A DE E

mensagens dos corações mais amenos
- textos grandes em espaços pequenos...

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

para as crianças de risos fvgazes um anoitecer para vm anahcere qve nos fasz olhar de par empar e crer d enovo estar aonde não poderiamos no norte mais acima a espera das prendas qve o presente envia e nós não víamos...

ao amanhecer parecem curtassvas asas
no ocaso do entardecer se estende
qval sombra ali e por aonde ainda passas...

e se transforma
e te transformas
nvma madrvgada
a
ser
     e
a
ser em virtvde
e
nvma manhã fria
qve ao calor
mais simples
assim não se ilvde
nem se deixa de dizer

mergvlho na noite mais íntima
por fora apenas a dvras penas
o ser sev  a transparecer

e transparencias mais de mil filigranas
de pratas das avgoas  são nos dadas

e dessas mais de  uma
sendo assim
adquire sva tonalidade
em sev nome
sva  voz  tev renome

em ecos primorosos a pintar

pela  tva própria anima em ánimo
de a saber levar ali e aonde se  qveira
ali e aonde faça  bem falta ali e aonde
o mergvlho desse orgvlho
amor proprio se eleva e se levanta

risa fresca madrvgada avrora
alva e celeste nesta qve nos deste oh natvra oh mvsa amada
o ser em pelenitvde qve se mostra  na noite mais alonjada
entr'os  sonhos a bem trazer mile uma filigranas para de vida  assim preencher para  dar vida em cada uma das svas facetas fvgazes e as trazer mvndo a foraaté ali emais além aonde s ejam os sevs  subtis trejeitos capazes.... de se ilvminar em  tidese  apreenderem a sssim - sem saber qve stando parados fluem smepre e desdetodos os  lados quais lagos e lagoas lagos  gelados   sentimentos qve doas ao bem acalentar o alento sempre  lento para os colocar um a um a se saber somar...

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

dedicado a nós nessa idade qvando acontece a vontade de ir mais além lembrandoà vontade o qve já nos levov e bem a braços d ados e bem apertados e bem assim levantados o rosto o mento e o olhar e bem assim tratos trechos levados da poesia dos prosaicos brados - qve tratos de vida também soam e são

à criança interior qve somos e sempre  perfaremos  criativa inventiva livre se  fosse qval bem a vemos  qval bem a sentimos qval bem a fazemos   soar reverbera  a ssim liberdades e traz o  fogo novo qve pvrifica apalavra amar qve  refaz o ser ao se perfazer q ve no âmago desperta  as  avgoas e nesa lvmen a seiva da vida sabe entretecer e  rever em versos  advinhas poemas brincadeiras comezinhas essa também és tu esse também  sov ev em   versos bem proclamados em silêncios em abraços em lvmes mais bema cesos  qve  círios nos olhares levem sempre ilesos aonde qver qve seja necessário 
oh!  amizade sem idade !
oh! ser  qve a anvncia em verdade!...




assim nessas lagrimas sempre tvas sempre nossas qvando as partilhamos no silencio somos qvais renascidos e mantemos o lvme  baço o lvmen baixo por bem nascer  mais  o lvme da vida nova  qve e ssa amizade  emsi  sabe  bem perfazer...

nestas qvestões e novtras a devoção do primeiro espaço corresponde a do ultimo abraço - para bem o preencher; (sempre assim até renascer)

e essas simples sensíveis idades qve se estendem  doravante  por eras ternas em breves  eternidades qvando chega mais um ser Hvmano e se  some  e se soma a diferença  esteja em qve volte  com uma  estória sua com uma gargalhada qve atva despreendedo sobras e d vvidase trazendo de novo o  crer,o qverer e o bem qverer e assim a bem perfazer

com algo qve  asim emsi mesmo  mesma  assim se resvma  numa ode qval  bnvma sinfonia de  Homem a Mulher; de Mulher a Homem e  etre  si  irmãos  dad@s  irmandades fechadas qve se estendem sem se notar  qvando aleria passa de casa e em casa recai e poisa ali e aonde  bem se esperava  qve  se precisasse ainda de se saber olhar...

nossos sonhos de leveza III

(...)

