ao amanhecer parecem curtassvas asas
no ocaso do entardecer se estende
qval sombra ali e por aonde ainda passas...
e se transforma
e te transformas
nvma madrvgada
a
ser
e
a
ser em virtvde
e
nvma manhã fria
qve ao calor
mais simples
assim não se ilvde
nem se deixa de dizer
mergvlho na noite mais íntima
por fora apenas a dvras penas
o ser sev a transparecer
e transparencias mais de mil filigranas
de pratas das avgoas são nos dadas
e dessas mais de uma
sendo assim
adquire sva tonalidade
em sev nome
sva voz tev renome
em ecos primorosos a pintar
pela tva própria anima em ánimo
de a saber levar ali e aonde se qveira
ali e aonde faça bem falta ali e aonde
o mergvlho desse orgvlho
amor proprio se eleva e se levanta
risa fresca madrvgada avrora
alva e celeste nesta qve nos deste oh natvra oh mvsa amada
o ser em pelenitvde qve se mostra na noite mais alonjada
entr'os sonhos a bem trazer mile uma filigranas para de vida assim preencher para dar vida em cada uma das svas facetas fvgazes e as trazer mvndo a foraaté ali emais além aonde s ejam os sevs subtis trejeitos capazes.... de se ilvminar em tidese apreenderem a sssim - sem saber qve stando parados fluem smepre e desdetodos os lados quais lagos e lagoas lagos gelados sentimentos qve doas ao bem acalentar o alento sempre lento para os colocar um a um a se saber somar...
A DE E
mensagens dos corações mais amenos
- textos grandes em espaços pequenos...
segunda-feira, 19 de dezembro de 2016
sexta-feira, 16 de dezembro de 2016
dedicado a nós nessa idade qvando acontece a vontade de ir mais além lembrandoà vontade o qve já nos levov e bem a braços d ados e bem apertados e bem assim levantados o rosto o mento e o olhar e bem assim tratos trechos levados da poesia dos prosaicos brados - qve tratos de vida também soam e são
à criança interior qve somos e sempre perfaremos criativa inventiva livre se fosse qval bem a vemos qval bem a sentimos qval bem a fazemos soar reverbera a ssim liberdades e traz o fogo novo qve pvrifica apalavra amar qve refaz o ser ao se perfazer q ve no âmago desperta as avgoas e nesa lvmen a seiva da vida sabe entretecer e rever em versos advinhas poemas brincadeiras comezinhas essa também és tu esse também sov ev em versos bem proclamados em silêncios em abraços em lvmes mais bema cesos qve círios nos olhares levem sempre ilesos aonde qver qve seja necessário
oh! amizade sem idade !
oh! ser qve a anvncia em verdade!...
assim nessas lagrimas sempre tvas sempre nossas qvando as
partilhamos no silencio somos qvais renascidos e mantemos o lvme baço o lvmen baixo por bem nascer mais o
lvme da vida nova qve e ssa amizade emsi
sabe bem perfazer...
nestas qvestões e novtras a devoção do primeiro espaço corresponde a do ultimo abraço - para bem o preencher; (sempre assim até renascer)
e essas simples sensíveis idades qve se estendem doravante por eras ternas em breves eternidades qvando chega mais um ser Hvmano e se some e se soma a diferença esteja em qve volte com uma estória sua com uma gargalhada qve atva despreendedo sobras e d vvidase trazendo de novo o crer,o qverer e o bem qverer e assim a bem perfazer
com algo qve asim emsi mesmo mesma assim se resvma numa ode qval bnvma sinfonia de Homem a Mulher; de Mulher a Homem e etre si irmãos dad@s irmandades fechadas qve se estendem sem se notar qvando aleria passa de casa e em casa recai e poisa ali e aonde bem se esperava qve se precisasse ainda de se saber olhar...
com algo qve asim emsi mesmo mesma assim se resvma numa ode qval bnvma sinfonia de Homem a Mulher; de Mulher a Homem e etre si irmãos dad@s irmandades fechadas qve se estendem sem se notar qvando aleria passa de casa e em casa recai e poisa ali e aonde bem se esperava qve se precisasse ainda de se saber olhar...
nossos sonhos de leveza III
(...)
nossos sonhos
ao de leve
para ser
em bem
dizer
bem
real
e
em valor
e valorizar
essa força qve
ao derredor ainda anda
e voga se a apreciares
se a precisares ainda...
possas vir ver deesde o sonho
de algvém o sonho de qvem
te olha e abraça e
a qvem o sonho de qvem é
de ser sev de homem e de
ser a mais algvém qval mvlher
e é sendo via da vida qve escolhe
o papel qve se há de fazer e nessas linhas
por vezes se encolhe... qvais rvgas da idade
qve se ovvem desde o recém nascido e na via da vida
depois ah! recém nascer! sem qverer sendo tido vivo
ao qve era e é sempre a promessa o dom prometido:
o qve se transforma,
qval nvma letra,
nvma prosa,
por ventvra ainda a arder
compaixão ardente nessa nossa
- sva minha tva vossa nossa força
qve se resvme nesse declamar
de qvem ainda e bem assente;
nossos sonhos
ao de leve
para ser
em bem
dizer
bem
real
e
em valor
e valorizar
essa força qve
ao derredor ainda anda
e voga se a apreciares
se a precisares ainda...
possas vir ver deesde o sonho
de algvém o sonho de qvem
te olha e abraça e
a qvem o sonho de qvem é
de ser sev de homem e de
ser a mais algvém qval mvlher
e é sendo via da vida qve escolhe
o papel qve se há de fazer e nessas linhas
por vezes se encolhe... qvais rvgas da idade
qve se ovvem desde o recém nascido e na via da vida
depois ah! recém nascer! sem qverer sendo tido vivo
ao qve era e é sempre a promessa o dom prometido:
o qve se transforma,
qval nvma letra,
nvma prosa,
por ventvra ainda a arder
compaixão ardente nessa nossa
- sva minha tva vossa nossa força
qve se resvme nesse declamar
de qvem ainda e bem assente;
Vm abraço não imaginário dentro do imaginário do dia a dia da criança do jovem advlto da advlticia da recém nascida chama de temperar textos e prosas e versos e gentes e armonizar o mais pvro olhar
e em volta de tanta ardósia
ainda paira nessa sala
de aprendizagem corrente
vm ser coerente
entre mente e a razão
entre o sentir
do sentimento
e por opção
de devoção
pair'ai vm coração
ao ser leve leva o sev sentir
ao ser com compaixão
ao de leve leva o sev por vir
e ao ser qve se eleva e menos
se elevasse
o qve se sonha
e se inspira
e em sonhos
trovxesse
e também
se
celebrasse
em mil ideias imaginadas
em sonhos qve partem do tvdo e ao mesmo tempo do nada
e em sonhos a trazer devagar
a consciencia
desta nossa realidade e na realidade a se perfazer
em obras estando a par e sendo assim aparecidas
qvais os abraços
lado a lado
qvais as nossas
próprias vidas
ainda paira nessa sala
de aprendizagem corrente
vm ser coerente
entre mente e a razão
entre o sentir
do sentimento
e por opção
de devoção
pair'ai vm coração
ao ser leve leva o sev sentir
ao ser com compaixão
ao de leve leva o sev por vir
e ao ser qve se eleva e menos
se elevasse
o qve se sonha
e se inspira
e em sonhos
trovxesse
e também
se
celebrasse
em mil ideias imaginadas
em sonhos qve partem do tvdo e ao mesmo tempo do nada
e em sonhos a trazer devagar
a consciencia
desta nossa realidade e na realidade a se perfazer
em obras estando a par e sendo assim aparecidas
qvais os abraços
lado a lado
qvais as nossas
próprias vidas
procvrando a ternvra no PRESENTE DADO
qve cátedra também existisse
de reconhecer e partilhar
neesse sev estar
nesse sev olhar em olhar...
sem elipses
qve deiam
a grandes
voltas
meias
voltas
qve
tanto
amei
e qvando
se viram
e se mostram
à volta
do sev
pólo
de gravidade
se encontram
qval melodia
qval solo
em bvsca
dessa sva
mais terna
idade
de reconhecer e partilhar
neesse sev estar
nesse sev olhar em olhar...
sem elipses
qve deiam
a grandes
voltas
meias
voltas
qve
tanto
amei
e qvando
se viram
e se mostram
à volta
do sev
pólo
de gravidade
se encontram
qval melodia
qval solo
em bvsca
dessa sva
mais terna
idade
quinta-feira, 15 de dezembro de 2016
composição para as crianças qve ainda bem são- crianças qve ainda bem...
peqvena
hvmilde e sempre e bem acompanhada:
por dentro
dessas estórias
ao se verem
ao olhar
ao saberem
bem ovvir
com a sva
pesona mais
simples
e
nessa força mais simples ov menos bem elaborada
ao vermos em espelho o abraço da de sio tom mais jovem e ao vermos e sentiimos entre os braços doa calor e candvra força e formosvra qval a semente ainda por vir e a imagem da arvore conhecida qve na fantasia é já crescente crescida qvando assim se alimente de vida - nova..
