frondosas prosas
desses mergvlhos
fagvlhas  agvlhas desss pinhos ainda estando e desde essas  espiraladas forças sem forma
desses laivos de eventos
por vir a chegara ser
em si mesma slivre s elidas
pelas mais simples areias
desses tempos
assim qvais seres igvais
assim ase entrelaçarem qvais as  mais antigas
e bem ergvidas
colvnas vivas
assim a se  sopesarem assim sóe apenas
nessas  plvmas qve levas
assim a se eqvilibrarem


sedo  qvais vejas qvando por entre elas viajas
lvz de lvar transparecida sombra a svster e ao regressar sendo de novo
vestida em sombra de ser
e  cantar  desse alvorecer

e sendo asim bem a haver sem terem de ser  bem vistas apenas qvais  svspiros
qvais sonhos dessem já  frvto
assim
sev ledo cantar sva ledicia no  ar
assim sendo - idas leves e vivas
e sonhos dessas frondosas fontes dessas orlas de pérolas bem  ritmadas
desses olahres de sonho
qve velam as janelas mais bem amadas
sendas assim bem fechadas
vejas sem vendas asim ao em vogar
nesses   templos sem terem entrada
nesse tempo sem conta rodada

nesse sev alento
saber s er ao se saber inspirar
vma
ovtra vez
ao regressar
 avês

ao voltar assim bem esqveças
e ao permanecer
sem tempo
sem ter
em pressas

assim lá mais além igval se encontra algo
or@' "mais do qve algvém"
qvem vem e volta e bem seja
assim traz apormessa
a cabdeia ao entardecer o círio qve se levava
o testemvnho de vma tocha qve  parecendo
qve  bem se detrimanava a hora qve sendo extenaimansa hora de imensidão
nessa sobra sem nome
viajam seres qve se somem
e entrias
avgos
do sonhar - ohdoirado ser cria«nça sepre terna!
o cev oh cevs prateados
pela lvz mais serea e svtil
e o ser sendo cintilando
lado a lado o sopro das avgoas
 ovvido e non toldado

oh lvgar mais em  igval
qve  bem nos renova!
e ao transparecer
o SER aim sva
e sendo
transmvta em sva demora
e mais ao  fvdo se eleva
e se bem deixa esqvecer e
entrias mais svblimes
colvnas
e seres
tais qvais
pedestais:
assim bem
reqverer
o r @I sendo
e bem têm
reqverido



@o essencial...
@o existêncial...
@h!consciencia...
  amada
e sendo
a chamar
a chamada
  assim

vma
   e
    o
     v
      t
        r
          @
se bem e  '
   desde sempre

vem sendo
se revnindo

q
 v
  a
   l no eco
      s e r
 vnido

nvm fra
   g
 mento
no
  t
    e
     m
    p
     o
  ...
       s
  e m
p r e
@'  s e r
@'  p e r
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  e
    r
    n o

      o v  t r o

fragmento
...
n v m
m o m
e n t
  o

nvma
som
 b r a :
q  v e
   s e a
l o n g a
nemem sva
hor@
    '
       l
 o n  
     j
       @
         n
           @
            .
              .
                .

´´

nv o sol desse amanhecer
nesse lvar ao entardecer

mais
se a
    longasse
 e
menos
sovbesse

qve ao mais
infinito
templo
e
lvgar:
...
ao lvgar mais ínfimo
ao SER... de novo...
@h ser
@h re
  g
     res
        sar!
        ...


quinta-feira, 23 de junho de 2016

d @' R @' '@ S C r I '@ n ç ' @ S V I V AS E P @' R @' S DAR VI d' @' S C R I @ NÇ @ S


QVANDO
vm
pai
- 
em prosa
em versos 
em 
nome de rosa
de 
pétalas
bem
sendo
mais
bem
...
sonrosadas


assim sendo
por
entr'os 
espinhos
cravada


assim sendo 
lidas com as faces mais svblimes 
com as mãos qve bem te apertaram

no
olhar
nesse
o
olhar

qve
bem
e
também
assim
bem
prendaram


 sem se perder
sem se chegar
a 
saber

nem a se
perderem

do
olhar
desse
sev
olhar

qve
assim e també epor bem
asim e bem
as svstinha

  ao 
dia

ser 
ai
sev
comvm
renascer

ao
nascerem
assim da noite
d
essa
mais
escvra
no
brio
desse ser qve bem
e  s e @
' 
s e
g
v r e

 ao 
d
I
@
'
s e 
chegar @' '@ despedir




e
qvando
assim
sendo vna e  assim sendo 
fica 
assim vnifica e mais non chora
o ser qves e sea lonjov
orai traga mare maesia de regresso
odelta doriomais infimo ora grande a sim barca negra qve sebem conta e cante...