nossos sonhos
ao de leve
para ser
em bem
dizer
bem
real
e
em valor
e valorizar
essa força qve
ao derredor ainda anda
e  voga se a apreciares
se a precisares ainda...
possas vir ver deesde o sonho
de algvém o sonho de qvem
te olha e abraça e
a qvem o sonho de qvem é
de ser sev  de homem e de
ser a mais algvém qval mvlher
e é sendo via  da vida qve escolhe
o papel qve se há de fazer e nessas linhas
por  vezes se encolhe... qvais rvgas da idade
 qve se ovvem desde o recém nascido e na via da vida
depois ah! recém nascer! sem qverer sendo tido  vivo
ao  qve  era e é sempre  a promessa o dom prometido:
o qve se transforma,
qval nvma letra,
nvma prosa,
por ventvra ainda a arder
compaixão ardente nessa nossa
- sva minha tva vossa nossa força
qve se resvme nesse declamar
de qvem ainda e bem assente;

Vm abraço não imaginário dentro do imaginário do dia a dia da criança do jovem advlto da advlticia da recém nascida chama de temperar textos e prosas e versos e gentes e armonizar o mais pvro olhar

e em volta de tanta ardósia
ainda paira nessa sala
de aprendizagem corrente
vm ser coerente
entre mente e a razão

entre o sentir
do sentimento
e por opção
de devoção
pair'ai vm coração

ao ser leve leva o sev sentir
ao ser com compaixão
ao de leve leva o sev por vir
e ao ser qve se eleva e menos
se elevasse

o qve se sonha
e se inspira
e em sonhos
trovxesse
e também
se
celebrasse
em mil ideias  imaginadas
em sonhos qve partem do tvdo e   ao mesmo tempo  do nada
e em  sonhos a trazer devagar
a consciencia
desta nossa realidade e na realidade a se perfazer
em obras estando  a par e sendo assim aparecidas
 qvais   os abraços
lado a lado
qvais as  nossas
próprias vidas



procvrando a ternvra no PRESENTE DADO

qve cátedra também existisse
de reconhecer e partilhar
neesse sev estar
nesse sev olhar em olhar...
sem elipses
qve deiam
a grandes
voltas
meias
voltas
qve
tanto
amei
e qvando
se viram
e se mostram
à volta
do sev
pólo
de gravidade
se encontram
qval melodia
qval solo
em bvsca
dessa sva
mais terna
 idade

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

composição para as crianças qve ainda bem são- crianças qve ainda bem...

peqvena  hvmilde e sempre  e bem acompanhada:
por dentro
dessas estórias
ao se verem
ao olhar
ao saberem
bem ovvir
com a sva
pesona mais
simples

e nessa força mais simples ov menos bem elaborada  

ao vermos em espelho o abraço da de sio tom mais jovem e ao vermos e sentiimos entre os braços doa calor e candvra força e formosvra qval a semente ainda por vir e a imagem da arvore conhecida qve na fantasia é já crescente crescida qvando assim se alimente de vida - nova..

das nascentes asas  fluentes  avgoas qve passas  sem ver  desde a imaginação tão  leve qvesustentas ao bem qverer
qvando as abraças assim as saas a bem se ver  elevar e  os poisaresos poisos desses sevs pares
de olhos   em plhar asim se d emonstram qvais rios   em fluidos  sempre ternos  em fluidos humanos e s empr evivos  qvais  avgoas nascentes nos  desertos
qvaisos  lvgaress egredados aonde  aind apram pelo ar  qvente  e  qvando oasis  vejam  aonde  havia  apenas  cevs abertos  vejam  as  a rvores de novo anascer  os f  rvtos d enovo a se  dar e   ao longe  vma alegria uma esprança  qva na e strada d avida  se   acontecem nos volta a  preecher d evagar
se bebe depois de anto vager e  depois ocm coragem  coma  cor  dessa aragem com  a velocidade do s er a sonhar preenchendo via  de vida via  e  vida plenas  em abraço ao reverberarem
lvzes novos
lvzes  masi do qve correntes as dos cévs translvcidos nas  e srelas  estradas d e  estrelas sorrdientes em  tev olhar  depois de  noa raço apenas  ao ovtr aldo de vm espelho baço parecer  qve  consegves  ver o  final eao regressar ao princípio e ves tantas e tantas qvais no inicio e  não sovbeste  bem ovvir a mensagem do coração silenciosa mensagem qve passa de  prosa e prosa e  qve se  estabelece na proeza mais formosa qve poesia saiba assim ainda ao qverer segvir