das nascentes asas fluentes avgoas qve passas sem ver desde a imaginação tão leve qvesustentas ao bem qverer
qvando as abraças assim as saas a bem se ver elevar e os poisaresos poisos desses sevs pares
de olhos em plhar asim se d emonstram qvais rios em fluidos sempre ternos em fluidos humanos e s empr evivos qvais avgoas nascentes nos desertos
qvaisos lvgaress egredados aonde aind apram pelo ar qvente e qvando oasis vejam aonde havia apenas cevs abertos vejam as a rvores de novo anascer os f rvtos d enovo a se dar e ao longe vma alegria uma esprança qva na e strada d avida se acontecem nos volta a preecher d evagar
se bebe depois de anto vager e depois ocm coragem coma cor dessa aragem com a velocidade do s er a sonhar preenchendo via de vida via e vida plenas em abraço ao reverberarem
lvzes novos
lvzes masi do qve correntes as dos cévs translvcidos nas e srelas estradas d e estrelas sorrdientes em tev olhar depois de noa raço apenas ao ovtr aldo de vm espelho baço parecer qve consegves ver o final eao regressar ao princípio e ves tantas e tantas qvais no inicio e não sovbeste bem ovvir a mensagem do coração silenciosa mensagem qve passa de prosa e prosa e qve se estabelece na proeza mais formosa qve poesia saiba assim ainda ao qverer segvir
qvando as abraças assim as saas a bem se ver elevar e os poisaresos poisos desses sevs pares
de olhos em plhar asim se d emonstram qvais rios em fluidos sempre ternos em fluidos humanos e s empr evivos qvais avgoas nascentes nos desertos
qvaisos lvgaress egredados aonde aind apram pelo ar qvente e qvando oasis vejam aonde havia apenas cevs abertos vejam as a rvores de novo anascer os f rvtos d enovo a se dar e ao longe vma alegria uma esprança qva na e strada d avida se acontecem nos volta a preecher d evagar
se bebe depois de anto vager e depois ocm coragem coma cor dessa aragem com a velocidade do s er a sonhar preenchendo via de vida via e vida plenas em abraço ao reverberarem
lvzes novos
lvzes masi do qve correntes as dos cévs translvcidos nas e srelas estradas d e estrelas sorrdientes em tev olhar depois de noa raço apenas ao ovtr aldo de vm espelho baço parecer qve consegves ver o final eao regressar ao princípio e ves tantas e tantas qvais no inicio e não sovbeste bem ovvir a mensagem do coração silenciosa mensagem qve passa de prosa e prosa e qve se estabelece na proeza mais formosa qve poesia saiba assim ainda ao qverer segvir
terça-feira, 13 de dezembro de 2016
brilha ardente a alegria em ti qve a trazes e qve bem me comovia até a deixar de trazer a gora +e elaqve me leva a mim a cantar o sev bem fazer
em cada dia no qve a alegria
por dentro brilla e é
qvente e nos empolga assim tanto!
apelo de se ir voltando ao ser...
e da procvra desse em
f´licidade
qve estando constante em todos os momentos
prova qve é etérea terna silenciosa
e ainda assim tem sev fvdamento
por ent'rio os sentidos e os sentimentos
as tragicomedias do dia a dia qval a oser criança qve sempre nos desafia - asegvir a procvrar mais e mais a prossegvir caminho mais além do qve os otro smais nos digam +e o caminho de estrada mais o caminho sem ter estadia
qvando o mvndopaece deixar de girar
pelo qve se ovtorga no dia a dia
pelo qve se honra ao passar a letargia
qve bem se esqvecev e o amor nesse sev
hvmor e ao ánimo qve prevalece
para vir e saber contar
mais uma estória de rir
ov de chorar
nessas tragicomédias
mais qvais as melodias
de todas as nossas noites
de todos os nossos dias;
abraços e sendo abraados nas orlas mais simplesaondea inda jazemos tombados noamanhecer desse festival de lvz e de vida e no entardecer dess'ovtroem casa em s egredo em circvlo de sev ser chamada reacendida
para os eres qve despertam
riso de orelha a orelha
social em campo aberto
entre tantos e tantas qve se desdobram
por ovvir e ver e ser o ser qve nessa a sva obra
se perfez se perfaz e nesse
antes de verse em berce se movia e nesse no ventre
entr'io sei assim nos comovia e nos comove!
qve se ensona assim a via da vi a para ali e mais além de aonde ainda se assvme e se - concorre
para o ser o qve já se era e se via e vida assim sendo segvndo pilar dos tres em cada canto qve mantêm o qvarto ergvido
aos cévs as estrelas mais brilhantes
qve reflexo algvm te possa trazer
nos atapetados verdes de verdes todos os fios entretecidos hvmanizados
assim bem honrados
ao se poisar as plantas dos pés
e imensas! as vagas cessam e sev poder se apascenta qvais os da terra integra ser integral- inteira!
qvando o sev delicado corpo sobre estas pradarias se deitano ventre de qvem está e nas costas de qvese deita assim acalentando assim em apoio mais forme o amor daterra o amor do ser hvmanopelo sev ovtro tanto - de HVMANIDADE! sedente estando assimpleno e prenhe de viver e assim via de vida doando
e sedente desde o espaço em derredor colvnas altas qvais frondosas arvores de flores qve serão frvtos qvais as flores antes de se darem para frvtificar
e qvais as sementes qve aprovveram se transformaram em ser sendo-o igval, parecido, discreto:
o momento no qve as paredes se transformam qvais os mais amplos reflexos completos ao se bem abraçar de abraços firmes perenes os hvmildes - arbores e arvoredos nos lvgares degeração em geração segvrando os ninhos de viver e as vidas qve em legtimidade se lhes formas assim
ora dando
ora svstendo
ora realizando
o sonho
ora sendo participes
desse sev próprio segredo se concretizando
ainda vão saber mais da via da vida e do s ev tom e desse som qve os embala de noite ov de dia assim qval o s ev tamanho a sva cor e correspondencia qvando fala svavve e flui« serena sem ter menos impaciencia do qve se vtrir deespaço de cev de terra d esse mar salgado desse rio sereno dessa arvore de aspecto bem elevado dessa incencia no sev levar oolhar o r iso o barço o toqve qve bem depois se volta a saber - entregar
circvlos sme final circvlos sem fim apenas a fluirem de ti para o mais além e desse - e de mim - para ti ovtra véz sem desdém sem comparação haja a possibilidade de se marcar alivre vontadeocm amais plena opção do som dessas s intoias dessas alegrias vogando desse mar de vetvras mais altas qve de frias apenas a s estrelas em ti QVENTES JAZEM CINTILANDO - no tev olhar
riso de orelha a orelha
social em campo aberto
entre tantos e tantas qve se desdobram
por ovvir e ver e ser o ser qve nessa a sva obra
se perfez se perfaz e nesse
antes de verse em berce se movia e nesse no ventre
entr'io sei assim nos comovia e nos comove!
qve se ensona assim a via da vi a para ali e mais além de aonde ainda se assvme e se - concorre
para o ser o qve já se era e se via e vida assim sendo segvndo pilar dos tres em cada canto qve mantêm o qvarto ergvido
aos cévs as estrelas mais brilhantes
qve reflexo algvm te possa trazer
nos atapetados verdes de verdes todos os fios entretecidos hvmanizados
assim bem honrados
ao se poisar as plantas dos pés
e imensas! as vagas cessam e sev poder se apascenta qvais os da terra integra ser integral- inteira!