por
ovtros caminhos
ora 
vogve
 novtro @ saber



ora os vnimos ora  saberemos bemdeixar
as "slas dos "melros2 soam vazias
regressam os das ovtraslinas regressam osdos antigos dias para a vlima jvntança
e sem saber  cedo digam  ovtros qverem emenos bems e abrçam e quando sssim beme sabem e forama ser  despertos
por bem sovv«beram asim  sem estara a cevaberto  aserema sim preenchidos dasvias das vidas dos sdesignios pelos qve bem sovbessemos ora ainda bems abemos  qve LANÇA NA ARVORA DA VIDA
FOI
CRAVADA
qve

j
VR     AS
f
O R A M


Q
V   E
 B
RA  D  AS
e
q
v e
m
e
m
PODER SE ENALTECE
se

e 
qvem
se deixov
em
esper@' em esperança
 n a
VLT  I  MA
BAR
C
@ '  e
s
s a v e

 n
e m s
e v e
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@
'
n
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j
a
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o     r
es   se
m
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e   a
l
é
m

vo
g
a
e
sem
pre
 per
m
@  '   n
e c e








q
vanto
mais s e  a afasta
assim
qval
@
'
 Rosa 
p
r o s
@
'
b
ranca
ao peito sendo  jáos ev amor  em sev  jeito
assim sendo a svster  já alvoradadese ovtro"saber qve vem desde a dentro e mais
non 
d
I   s
 s e n

 e
  m 
s e d e s


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 I  z @
'
s

       s
 I       
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e    

         m
n       a
d       
@


quarta-feira, 22 de junho de 2016

NESSA ANTIGA A LEMBRAR - QVE PERSEVERAR PELA FORÇA D AVDA E PELA VIDA EM FORÇA AH SE SABER- ASSIM SVBTIL PROSA ROSA MOLHADA NO ORVALHO DESS@'ALVORADA


desde
as
sim
ao ser
sendo

cedo 
n
es se
 o 

avreo d estino
o
sev
...
prateado
segredo
!








assim
desde
@
'
leitvra

alter
nativa
veraz

bem e classica e sempre 
e
 assim
e
bem e mais
!
e
qvando
@'
conta se a  acalentas


assim bem a transformas

 por 
entrias
sendas letras  dese ovtro saberescrever

assim 
cinco linhas 
qvais
vêm

estrela 
dessa

estrada
fadada
assim e bem  
svblime
 desse

ao
seio

algo
o
alvor 
@
' 
alvorada
a 
letra
mais
livre
!

e 
lid@
'

em
mvndo 
íntegro

O r @
I  '  I
n
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I
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'
p
@ '   r
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c
 e      n 
d 
o 



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ser 
qval bem 

am a   da

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q
v e
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rime



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O
de 
fogos

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noite
e 
nesse
o
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e   n
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 r  I o
q
vepar
e c e
q
ve

assim
se 
entrega
no
v e
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-
s e
a
s
s
I
m
d e
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s e  s a
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o s e      r s e
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n    fI
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'
s

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'

n
O
a r   s e
entretecidos



 e de cores de vidas

assim sem serem decoradas
apenas
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S    V

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assim
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ç
@
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verde d @  s  flo r e s


me s mo
'
@

n
t
e  s
d 
e o s e
r e
m



 e as
 folhas
qve
tam
bem
jazendo em peito sendo
amor
e s p e r
fe i t os

es
t
avam
@
'
sim
 ainda 
as
es p er
ava
m






C
A  I  V
V M A
EST  R ELA
q
v
 e  s    e e 
l
    v   
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'
e
  m  
c
a d a d i  a
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svstida
 nesse jardim de brio

nesse sev
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nessa
@
noite

b
em
s e
l
eva em vida


em
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em
s e   r  a s
  s  i  m 

s o s
s
e g o

e
sen
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o
sos
s      e
g
a d  o

 a     s
s  I m
s e     v e
j
@
o s   e  r

 ao se dizer ao se despir 
e
d
espedir
se
dessa 
sva  doirada flor
 assim vma força
da terra sente 
e sendo livre
assim
 se 
er g ve


 e 
veja assim e também ao renascer da noite
qvanta
qvanta força no jardim
@
h
regressar
ai  e bem de novo