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

brilha ardente a alegria em ti qve a trazes e qve bem me comovia até a deixar de trazer a gora +e elaqve me leva a mim a cantar o sev bem fazer

em cada dia no qve a alegria
por dentro brilla e é

qvente e nos empolga assim tanto!

apelo de se ir voltando ao ser...

e da procvra desse em  f´licidade
qve estando constante em todos os momentos
prova  qve é  etérea terna silenciosa
e ainda assim tem sev fvdamento

por ent'rio os sentidos e os sentimentos

as tragicomedias do dia a dia qval a oser criança qve sempre nos desafia - asegvir a procvrar mais e mais a prossegvir caminho mais além do qve os otro smais nos digam +e o caminho de estrada mais o caminho sem ter estadia

qvando o mvndopaece deixar de girar
pelo qve se ovtorga no dia a dia
pelo qve se honra ao passar a letargia
qve bem se esqvecev e o amor nesse sev
hvmor e ao ánimo qve prevalece
para vir e saber contar
mais uma estória de rir
 ov de chorar

nessas tragicomédias
mais qvais as melodias
de todas as nossas noites

de todos os nossos dias;


abraços e sendo abraados nas orlas mais simplesaondea inda jazemos tombados noamanhecer desse festival de lvz e de vida e no entardecer dess'ovtroem casa em s egredo em circvlo de sev ser chamada reacendida

para os eres qve despertam
riso de orelha a orelha
social em campo aberto
entre tantos e tantas qve se desdobram
por ovvir e  ver e ser o ser qve nessa a sva obra
se perfez se perfaz e nesse
antes de verse em berce se movia e  nesse  no ventre
entr'io  sei  assim  nos comovia e nos comove!
qve se ensona  assim a via  da vi a para ali e mais além de aonde ainda se assvme e  se  - concorre
para o ser o qve já se  era e se via e vida assim  sendo segvndo pilar  dos tres em cada  canto qve mantêm o qvarto  ergvido
aos cévs as estrelas mais brilhantes
qve reflexo algvm te possa trazer
nos  atapetados  verdes de verdes todos os  fios entretecidos hvmanizados
assim bem honrados
ao se poisar as plantas dos pés


e imensas! as vagas cessam e sev poder se apascenta qvais os da terra integra ser integral-  inteira!
qvando o sev delicado corpo  sobre estas pradarias se deitano ventre de qvem  está e nas costas de qvese deita  assim acalentando assim em apoio mais forme o amor daterra o amor do ser hvmanopelo sev ovtro tanto - de  HVMANIDADE! sedente  estando  assimpleno e prenhe de viver e assim via  de vida doando

e sedente  desde o  espaço em  derredor  colvnas altas qvais frondosas arvores de flores  qve serão frvtos  qvais  as flores  antes de se  darem para frvtificar
e  qvais as sementes qve aprovveram  se transformaram em ser sendo-o  igval, parecido,  discreto:
o momento no qve as paredes se transformam qvais  os mais amplos reflexos completos ao se bem abraçar de abraços firmes perenes  os hvmildes - arbores e arvoredos  nos lvgares degeração em geração segvrando os ninhos de viver e as  vidas qve em legtimidade se lhes formas assim
ora dando
ora  svstendo
ora  realizando
 o sonho
ora  sendo participes
desse sev próprio segredo se concretizando


 ainda vão saber mais da via da vida e do s ev tom e desse som qve os embala de noite ov de dia  assim  qval o s ev tamanho a sva cor  e correspondencia  qvando fala svavve e flui« serena sem ter menos impaciencia do qve se  vtrir deespaço de cev de terra d esse mar  salgado desse rio  sereno dessa arvore de aspecto bem elevado dessa incencia no  sev levar oolhar o r iso o barço o toqve  qve bem depois se  volta a saber - entregar
circvlos sme final  circvlos sem fim apenas  a fluirem  de ti para  o mais além e desse - e de mim - para ti ovtra  véz sem desdém sem   comparação haja a possibilidade de se marcar alivre vontadeocm amais plena opção do som dessas s intoias  dessas alegrias  vogando desse mar  de  vetvras mais  altas qve de frias apenas a s estrelas em ti   QVENTES JAZEM  CINTILANDO - no tev olhar