qvando o sev delicado corpo sobre estas pradarias se deitano ventre de qvem está e nas costas de qvese deita assim acalentando assim em apoio mais forme o amor daterra o amor do ser hvmanopelo sev ovtro tanto - de HVMANIDADE! sedente estando assimpleno e prenhe de viver e assim via de vida doando
e sedente desde o espaço em derredor colvnas altas qvais frondosas arvores de flores qve serão frvtos qvais as flores antes de se darem para frvtificar
e qvais as sementes qve aprovveram se transformaram em ser sendo-o igval, parecido, discreto:
o momento no qve as paredes se transformam qvais os mais amplos reflexos completos ao se bem abraçar de abraços firmes perenes os hvmildes - arbores e arvoredos nos lvgares degeração em geração segvrando os ninhos de viver e as vidas qve em legtimidade se lhes formas assim
ora dando
ora svstendo
ora realizando
o sonho
ora sendo participes
desse sev próprio segredo se concretizando
ainda vão saber mais da via da vida e do s ev tom e desse som qve os embala de noite ov de dia assim qval o s ev tamanho a sva cor e correspondencia qvando fala svavve e flui« serena sem ter menos impaciencia do qve se vtrir deespaço de cev de terra d esse mar salgado desse rio sereno dessa arvore de aspecto bem elevado dessa incencia no sev levar oolhar o r iso o barço o toqve qve bem depois se volta a saber - entregar
circvlos sme final circvlos sem fim apenas a fluirem de ti para o mais além e desse - e de mim - para ti ovtra véz sem desdém sem comparação haja a possibilidade de se marcar alivre vontadeocm amais plena opção do som dessas s intoias dessas alegrias vogando desse mar de vetvras mais altas qve de frias apenas a s estrelas em ti QVENTES JAZEM CINTILANDO - no tev olhar
segunda-feira, 12 de dezembro de 2016
Nesses poemas qve bem se entregaram e nessas poetisas e nas mvsasqve bem se fadaram e nos fados destinos assim e bem por demais qqve estando sempre em cima qvais lagrimas d ivinas descenderam qvais chamaradas tais - ser rios de viver círios de s entir sendo lidas as svas virtvdes ali e aonde a flor da vida ainda se deixe a saber ovvir..e depois a se ver a abrir em mão bem poisada e poisa em tva mão na minha aonde é bem amada
para os robvstos
e sevs seres tais qve nascemos ledos virtvosos e plenos e renascemos todos os dias igvais parecidos mais bem definidos qvando parece qve palavra temos e sentindoo sentido vivo desse animo qve renasce- esmorescendo
os bvstos e os castiçais
surgiram robvstos os bvstos e os castiçais
qvais sirios de velasacesas qvais promessas
jamais sendo presas qvais seres qve se doam
e por bem demais as prosas qve nos marcavam livres se deixaram
e talvez ficaram nesse ser original
qve és tv se bem lembras qve se leve e se to bem vêem lembrar
qvais seres qve ainda ecoam e no dever de reverberar
dessa vereda de verde a svster
espr'ança assim ao passar e depois
de passar ah! jamais se desvanecer
e sevs seres tais qve nascemos ledos virtvosos e plenos e renascemos todos os dias igvais parecidos mais bem definidos qvando parece qve palavra temos e sentindoo sentido vivo desse animo qve renasce- esmorescendo
os bvstos e os castiçais
surgiram robvstos os bvstos e os castiçais
qvais sirios de velasacesas qvais promessas
jamais sendo presas qvais seres qve se doam
e por bem demais as prosas qve nos marcavam livres se deixaram
e talvez ficaram nesse ser original
qve és tv se bem lembras qve se leve e se to bem vêem lembrar
qvais seres qve ainda ecoam e no dever de reverberar
dessa vereda de verde a svster
espr'ança assim ao passar e depois
de passar ah! jamais se desvanecer
com o coração tres vezes sem se notar aprendemos tanto tanto qvanto amor ainda estiver em berce para se poder doar...
mais além domisterioso abraço das estações
mais alémdo misterioso abraço dos corações
esse qve no inicio nem se sabia e acompassava
ainda qve dentro da barriga
e no seio ao se saber sentir
ainda qvede dois e qvatro se dividia se mvltiplicava amedida qve se via a crescer
e qvando a sva similitvde fosse assim tanta e mais além
algvém surgis de brvcesa nadar coo ningvém
algvma vez ensinasse
e se se deixasse
a voltar a doar inspirador brado
como se lagvém nvnca sovbesse catar
e depois a se elegrar nomai simples e recolhido canto
dobrado ao se silencia
nesse peito ardente e compaixão
a raxão de animo qvente
a se deixar nvm adejo de mão
a svster o qve ainda não via e nesse ovtrocoração a svster aqvem e como e qvando não sabia
assim a ver-se reergver
e a ver-se em berce su«vstida a via da vida e qval sev bem ov mal saber assim o sev s vstento antes de o s er já a sim -- advindo e d ividido
sem se chegara a estar estando integra plenae viva na palma a se saber levar
da mão qve a ssim a qvece e bem acalenta
e nessa qve se imagina qval saber vogarqve do lvmedolar desse fogo também sabe e se leva sem ser emenat ser fv damental
sdesde o princípio tido qval ser origem ora original
esa qve todos e xperienciamos d etão original qve possa ser
qve depois e mais atrde voltampos e não lembramos
o abraço o qve nos doobv o cração a saber cantar entre catares vns primos latentes ovtros a letejar o sev ssvtento sendo asim qvase parese nos ciclos desse respirar assim adejos e bem estando qve e stão todos ligando o ser belo estranho lar qvente nos cilcos respirando
parecidos ao se acompassarem a medida qve se vão reconhecendo e qventes e s vab«ves em sevadejarà medida qve se doam e se vão as sim perdendo na pele e no aroma adeqvado dessese r de lvzidia força e de chamar oh chamarada de ser nãoirado qve se atrevea inspirar para dar tamaho brado q vem e steja alé m mais além para bem vir e ver o sev sossegar
mais alémdo misterioso abraço dos corações
esse qve no inicio nem se sabia e acompassava
ainda qve dentro da barriga
e no seio ao se saber sentir
ainda qvede dois e qvatro se dividia se mvltiplicava amedida qve se via a crescer
e qvando a sva similitvde fosse assim tanta e mais além
algvém surgis de brvcesa nadar coo ningvém
algvma vez ensinasse
e se se deixasse
a voltar a doar inspirador brado
como se lagvém nvnca sovbesse catar
e depois a se elegrar nomai simples e recolhido canto
dobrado ao se silencia
nesse peito ardente e compaixão
a raxão de animo qvente
a se deixar nvm adejo de mão
a svster o qve ainda não via e nesse ovtrocoração a svster aqvem e como e qvando não sabia
assim a ver-se reergver
e a ver-se em berce su«vstida a via da vida e qval sev bem ov mal saber assim o sev s vstento antes de o s er já a sim -- advindo e d ividido
sem se chegara a estar estando integra plenae viva na palma a se saber levar
da mão qve a ssim a qvece e bem acalenta
e nessa qve se imagina qval saber vogarqve do lvmedolar desse fogo também sabe e se leva sem ser emenat ser fv damental
sdesde o princípio tido qval ser origem ora original
esa qve todos e xperienciamos d etão original qve possa ser
qve depois e mais atrde voltampos e não lembramos
o abraço o qve nos doobv o cração a saber cantar entre catares vns primos latentes ovtros a letejar o sev ssvtento sendo asim qvase parese nos ciclos desse respirar assim adejos e bem estando qve e stão todos ligando o ser belo estranho lar qvente nos cilcos respirando
parecidos ao se acompassarem a medida qve se vão reconhecendo e qventes e s vab«ves em sevadejarà medida qve se doam e se vão as sim perdendo na pele e no aroma adeqvado dessese r de lvzidia força e de chamar oh chamarada de ser nãoirado qve se atrevea inspirar para dar tamaho brado q vem e steja alé m mais além para bem vir e ver o sev sossegar
sábado, 10 de dezembro de 2016
NESSAS MEMÓRIAS OVSADAS
qval nessa ovala qve bem começa a ser promessa
bem qval a seguinte branca ao peito por escolha de amor e qval o cravo mais simples mais transparente e vmilde qve de branco se qveira no sev castelo antergo asim dosfarçar dessse alvor qve leva na testamagestade sobre a s orelhas na fronte tiaras de magestade sobre o sev cimo relvz a via da vida e a verdade dessse etrem passado os tres arcos entrançado e se ter chegado a via de saber qve não se doa e sendo do ar amais fria a mais firme ao se doar +e da linha qve se canta d enovo e não se esgrime se dá e non se povpa nem se apovpa se entrega e nem qve fosse em pleno - meio da praça ao se voltar a trás se recvperasse se bemlembrasse qvatos foram e qvanto smais nao so os meses os qve antes de s er e speravais e qvantose qvantas as voltas da dança d avida qve lhe destedes qve bemsvbestesdes dançar emplena perspectiva e qvando assim se entretecevqvantas as penhas de viver qvatas as de bem nascer e qvantas as qve ainda non se deram ao qve aindanem svcedev prmessa latente presente veraz assim ardente o ser s endo o presente o abraço olaço qve asim se entretece e se perfaz...
bem qval a seguinte branca ao peito por escolha de amor e qval o cravo mais simples mais transparente e vmilde qve de branco se qveira no sev castelo antergo asim dosfarçar dessse alvor qve leva na testamagestade sobre a s orelhas na fronte tiaras de magestade sobre o sev cimo relvz a via da vida e a verdade dessse etrem passado os tres arcos entrançado e se ter chegado a via de saber qve não se doa e sendo do ar amais fria a mais firme ao se doar +e da linha qve se canta d enovo e não se esgrime se dá e non se povpa nem se apovpa se entrega e nem qve fosse em pleno - meio da praça ao se voltar a trás se recvperasse se bemlembrasse qvatos foram e qvanto smais nao so os meses os qve antes de s er e speravais e qvantose qvantas as voltas da dança d avida qve lhe destedes qve bemsvbestesdes dançar emplena perspectiva e qvando assim se entretecevqvantas as penhas de viver qvatas as de bem nascer e qvantas as qve ainda non se deram ao qve aindanem svcedev prmessa latente presente veraz assim ardente o ser s endo o presente o abraço olaço qve asim se entretece e se perfaz...
e das mais qve viram diamantes em vez de seres a se entretecer viram todos os dias os romances em nome de jogo de dança e de se saberem enaltecer sem perder a mora sem perder o tempo sem se perder a hora senhora senhor esse o sev fvndamento
das penhas vimarantinas
das penhas de avgoas perdidas
dessas as penhas de todos os dias
sociais banais correntes igvais
ás avgoas aos risos aos lvgares
únicos sendo os momentos
nos qve entras e te vales e te doas e te d ás e no viver mais intimo da emoção nem pesas estás lá...
e sabes o verde de verdade qve pisas qve piso sem ter em conta aidade...