 a
 ser ao sev 
b
em
@
'
sa b er

ver e ao se  qverer asim so ergver para ver  emão amada a sim  mterra  nonmai sdespojada desse amor evida desa força que  sendo cantada aem canteiros de viver planatada em seres de hvmnidades bem  sendo e  em mares e aresd«isas  essas agrias as ditas de todos sso dias sims endo a   vogara sim vogam  na orla  desse   lvmen  sem par e sem pairar  nem parar a sim fvel e  confvlem  por dentrosendas prudencias   e s eres a sim  sem teremd e  atender pois vigam a li eaonde se encontramao bema s   assim   bem as saberem d izer basta a brir o lhar  e sabem  bem ao s e e strearem a sim  sendo espelhadasa sim send qvais  as gemas desses ovais dese  dedos  atis ao bemse  espregviçarem e tanto e tao simple s  dom tão hb«vmildeq ve bemse  b«venha a  exprimir q ue sendo  e   se reacendedno renascen s em pr e e livre ai eaonde aind abems eelevar ao s enir ao entmnetoao mais     do  ser vivente  asim em pirprio coração - o jardim o s er   hu'vmano
mano @ mano
se
o
amor

entrelaçar




terça-feira, 21 de junho de 2016

dessa força e vida e dessa vida em forma de hvmana idade evma raiz flori@' e vma flor... em pele.... assim apelav@'.....@ desde essa sva propriedade



nvm 
qvintal
sem mvro
gentes livres
...
pois!
poisando!
...pisando...
sevs
seres
jovens
pés 
descalços
nessa vereda 
nessa relva

nesse
ser
desse 
saber
...
seiva
... 
livre

assim
flvída!
e 
as 
nascentes
avgoas
...!livres!...
 qvais
as
...!vidas!...








Desde as crianças...  nasce o eco de espera da esperança.. ai
desde o coração vivente... nasce o presente... dessa a 
flor sem idade!... dessa "sempiterna" floresta... 
que bem se perfaz... ora ainda se perfaça...

dessa orla... IMENSA! qve bem nos ame e assim também nos - saiba...
a saber flvir ... ao se saber sentir... ao sentido... ao sentimento!
ao se svstentar nesse.... o sev mais simples... e o mais terno...momento



qvando em de-redor... vm mundo íntegro apele...
assim a sev favor... ovtro concede...
e volta aonde  ainda nasça
esse odor de felicidade
essa vereda 
a sombra 

qvando no ar aqvece e tensa a sva sonora idade...
assim qval nvm vale... assim bem resgvardada...
a tva virtvde
a tva vida
assim
estando a preservar nas avgoas mais vivas sempre
limpas... sempre livre... para bem ser embebecido:

o ser 
a vida e o 
estar presente
desde o passado

ao passares
lado a lado:

assim ao  fvtvro qval
segredo a se anvnciar


ser assim qval @...
veredsa desses palmos e passos e terras: 
desses ledos laços - cânticos e  canteiros
a bem se verem ora' ainda  a se saberem
assim e bem ao se  encontrarem... 
or@' ao se plantarem...



as plantas.... dos pés ao palmilharem
em milhas e milhas... dessas avgoas:
ao se verem... e conflvirem.... 
sem mais... pararem... assim ao bem
se achegarem.... e sem maior bem...
assim e também bem se ver e serem:


vistos em de-redor e por dentro...
por bem de amor.... assim...
qvais se desfazendo...
nvm@ forma...or@' novtra...
qval se se enternecessem...



qval vma dança
qve sendo livre
ledo sev canto:
assim mais
bem nos... 
acontecesse



n
v
m
@
' 
asa
qve não voa sonhos de ter sido de roda
desse lvmen
desse lvme
esse
"algo"

qve
vem
e 
jamais 
se 
desvanecese

nesse brio por entr'o  frio

esse
ser 
ânimo

qve venha 
@
'
 achegar
apreencher

o 
ser

o 
tev
 mev 
ser 
vibre

assim de novo
ao 
ser

de 
novo
ao 

nos 
reconhecer
mos

somos





assim nesse lvgar nesse vazio prestes a ser preenchido
qve apenas mvm timbre... bem ressoar e a penas nvma
vnica e delicada... delgada.... entrelaçada ... fiada...
dessses laivos.... dessas mais além das prateadas...


desses cantares... nesses cânticos... desses saberes...
ainda non tendo sido despojados... nem despojadas...


as gentes
as terras
as veredas


as comvnidades
ainda livres... apenas
nesses e nessas...qve
bem sabem... 
sem se saber;

qve soam assim...ao serem:
qve sendo  integras...por dentro:
ainda... non... sabem... sev destino

 @'O CENTRO! 
sev lvgar por entr'o 
o vento e a brum@'
assim bem seergve


e se desvanece....
qvais as espvmas
nos elementos...
desse amor...
dessas maresias:
dessas as marés...
qve vem vogam..
..! e vivas!.... 


momentos esses...
depois de serem...

segvem...
as ondas...
cristalinas...
qve sempre...
@'h! sempre...

em 
sev
orbe
permanecem
...

qvais bem valhas...  
assim qvais vales...
assim permanecíamos
...