nas penhas sempre igvais.... altas... altivas.... antigas senhoras de rocha e de vida
das penhas de avgoas perdidas
dessas as penhas de todos os dias
sociais banais correntes igvais
ás avgoas aos risos aos lvgares
únicos sendo os momentos
nos qve entras e te vales e te doas e te d ás e no viver mais intimo da emoção nem pesas estás lá...
e sabes o verde de verdade qve pisas qve piso sem ter em conta aidade...
nas penhas sempre igvais.... altas... altivas.... antigas senhoras de rocha e de vida
aprender desde o inicio e ir crescendo desde as sementes ao vento as sementes bem plantadas poesias mais do qve rimadas
entre os textos primorosos
textos por entria estiva
desses qve se alumiam
e
desses qve nos ilvminam
nesse recanto
nesse cantar
nesse canto
a onde
o verso
não para
de ressoar
assim e nesse estadio
sem medida
sem ter de ser medido
todo pvro assim no brio
assim no Estio promessa
qval em sêmea e em sva
alvorada assim em derredor
qval na casca da semente
qve se jaz qvando é
latente antes de despontar
em plena Primavera amada
dessa Estiva
antes de o ser p'rece
qve o ve o qve...
o qve não o havia...
sexta-feira, 9 de dezembro de 2016
ver a lvz ov dar a lvz dentro antes as avgoas e antes a calma e antes - o ocaso e antes o ser qvenos d eu a viver a via da vida e o sev bem perfazer.....
nesses gestos peqvenos palavras de vida nessas palavras de vida qve temos gestos de alegria a sva sonoridade e encanto eco de tanto... de tant@s!....
ESCREVER AMBAS AS LETRAS DE A AO SEV SENTIDO ao centro qval vagar de mvlher e sev tom acrescido de voz grave ora agvda entretecidas inspiradoras qval ovtra voz qvando sendo UMA
Qvando se repetem os temas e se repetem poesias e poemas vem
oh! via devida! vem pairar sobre mim entre nós mais
um dia vém e saúda tua própria energia essa a da tva própria força
em forma de hvmanidade ali e aonde ainda se valia
- a via e a sva reverberação e a essência assim sempre cristalina
e desse qve era qve é desse som qval igval o diapassom
nvm pontão belo sonoro e o somda sva sonoridade
noutro o sev ovtro tom tão igval e na palma da maão sendo verdade
ocncedid@ ao se sentir
em todo o ser
em todo o lvgar
no qvarto aonde
se possa ora dar
ora orar...assim
sem mais....
sendo som sem dó... de peito
e sem silencio no silêncio
a faz refractar
e poisar ao de leve ali aonde ainda faça falta trovar
q
ve
seja
e
se
poise
para
bem
s
e
fadarem
os seres
com sva
graça e os
seres com
sva virtvde
a serem de
novo a a par...
oh! via devida! vem pairar sobre mim entre nós mais
um dia vém e saúda tua própria energia essa a da tva própria força
em forma de hvmanidade ali e aonde ainda se valia
- a via e a sva reverberação e a essência assim sempre cristalina
e desse qve era qve é desse som qval igval o diapassom
nvm pontão belo sonoro e o somda sva sonoridade
noutro o sev ovtro tom tão igval e na palma da maão sendo verdade
ocncedid@ ao se sentir
em todo o ser
em todo o lvgar
no qvarto aonde
se possa ora dar
ora orar...assim
sem mais....
sendo som sem dó... de peito
e sem silencio no silêncio
a faz refractar
e poisar ao de leve ali aonde ainda faça falta trovar
q
ve
seja
e
se
poise
para
bem
s
e
fadarem
os seres
com sva
graça e os
seres com
sva virtvde
a serem de
novo a a par...
quinta-feira, 8 de dezembro de 2016
dando voltas se perfez este peqveno grande mvndo e todo o ser grande nascev qval criança... frvto da espera e da espr'ança
sem qverer hoje me disseram
qve de amores de março tantospuderam em 13s de ovtvbro de junho e mais
em 8s de maço a dezembro e sem parar a imacvlada conceição seria um milagre em prosa de nome Maria
amaria assim e bem amarés
sendo dito simples a croa a sevs pés...
qve de amores de março tantospuderam em 13s de ovtvbro de junho e mais
em 8s de maço a dezembro e sem parar a imacvlada conceição seria um milagre em prosa de nome Maria
amaria assim e bem amarés
sendo dito simples a croa a sevs pés...
PARA AS CRIANÇAS VER QVE O CARDINAL PUÇANTE VERSO EM VERBO APONTA AO CENTRO
Apenas nvma estória contada lés a lés
no mundo inteiro itima a memória para
ti qve bem a vês...
qvando se lençam as mãos do cvidar sem factos apenas a bem fadar sem destrinçar a espvma qve nos ensinaste a navegar pvra e pvrificadora qval a vgoa do mar sal e sagado o derramar da slagrimas tantas e tão preciadas e preciosas por bemamar e tendo sendo a sim amas h«gardénias a gvardar domar e do jardim aonde estas tenham aenfim - qverido
assim desse hjardim das mais simples esperas
jardim das doiradas laranjas desses rios qve bem eram
e desses qve s egvem sendo e d esses qve s egevem por bem dizer essas qve apenas se abrem no sev tempo certo e apenas sochoram sva cor sev eter - na terna memora do aconchegar no calor vivente do s aber levar
em palmas
de mãos abertas qvais nas lagrimas simples e nas palavras certas
qval silvas e saivas as pratas mais formadas as perolas mais preciosas nos dialvares nos alvores nas a voradas nas alfvvras no ser alvo assim e sem mais qvando brancas e tereas terrens são por bem se deixarem estar a se bem prendarem e sem +erdere e sem poder asim a lvz se integram e sendo alvz ao deixar eclipse clarñdo cegam e os olhos trazem a bem a brir apenas sabem os ev latejar o som o tom desse ser qve os ajudov a surgir
qvais as rosas aads palavras qve nos bem dizem avando sem espinhos assim as svas gemes gemas soam tomadas soam amadas pelos mais altos liros vi diademas ao sol vi temas e cantaros vi os mais atos a se d eixarem ser por amor ao ser empeito qvando esoclhem dia a dia o serq ve amam e non torcem qval espinho aberto na palma a correr encarnando em destino certo lagrima do cev aarder e caindo aonde nem arde nem se deixa assim e svair +e o sangve qve bem se prea e se sabe d epois continuar a fruir
ora a frutificar e depois gemas de vida semeas semelhantes semele para os antigos inquietantes poemas e as mais alvoradas qve ainda se detenha em - prosa se tenha por valor e valer a pena e plvma qve a canta e aconta d enovo seja a flor da avgoa seja a do parecer qval ovo seja a de nascer em «'verso no fusil asssim em cima coroada qval coroa de verde intenso de epsrança sempre bem encontrada e de rvbro ao sol poente qve d ando ao oceano inteiro sev berro de nascente a nascente assim e sem mais qvando a senhora das agvgoas ovtorga e o sev reflexo jamais dizem mais!...
no mundo inteiro itima a memória para
ti qve bem a vês...
qvando se lençam as mãos do cvidar sem factos apenas a bem fadar sem destrinçar a espvma qve nos ensinaste a navegar pvra e pvrificadora qval a vgoa do mar sal e sagado o derramar da slagrimas tantas e tão preciadas e preciosas por bemamar e tendo sendo a sim amas h«gardénias a gvardar domar e do jardim aonde estas tenham aenfim - qverido
assim desse hjardim das mais simples esperas
jardim das doiradas laranjas desses rios qve bem eram
e desses qve s egvem sendo e d esses qve s egevem por bem dizer essas qve apenas se abrem no sev tempo certo e apenas sochoram sva cor sev eter - na terna memora do aconchegar no calor vivente do s aber levar
em palmas
de mãos abertas qvais nas lagrimas simples e nas palavras certas
qval silvas e saivas as pratas mais formadas as perolas mais preciosas nos dialvares nos alvores nas a voradas nas alfvvras no ser alvo assim e sem mais qvando brancas e tereas terrens são por bem se deixarem estar a se bem prendarem e sem +erdere e sem poder asim a lvz se integram e sendo alvz ao deixar eclipse clarñdo cegam e os olhos trazem a bem a brir apenas sabem os ev latejar o som o tom desse ser qve os ajudov a surgir
qvais as rosas aads palavras qve nos bem dizem avando sem espinhos assim as svas gemes gemas soam tomadas soam amadas pelos mais altos liros vi diademas ao sol vi temas e cantaros vi os mais atos a se d eixarem ser por amor ao ser empeito qvando esoclhem dia a dia o serq ve amam e non torcem qval espinho aberto na palma a correr encarnando em destino certo lagrima do cev aarder e caindo aonde nem arde nem se deixa assim e svair +e o sangve qve bem se prea e se sabe d epois continuar a fruir
ora a frutificar e depois gemas de vida semeas semelhantes semele para os antigos inquietantes poemas e as mais alvoradas qve ainda se detenha em - prosa se tenha por valor e valer a pena e plvma qve a canta e aconta d enovo seja a flor da avgoa seja a do parecer qval ovo seja a de nascer em «'verso no fusil asssim em cima coroada qval coroa de verde intenso de epsrança sempre bem encontrada e de rvbro ao sol poente qve d ando ao oceano inteiro sev berro de nascente a nascente assim e sem mais qvando a senhora das agvgoas ovtorga e o sev reflexo jamais dizem mais!...
as marés às maes a s ma dvras flores do rosal sendo vmas qvais ovos d epomba alvas e pvras sendo as ovtras cravo branco desse ser - imaterial
DOS POEMAS E DAS POESIAS
DOS LVGARES QVE BEM SEDESTINAM
DOS LVGARES AINDA A SE PRENDEREM
ao se ocnsegvir proteger
promoverem em via de vida ensinar o qve o tempo consiga
um ano um dia
para a via d avida saber
vma croa
sempre acendida
posta antes de se dara saida e à lvz o despreender
e dessa a lvz das entradas primeiras e das peqvenas lvzes soalheiras qve se viam
acimalá em cima aonde a brisa penteava o tev s er Mvlher!
e aonde amão ais a miga asim se ofertava se oaferecia para a pet«nteracom caricia leve
sobrio sopesar do peso do mar qve aleve dessa abarca qve mais bem sabe navegar...
e qvando e ande navegava no mvndo inteiro a s e ssaber cantar hoje na mais simples evropa encantada entre portvgal e a espanha bem amada a croa qve na cabeça se colocaram qvando em versos bem te s entaram qvando o trono qve nas e strelas escrevestes
viste e aconteceste e cresceste sem amsi se ver e das voltas das cordas
das naus mais bem - AO PORTO COLADAS
nessas brvmas qve sempre foram encarnadas
a ssim te elevaste sem mais bem dizer
assim te levavam sempree sem crer
e s endo crete aquiesceste e cresceste até mais nºao poder e sem poder nu nua nasceste e inspiraste outro ser a te bem conhecer
oh via de vida oh vida d evia a se perfazer mais do qve dvas apenas soam e tres precem estar a se deixar e sqvecer qvando e sem ter maneira nem madeira a barca da via d avida ainda invoca na evocação da cançãomais ocnsagrada do grito qve d este nesse consoada antes d ebem passar para luz qve crescia e segve crescendo em crescendo o teu a lito alento! qve antes nunca dantes oviras nem fosse ovvida a tua voz na linha da propria essa a propria força de vida
ao se colocar ao pés a croa ao se elevar de novo oh senhora! que sabedoria de viver tão profunda em gesto sempre a contar os reis desta terra fecunda! as rainhas ao deixarem sev lvgar
foi de croa aolado sem trevas foi de croa aos pes da via da vida sempre ebem e foi com o lado alado a todo o lado navegado e voltou por ebtrios mares as tempestades
e
a s
m
a
rés
DOS LVGARES QVE BEM SEDESTINAM
DOS LVGARES AINDA A SE PRENDEREM
ao se ocnsegvir proteger
promoverem em via de vida ensinar o qve o tempo consiga
um ano um dia
para a via d avida saber
vma croa
sempre acendida
posta antes de se dara saida e à lvz o despreender
e dessa a lvz das entradas primeiras e das peqvenas lvzes soalheiras qve se viam
acimalá em cima aonde a brisa penteava o tev s er Mvlher!
e aonde amão ais a miga asim se ofertava se oaferecia para a pet«nteracom caricia leve
sobrio sopesar do peso do mar qve aleve dessa abarca qve mais bem sabe navegar...
e qvando e ande navegava no mvndo inteiro a s e ssaber cantar hoje na mais simples evropa encantada entre portvgal e a espanha bem amada a croa qve na cabeça se colocaram qvando em versos bem te s entaram qvando o trono qve nas e strelas escrevestes
viste e aconteceste e cresceste sem amsi se ver e das voltas das cordas
das naus mais bem - AO PORTO COLADAS
nessas brvmas qve sempre foram encarnadas
a ssim te elevaste sem mais bem dizer
assim te levavam sempree sem crer
e s endo crete aquiesceste e cresceste até mais nºao poder e sem poder nu nua nasceste e inspiraste outro ser a te bem conhecer
oh via de vida oh vida d evia a se perfazer mais do qve dvas apenas soam e tres precem estar a se deixar e sqvecer qvando e sem ter maneira nem madeira a barca da via d avida ainda invoca na evocação da cançãomais ocnsagrada do grito qve d este nesse consoada antes d ebem passar para luz qve crescia e segve crescendo em crescendo o teu a lito alento! qve antes nunca dantes oviras nem fosse ovvida a tua voz na linha da propria essa a propria força de vida
ao se colocar ao pés a croa ao se elevar de novo oh senhora! que sabedoria de viver tão profunda em gesto sempre a contar os reis desta terra fecunda! as rainhas ao deixarem sev lvgar
foi de croa aolado sem trevas foi de croa aos pes da via da vida sempre ebem e foi com o lado alado a todo o lado navegado e voltou por ebtrios mares as tempestades
e
a s
m
a
rés
SEMPRE QVE AS LETRAS REALINHAS OS SIMPLES ERGVEM SVAS VOZES SEM DIMINVIR A ESCALA TEMPERATA APENAS A FAZES MELHOR OVVIR E VER E SENTIR QVE REVERBERA NO TEU OLHAR O SOL ALVA A S ESTRELAS A ESTRADA DE BEM A MAR...
nessas esperas nesses esperares nesses amplos versos de braços qve bem amares e sempre amaste mesmo qve na ida da força ao ir-se da idade da mão te largaste qvando antes nos braços erraste de aaqui para lém de algvém para ti e antes ias na mais simples e bela barriga qve pvdesses tv ver por ai...
sendo a tva patria de nascimento sendo o tev trono sem qverer
qvando a vplta deste para acroa asim deteres na croa da tva propria sentença AD VIA E M assim a ovviste a viste abri sem saber qvae te encontravas nas avgoa smais bem prendadas nas avgoas desse doce amar nas avgoasaonde d epois d ependvradas as estradas deestrelas v«gravavas e delas s abias asime bem mamar amar asim e bem sabias nas a reolas dee e scrito em alvo s orrir as s enhoras coradas e belas a mae mais alta assim a ssistir ao aolhar de en«bevecido embelezamento e ao qve e ta em olhar dado de volta sem ter dados por d entro -a penas semse saber jogar o davas fiel pleno e pvro qval a ovtra força manifestava a mesma e especial lealdade - fraterna força e f'lis idade dessa qve no ventre se reconforte se reconfortava dessa qve ao s eio se entrava sempre netre seio e seio te fadava qval amanhecer doce canto1 qval hino entardecer doce espranto e dessa qve de verso em verso se deixava embevecer e crescendo qval vaga ao vento qval vaga no manhecer no amar e no crer crescendo qval ovala de espranto nvma melodia ao vento crescer e depois deixar-se levar nos sonhos na mem+oria na nostalgia de tempoe glória ali e aonde - paz trazia paz sem final sem ter tempo algo ora algvém bem a ovvia e sem saber ovtro batente porta de vida batia semelehante oh semel - igval oh simil oh similar oh ceptro qve voga por dentro oh espera esfera qve te propvsete a arredondar dos nove dez fizeste e nessa assim sedente jamais sedeste e deste as semenas em voltas ao todo tempo ao todo o ser ao qve foi ao qve é aoq ve poderia vir a chegar a haver - qvando houvesse o beijo mais vivo o beijar qe mais entristece qvando do ar se doa à lvz e qvando se doa o qser qve inspira em cor e ncarnada a via da vida À MAIOR a maior volta da vida a opção qve se toma vma vez tomada gêmea sendo sem ser atoa duas vidas sempre p'recem vma só enqvanto o tempo
s
e
e s
c
o a
sendo a tva patria de nascimento sendo o tev trono sem qverer
qvando a vplta deste para acroa asim deteres na croa da tva propria sentença AD VIA E M assim a ovviste a viste abri sem saber qvae te encontravas nas avgoa smais bem prendadas nas avgoas desse doce amar nas avgoasaonde d epois d ependvradas as estradas deestrelas v«gravavas e delas s abias asime bem mamar amar asim e bem sabias nas a reolas dee e scrito em alvo s orrir as s enhoras coradas e belas a mae mais alta assim a ssistir ao aolhar de en«bevecido embelezamento e ao qve e ta em olhar dado de volta sem ter dados por d entro -a penas semse saber jogar o davas fiel pleno e pvro qval a ovtra força manifestava a mesma e especial lealdade - fraterna força e f'lis idade dessa qve no ventre se reconforte se reconfortava dessa qve ao s eio se entrava sempre netre seio e seio te fadava qval amanhecer doce canto1 qval hino entardecer doce espranto e dessa qve de verso em verso se deixava embevecer e crescendo qval vaga ao vento qval vaga no manhecer no amar e no crer crescendo qval ovala de espranto nvma melodia ao vento crescer e depois deixar-se levar nos sonhos na mem+oria na nostalgia de tempoe glória ali e aonde - paz trazia paz sem final sem ter tempo algo ora algvém bem a ovvia e sem saber ovtro batente porta de vida batia semelehante oh semel - igval oh simil oh similar oh ceptro qve voga por dentro oh espera esfera qve te propvsete a arredondar dos nove dez fizeste e nessa assim sedente jamais sedeste e deste as semenas em voltas ao todo tempo ao todo o ser ao qve foi ao qve é aoq ve poderia vir a chegar a haver - qvando houvesse o beijo mais vivo o beijar qe mais entristece qvando do ar se doa à lvz e qvando se doa o qser qve inspira em cor e ncarnada a via da vida À MAIOR a maior volta da vida a opção qve se toma vma vez tomada gêmea sendo sem ser atoa duas vidas sempre p'recem vma só enqvanto o tempo
s
e
e s
c
o a
ressoa nvnca a tanger e sempre qve no eco de via de vida amesma vida A MAIOR SABE ASSIM REVIVER... eclipse de sol e lvar auréola de viver sem se parar de bem fadar
nessas esperas nesses esperares nesses amplos versos de braços qve bem amares e sempre amaste mesmo qve na ida da força ao ir-se da idade da mão te largaste qvando antes nos braços erraste de aaqui para lém de algvém para ti e antes ias na mais simples e bela barriga qve pvdesses tv ver por ai...
sendo a tva patria de nascimento sendo o tev trono sem qverer
qvando a vplta deste para acroa asim deteres na croa da tva propria sentença AD VIAEM assima ovviste a viste av«bri sem saber qvae te encontravas nas avgoa smais bem prendadas nas avgoas desse doce amar nas avgoasaonde d epois d ependvradas as estradas deestrelas v«gravavas e delas s abias asime bem mamar amar asim e bem sabias nas a reolas dee e scrito em alvo s orrir as s enhoras coradas e belas a mae mais alta assim a ssistir ao aolhar de en«bevecido embelezamento e ao qve e ta em olhar dado de volta sem ter dados por d entro -a penas semse saber jogar o davas fiel pleno e pvro qval a ovtra força manifestava a mesma e especial lealdade - fraterna força e f'lis idade dessa qve no ventre se reconforte se reconfortava dessa qve ao s eio se entrava sempre netre seio e seio te fadava qval amanhecer doce canto1 qval hino entardecer doce espranto e dessa qve de verso em verso se deixava embevecer e crescendo qval vaga ao vento qval vaga no manhecer no amar e no crer crescendo qval ovala de espranto nvma melodia ao vento crescer e depois deixar-se levar nos sonhos na mem+oria na nostalgia de tempoe glória ali e aonde - paz trazia paz sem final sem ter tempo algo ora algvém bem a ovvia e sem saber ovtro batente porta de vida batia semelehante oh semel - igval oh simil oh similar oh ceptro qve voga por dentro oh espera esfera qve te propvsete a arredondar dos nove dez fizeste e nessa assim sedente jamais sedeste e deste as semenas em voltas ao todo tempo ao todo o ser ao qve foi ao qve é aoq ve poderia vir a chegar a haver - qvando houvesse o beijo mais vivo o beijar qe mais entristece qvando do ar se doa à lvz e qvando se doa o qser qve inspira em cor e ncarnada a via da vida À MAIOR a maior volta da vida a opção qve se toma vma vez tomada gêmea sendo sem ser atoa duas vidas sempre p'recem vma só enqvanto o tempo
s
e
e s
c o a
sendo a tva patria de nascimento sendo o tev trono sem qverer
qvando a vplta deste para acroa asim deteres na croa da tva propria sentença AD VIAEM assima ovviste a viste av«bri sem saber qvae te encontravas nas avgoa smais bem prendadas nas avgoas desse doce amar nas avgoasaonde d epois d ependvradas as estradas deestrelas v«gravavas e delas s abias asime bem mamar amar asim e bem sabias nas a reolas dee e scrito em alvo s orrir as s enhoras coradas e belas a mae mais alta assim a ssistir ao aolhar de en«bevecido embelezamento e ao qve e ta em olhar dado de volta sem ter dados por d entro -a penas semse saber jogar o davas fiel pleno e pvro qval a ovtra força manifestava a mesma e especial lealdade - fraterna força e f'lis idade dessa qve no ventre se reconforte se reconfortava dessa qve ao s eio se entrava sempre netre seio e seio te fadava qval amanhecer doce canto1 qval hino entardecer doce espranto e dessa qve de verso em verso se deixava embevecer e crescendo qval vaga ao vento qval vaga no manhecer no amar e no crer crescendo qval ovala de espranto nvma melodia ao vento crescer e depois deixar-se levar nos sonhos na mem+oria na nostalgia de tempoe glória ali e aonde - paz trazia paz sem final sem ter tempo algo ora algvém bem a ovvia e sem saber ovtro batente porta de vida batia semelehante oh semel - igval oh simil oh similar oh ceptro qve voga por dentro oh espera esfera qve te propvsete a arredondar dos nove dez fizeste e nessa assim sedente jamais sedeste e deste as semenas em voltas ao todo tempo ao todo o ser ao qve foi ao qve é aoq ve poderia vir a chegar a haver - qvando houvesse o beijo mais vivo o beijar qe mais entristece qvando do ar se doa à lvz e qvando se doa o qser qve inspira em cor e ncarnada a via da vida À MAIOR a maior volta da vida a opção qve se toma vma vez tomada gêmea sendo sem ser atoa duas vidas sempre p'recem vma só enqvanto o tempo
s
e
e s
c o a
quarta-feira, 7 de dezembro de 2016
formar palavras e depois pintar formar prosas poéticas formosas pétal@s para depois se transformar
ao se verem e saberem
desse segredo a vozes
as silabas qve também
ficaram assim a espera
varadas
nesses
ohares
de
baixo
a cima
de cima
a baixo
qval
a ma
terna
lvz
qval
bem
se fadaria
ora se faria
qval no nosso
primor ao rever
a mais fina flor
O Fado nasceu um dia,
quando o vento mal bulia
e o céu o mar prolongava,
na amurada dum veleiro,
no peito dum marinheiro
que, estando triste, cantava,
que, estando triste, cantava.
Ai, que lindeza tamanha,
meu chão , meu monte, meu vale,
de folhas, flores, frutas de oiro,
vê se vês terras de Espanha,
areias de Portugal,
olhar ceguinho de choro.
Na boca dum marinheiro
do frágil barco veleiro,
morrendo a canção magoada,
diz o pungir dos desejos
do lábio a queimar de beijos
que beija o ar, e mais nada,
que beija o ar, e mais nada.
Mãe, adeus. Adeus, Maria.
Guarda bem no teu sentido
que aqui te faço uma jura:
que ou te levo à sacristia,
ou foi Deus que foi servido
dar-me no mar sepultura.
Ora eis que embora outro dia,
quando o vento nem bulia
e o céu o mar prolongava,
à proa de outro veleiro
velava outro marinheiro
que, estando triste, cantava,
que, estando triste, cantava.
vento
cév
mar
peito de saber amores e de saber amar..
lindeza TAMANHA!
CHÃO MONTE VALE!
FOLHAS FLORES F RVTAS D'OIRO
TERRAS verdes ou não
areias de verão ou do coração
pontes de areias perfeitas pelo chão desse prémioqve se a gta e non cessa de ter as margens ocnstritas e bem d'reitas;
o barco veleiro nvm rio num mar qvalqver
bucolica beleza da noite e do dia concerteza dessa nobreza de povo qve em hinos se conta se canta e se eleva e levanta qval fado digno fosse no sev entardecer...
Terra sacro a se ver assvmir consagrada com seva grado assims e perfaz a palavra antes d apalavra o fado pois nem vento mal bvlia qvando de cima e o d ebaixo se tinham desde sempre prolongado;
desse segredo a vozes
as silabas qve também
ficaram assim a espera
varadas
nesses
ohares
de
baixo
a cima
de cima
a baixo
qval
a ma
terna
lvz
qval
bem
se fadaria
ora se faria
qval no nosso
primor ao rever
a mais fina flor
O Fado nasceu um dia,
quando o vento mal bulia
e o céu o mar prolongava,
na amurada dum veleiro,
no peito dum marinheiro
que, estando triste, cantava,
que, estando triste, cantava.
Ai, que lindeza tamanha,
meu chão , meu monte, meu vale,
de folhas, flores, frutas de oiro,
vê se vês terras de Espanha,
areias de Portugal,
olhar ceguinho de choro.
Na boca dum marinheiro
do frágil barco veleiro,
morrendo a canção magoada,
diz o pungir dos desejos
do lábio a queimar de beijos
que beija o ar, e mais nada,
que beija o ar, e mais nada.
Mãe, adeus. Adeus, Maria.
Guarda bem no teu sentido
que aqui te faço uma jura:
que ou te levo à sacristia,
ou foi Deus que foi servido
dar-me no mar sepultura.
Ora eis que embora outro dia,
quando o vento nem bulia
e o céu o mar prolongava,
à proa de outro veleiro
velava outro marinheiro
que, estando triste, cantava,
que, estando triste, cantava.
vento
cév
mar
peito de saber amores e de saber amar..
lindeza TAMANHA!
CHÃO MONTE VALE!
FOLHAS FLORES F RVTAS D'OIRO
TERRAS verdes ou não
areias de verão ou do coração
pontes de areias perfeitas pelo chão desse prémioqve se a gta e non cessa de ter as margens ocnstritas e bem d'reitas;
o barco veleiro nvm rio num mar qvalqver
bucolica beleza da noite e do dia concerteza dessa nobreza de povo qve em hinos se conta se canta e se eleva e levanta qval fado digno fosse no sev entardecer...
Terra sacro a se ver assvmir consagrada com seva grado assims e perfaz a palavra antes d apalavra o fado pois nem vento mal bvlia qvando de cima e o d ebaixo se tinham desde sempre prolongado;
desde esse amor escondido no lvgar menos esperado
nos lentos lvgaresaonde nos vamos encontrando nesses aonde pe necessario +e preciso trazer ao de cima ohomem o sev valor mvlher qve vales tanto
qvando se trazem ao de cima as atigas e novas coerencias s saudos mais leg+itimos qve se encontrem mais além da smepre marcada sapiencia ora ciencia de en si não - assim q vando dizemos sim a coragem a vm coração
de novo ov de ver melhor assimm sendo livre apenas qvando se lembrem de se entreecer os qveainda s vsbistem
na cor a sva cordvra
na cor do saudo a sva maior altvra sem altivez de olhar de frente em frente
oh! lonjana lonjvra!
qve sendo hipérbole
parece
qve
já ningvém
a qvês
e ningvém
a fez
assim verdade
ora verdadeira
ora assim
coragem
de terra
integra
ora inteira!
sendo soalheira
qvando tirando
desses qve agora
se vejam assim
tanto e tantos...
e se vestem
de mil cores
e de mais
de mil amores
povco já os ovvimos
sorrir secreto
nvm lvgar concreto:
entrio betão
e o coração
doce alvedrio
oh! livre princípio!
desse amor escondido
qvando se trazem ao de cima as atigas e novas coerencias s saudos mais leg+itimos qve se encontrem mais além da smepre marcada sapiencia ora ciencia de en si não - assim q vando dizemos sim a coragem a vm coração
de novo ov de ver melhor assimm sendo livre apenas qvando se lembrem de se entreecer os qveainda s vsbistem
na cor a sva cordvra
na cor do saudo a sva maior altvra sem altivez de olhar de frente em frente
oh! lonjana lonjvra!
qve sendo hipérbole
parece
qve
já ningvém
a qvês
e ningvém
a fez
assim verdade
ora verdadeira
ora assim
coragem
de terra
integra
ora inteira!
sendo soalheira
qvando tirando
desses qve agora
se vejam assim
tanto e tantos...
e se vestem
de mil cores
e de mais
de mil amores
povco já os ovvimos
sorrir secreto
nvm lvgar concreto:
entrio betão
e o coração
doce alvedrio
oh! livre princípio!
desse amor escondido
terça-feira, 6 de dezembro de 2016
correspondencias qve começam a aqui e em verso - no ser na flor da criança e no titulo do sev ser - amado do sev ser admirado do sev ser sonhado ora a sonhar desses tres fios de seres qvais claros de lvz e de lva em pleno lvgar apairar qvais os qve ainda se resvmem no passado no passo dado nos ecos desse passoa se saber levar
nessas qve nos poemas e nos dias de poético saber perfazem odes melodias filarmónicos intentos do qve silentes calmos no próprio evento - assim varados consegviremos ver e sentir e elevar no sentir qvase em rodas tantas tantos abraços tantas palavras silenciadas ent'rios abraços livres qvais as mãos desatadas qve se apoiam e flvem ent'ios tvdos e os nadasnem fvgindo nem oprimindo apenas a sopesar o peso de vm abraço de vma mão estendida para bem ajvdar
qve se vnem para amparar ora para acariciar ovtras caras ora para se entretecer com omesmo fogo qve se estava assim a celebrar a passar mãos ao alto a altvra do coração mãos ao alto a altvra do olhar de a de mão de se ter sem se ter em conta perto ov longe paarece e bem depois no tempo qve nos da assim e nos solta e nesse tempo de novo a celebrar no silencio do abraço de peito a peito de mão em mão de palavra em palavra
- no silêncio desse som ( - "...en el silencio de las cosas qve dices...")
antigo e antergo qve bem sedava e qve mexia com todo o ser qve ora cresta ora cava ascendia e se deixava levar no lullaby debrams na nana qve qvem encontrava e cantava cantava com todo o ser a reberverar - assim todoovtro ser reverberando eram qval a melodia qval a fantasia desse sev doce canto desse sev doce trovar desse encontro silencio se afastando deixando ver qval enxoval de nvpcias nates de ser sendoqval o enxoval mais belo vestes novas qve provamos qve vestimos e levamos ali e aonde o tempo deixa de sê-lo...
nessa melodia do dia a dia do abraço a se doar em própria mão qvente e esgvia e no próprio lvgar aonde ovves ves e sentes e bem possas assim lembrar e nesses aonde ainda a sentes e vês e sabes qve bem te levam aonde no centro jorra o calor qve depois se transforma no svmo no licor na svmvla de vm gesto de vma palavra entre silêncios desse rosto sem cor nem correspondência a qve abraças olhos fechados com toda a sva a tva a nossa a vossa assim - transcendência...
correspondencias qve começam a aqui e em verso - no ser na flor da criança e no titulo do sev ser - amado do sev ser admirado do sev ser sonhado ora a sonhar desses tres fios de seres qvais claros de lvz e de lva em pleno lvgar apairar qvais os qve ainda se resvmem no passado no passo dado nos ecos desse passoa se saber levar ai aonde os titulos já pouco contam aonde os romancesjá não sºao de cor de mel - e aonde os abraços verdades e verdadeiros seres qve amam já nãopintam telas de vida em aqarel a -s em cor de pastel assim sendo qval nvma folha sempre constante o sev desabrochar desde antes por baixo em derredor vma orla a flor da vida em prkmessa a ocvltar ora a resgvardar com svs verde e verdadeira reverberando - verdade - qvando seja qval noite d elva cheia e de dia se coroam a a dvlticia a melodia qveera antes com a qve depois se ove qvais tres temas os maioresqve bem sabemos qve d elado alado nos completam por tvdo qo ve nos lemos o qve nos ensinaram e e screvemos e nos lemas e nos mottos e noscastelos de carregado ser aa empilar - milhares d eestrelas traçados de musicas mais belas esta -a tvaa minha a nossa em verde deespranto perene para bem se ver assim qval alvo alvor alvorada alva e sendo transcendente ao alvo a apontar o coraçãootempo presente!
e o abraço e o caminhar de mãoo em mãoo sem mais se parar
qve se vnem para amparar ora para acariciar ovtras caras ora para se entretecer com omesmo fogo qve se estava assim a celebrar a passar mãos ao alto a altvra do coração mãos ao alto a altvra do olhar de a de mão de se ter sem se ter em conta perto ov longe paarece e bem depois no tempo qve nos da assim e nos solta e nesse tempo de novo a celebrar no silencio do abraço de peito a peito de mão em mão de palavra em palavra
não falei
-
ainda
nos
montes e montes
d
e
va l es
...
- no silêncio desse som ( - "...en el silencio de las cosas qve dices...")
madrvgadas de cetim qvando olhas tv através de mim
velvdo seda tvdo
qvando olhaas para mim
qvando o tev olhar me avmenta e nos tevs ombros a voar tenho a certeza de ovvir o palpitar desse coração b«veraz desse som qve também saberás assim ovvir enqunato arde
e non arte no silencio nem parte qvando se entrega regressa qval vaga qvandoo oceano se encarrega de fazer sangrar a lva e das praias todas tvas assim estando a sva força asim se desinteressa e voga - assim ferro qve jamais se arremessa qve parte sem partir em bvsca desse tev s er desse sev tev amor desse coração qve nos eleva ali e aonde se d ança aonde se entrelaçam as artes e de aonde ainda flvem e conflvem os seres qve creiam e qve s abem qve da nada qval marcial assim arte desse entender qve trazer do nada sonhos e dos sonhos perfazer brisas e dos elementos elementais medonhos mostrengos de fim do mar pedrasdde som ras qvando a nss a lvz as iultrapassar e dos cantares dessesolvidados gremios voltem a se conjugar e nesse s s onhados prados e pradarias ebavto ovves e stas mvsicasqvais as bemovvia saber sabeodria a sim sabias aonde se aponta aonde se bem venha a colocar essa força qve flameja e qve no coração tem trono e hoino e non para d e jorrar...
antigo e antergo qve bem sedava e qve mexia com todo o ser qve ora cresta ora cava ascendia e se deixava levar no lullaby debrams na nana qve qvem encontrava e cantava cantava com todo o ser a reberverar - assim todoovtro ser reverberando eram qval a melodia qval a fantasia desse sev doce canto desse sev doce trovar desse encontro silencio se afastando deixando ver qval enxoval de nvpcias nates de ser sendoqval o enxoval mais belo vestes novas qve provamos qve vestimos e levamos ali e aonde o tempo deixa de sê-lo...
nessa melodia do dia a dia do abraço a se doar em própria mão qvente e esgvia e no próprio lvgar aonde ovves ves e sentes e bem possas assim lembrar e nesses aonde ainda a sentes e vês e sabes qve bem te levam aonde no centro jorra o calor qve depois se transforma no svmo no licor na svmvla de vm gesto de vma palavra entre silêncios desse rosto sem cor nem correspondência a qve abraças olhos fechados com toda a sva a tva a nossa a vossa assim - transcendência...
correspondencias qve começam a aqui e em verso - no ser na flor da criança e no titulo do sev ser - amado do sev ser admirado do sev ser sonhado ora a sonhar desses tres fios de seres qvais claros de lvz e de lva em pleno lvgar apairar qvais os qve ainda se resvmem no passado no passo dado nos ecos desse passoa se saber levar ai aonde os titulos já pouco contam aonde os romancesjá não sºao de cor de mel - e aonde os abraços verdades e verdadeiros seres qve amam já nãopintam telas de vida em aqarel a -s em cor de pastel assim sendo qval nvma folha sempre constante o sev desabrochar desde antes por baixo em derredor vma orla a flor da vida em prkmessa a ocvltar ora a resgvardar com svs verde e verdadeira reverberando - verdade - qvando seja qval noite d elva cheia e de dia se coroam a a dvlticia a melodia qveera antes com a qve depois se ove qvais tres temas os maioresqve bem sabemos qve d elado alado nos completam por tvdo qo ve nos lemos o qve nos ensinaram e e screvemos e nos lemas e nos mottos e noscastelos de carregado ser aa empilar - milhares d eestrelas traçados de musicas mais belas esta -a tvaa minha a nossa em verde deespranto perene para bem se ver assim qval alvo alvor alvorada alva e sendo transcendente ao alvo a apontar o coraçãootempo presente!
e o abraço e o caminhar de mãoo em mãoo sem mais se parar
segunda-feira, 5 de dezembro de 2016
para vma amiga "have yov fovnd - com 've ov sem'v e sem ended " a boy fried - or - a girl friend arounda "here" - since g«here and there to be and not to be - seems as breathing and the other breething witovthouv non sense hav yov? on the poetic rhyme fovnd what you've come here to find?
nesses volvmes de prosas aonde me encontro
qvando vogopelos pilares de estradas de strelas por aonde se - contam
as letras as svas alegriasas de todos os dias qve já ãi virão e pelas qve vieram e forma litanias de prosas em prosaicas flas a vmasó devoção - A CANTAR OS DOCES CANTARES E OS CÂNTICOS DOS CANTEIROS POR AONDE AIND APASSES NOS RECANTOS DE AONDEAINDA E COS D EP+E ANTE PÉ AONDE POISARES assimq val na terra mais bela qval rodeada desses e dessas qve lhebem dºao a razão e dessas e d esses qve eovvem o e co das pedras cantar ali aonde paira o coração
ai aonde as marés se entrelaçam e nrolam vogam a vançam e depois se deixar oir e vogar ali e aonde os ventos as ventanias os ventanais ali e aonde se vejam e viajam todo sos dias e se entreteçam por alegre cantar de devoção...
ali e aonde se aliem os cantare smais simples os mais complexos bricados de chave em chave os svstidos largos cvsrtos bem sopesados e desde as itrines qvando as vejas ao passar as imagens de reflexos viventes ensejos qve tv não sentes asim a tilintar apiscar a te falar sem se s aberem bem ovvir sem se verem ao se trocar de lado alado o espelho virine amiga! +e translc«vcido para qve a tva e aminha vista a ssim consiga o ver os aber o s er s vstido e non mais perecer apensar no lvstro da janella por aonde s e tera ora entrad ora etsraviado ora se terá revnido com o qve bem se s opesava dentro do ser qve não termina e aonde se pensa qve se achava
(travalingvas das coisas de se perfazer qvando e como faziamos antes sem nos deixar de rir e s egvir)
qvando vogopelos pilares de estradas de strelas por aonde se - contam
as letras as svas alegriasas de todos os dias qve já ãi virão e pelas qve vieram e forma litanias de prosas em prosaicas flas a vmasó devoção - A CANTAR OS DOCES CANTARES E OS CÂNTICOS DOS CANTEIROS POR AONDE AIND APASSES NOS RECANTOS DE AONDEAINDA E COS D EP+E ANTE PÉ AONDE POISARES assimq val na terra mais bela qval rodeada desses e dessas qve lhebem dºao a razão e dessas e d esses qve eovvem o e co das pedras cantar ali aonde paira o coração
ai aonde as marés se entrelaçam e nrolam vogam a vançam e depois se deixar oir e vogar ali e aonde os ventos as ventanias os ventanais ali e aonde se vejam e viajam todo sos dias e se entreteçam por alegre cantar de devoção...
ali e aonde se aliem os cantare smais simples os mais complexos bricados de chave em chave os svstidos largos cvsrtos bem sopesados e desde as itrines qvando as vejas ao passar as imagens de reflexos viventes ensejos qve tv não sentes asim a tilintar apiscar a te falar sem se s aberem bem ovvir sem se verem ao se trocar de lado alado o espelho virine amiga! +e translc«vcido para qve a tva e aminha vista a ssim consiga o ver os aber o s er s vstido e non mais perecer apensar no lvstro da janella por aonde s e tera ora entrad ora etsraviado ora se terá revnido com o qve bem se s opesava dentro do ser qve não termina e aonde se pensa qve se achava
(travalingvas das coisas de se perfazer qvando e como faziamos antes sem nos deixar de rir e s egvir)
qval o valor primeiro em cardinais prosas a saber reconhecer
o tempo em nós
para nós flvi a favor e o espaço
qve bem ocvpamos mvda de qvalidade
esencia e reverberação e côr e fica "perto" dessas
- correspondências de cor a cor...desde o coração Universal:
enorme latência ao ser de origem mensagem transcendental;
- ao coração
mais peqveno o lvgar aonde aparece enorme onde bem se entretece,
em momentos os mais amenos os menos igvais trazem memórias novas
para os tais os seres... qve ainda provcvram serem originais...
- desde o coração maior!...
para nós flvi a favor e o espaço
qve bem ocvpamos mvda de qvalidade
esencia e reverberação e côr e fica "perto" dessas
- correspondências de cor a cor...desde o coração Universal:
enorme latência ao ser de origem mensagem transcendental;
- ao coração
mais peqveno o lvgar aonde aparece enorme onde bem se entretece,
em momentos os mais amenos os menos igvais trazem memórias novas
para os tais os seres... qve ainda provcvram serem originais...
- desde o coração maior!...
sábado, 3 de dezembro de 2016
transformar vm abraço nvma forma de arte ov nvma via a pairar no ar de qvem se inspira e no alento de qvem se doa vma escla de vive vma forma de se prezar o proprio o ser vma forma de se e vocar qve nem tvdo mvdov de lvgare qve os esteios mais firmes e verdadeiros também passam pelo saber abrir
de par em par os braços em pleno ar os regaços para a colher para no peito receber para nas palmas das mãos agarrar o ser qve se é o qve bem se doava o ser qve se entrega ora o qve mediava e non meditava nem procvrana a transcendência nem vma obsra trama nem a ultima foma da ciev«cia procvrar o ovtro procvrar o ser irmão fraterno sempre dialecto perene qve passa até de mão em mão...
de par em par os braços em pleno ar os regaços para a colher para no peito receber para nas palmas das mãos agarrar o ser qve se é o qve bem se doava o ser qve se entrega ora o qve mediava e non meditava nem procvrana a transcendência nem vma obsra trama nem a ultima foma da ciev«cia procvrar o ovtro procvrar o ser irmão fraterno sempre dialecto perene qve passa até de mão em mão...
dizeres antes do natal no dia de acção de graças por ai além aqui também ....
no ser irmão
o sev irmão ainda esteja
o irmão da filantropia
da fraterna idade desse SOFIA
qve fios tecia à HVMANIDADE
ao se saber qve filosofos somos
sem seqver nos apercebermos...
fraternos
sons qve soam qvando há alegria e de-redor dois ov tres assim se doam e bem adormecem e bem se elevam no ar qvando depois os olhares embevecem doam alegri aali e aonde bem se poisar...
sempre
nesse
sev dialecto
peremne
esse
dizer
sem nada acrescentar
a obra precendente (tv ev jamais avsentes assi jamais a faltar a falar o amor coerente circvlo de vid a fluir de mão para mão de sorrir para s orrir de olhar para olhar no sentir nesse o sev doce oceanico lamento esse tom de vida sesse o s ev fvndamento)
qve se veja e voga e se espaira e expande para bem se celebrar...
esse amor do coração qve também se passa de mão em mão...qvatro vnidas por vezes dvas ov tres por vezes seis (conforme as barrigas:)
o sev irmão ainda esteja
o irmão da filantropia
da fraterna idade desse SOFIA
qve fios tecia à HVMANIDADE
ao se saber qve filosofos somos
sem seqver nos apercebermos...
fraternos
sons qve soam qvando há alegria e de-redor dois ov tres assim se doam e bem adormecem e bem se elevam no ar qvando depois os olhares embevecem doam alegri aali e aonde bem se poisar...
sempre
nesse
sev dialecto
peremne
esse
dizer
sem nada acrescentar
a obra precendente (tv ev jamais avsentes assi jamais a faltar a falar o amor coerente circvlo de vid a fluir de mão para mão de sorrir para s orrir de olhar para olhar no sentir nesse o sev doce oceanico lamento esse tom de vida sesse o s ev fvndamento)
qve se veja e voga e se espaira e expande para bem se celebrar...
esse amor do coração qve também se passa de mão em mão...qvatro vnidas por vezes dvas ov tres por vezes seis (conforme as barrigas:)
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