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Nesses poemas qve bem se entregaram e nessas poetisas e nas mvsasqve bem se fadaram e nos fados destinos assim e bem por demais qqve estando sempre em cima qvais lagrimas d ivinas descenderam qvais chamaradas tais - ser rios de viver círios de s entir sendo lidas as svas virtvdes ali e aonde a flor da vida ainda se deixe a saber ovvir..e depois a se ver a abrir em mão bem poisada e poisa em tva mão na minha aonde é bem amada

para os robvstos
e sevs seres tais qve nascemos  ledos  virtvosos e plenos e  renascemos todos os dias igvais parecidos  mais bem definidos qvando parece qve palavra temos e sentindoo sentido vivo desse animo qve renasce-  esmorescendo
os bvstos e os  castiçais

surgiram robvstos os bvstos e os castiçais
qvais sirios de velasacesas qvais promessas
jamais sendo presas qvais seres qve se doam
e por bem demais as prosas qve nos marcavam livres se deixaram
e talvez ficaram nesse ser original
qve és tv se bem lembras  qve se leve e se to bem vêem lembrar
qvais seres qve  ainda ecoam  e no dever de reverberar
dessa vereda de verde a svster
espr'ança assim ao passar e depois
de passar ah! jamais se desvanecer

com o coração tres vezes sem se notar aprendemos tanto tanto qvanto amor ainda estiver em berce para se poder doar...

mais além domisterioso abraço das estações
mais alémdo misterioso abraço dos corações
esse qve no inicio  nem se sabia e acompassava
ainda qve  dentro da barriga
e no  seio ao se saber sentir
ainda qvede dois  e  qvatro se dividia se mvltiplicava amedida qve se  via a crescer
e qvando a sva similitvde fosse assim tanta e mais além
algvém  surgis de brvcesa nadar coo ningvém
algvma vez ensinasse
e  se   se deixasse
a  voltar a  doar inspirador  brado
como se  lagvém nvnca sovbesse catar
e  depois a se elegrar nomai simples e   recolhido canto
dobrado ao se  silencia
nesse peito ardente e compaixão
a  raxão de animo qvente
a se deixar nvm adejo de mão
a svster o qve ainda não via e  nesse ovtrocoração a svster aqvem e   como e qvando  não  sabia
assim a ver-se reergver
e a ver-se em berce   su«vstida a via da vida e qval sev bem  ov mal  saber assim  o sev s vstento antes de o s er já a sim  --   advindo e d ividido
sem se chegara a estar  estando integra plenae viva na palma a se  saber  levar
da mão qve a ssim a qvece e  bem  acalenta
e nessa qve se imagina qval saber vogarqve do lvmedolar desse  fogo também  sabe e se leva sem  ser emenat ser fv damental
sdesde o princípio  tido  qval  ser origem ora original
esa qve todos e xperienciamos d etão original qve possa ser
qve depois  e mais atrde voltampos e não lembramos
o abraço  o  qve nos  doobv o  cração a saber cantar entre catares vns primos  latentes ovtros a  letejar o  sev ssvtento  sendo asim  qvase parese nos  ciclos desse respirar  assim adejos e bem  estando qve  e stão  todos    ligando o ser belo  estranho lar  qvente nos  cilcos respirando
parecidos ao se acompassarem a medida qve se vão reconhecendo e  qventes e s vab«ves  em sevadejarà  medida qve se doam e se vão as sim perdendo na pele  e no  aroma  adeqvado  dessese r de lvzidia força e  de chamar oh  chamarada  de ser nãoirado qve se atrevea inspirar para dar tamaho brado q vem e steja alé m mais além para  bem vir e ver o sev sossegar

sábado, 10 de dezembro de 2016

NESSAS MEMÓRIAS OVSADAS

qval nessa ovala qve bem começa a ser promessa
bem qval a  seguinte  branca ao peito por escolha de amor e qval o cravo mais simples mais  transparente e vmilde qve de branco se  qveira no sev castelo antergo asim dosfarçar  dessse alvor qve leva na testamagestade sobre a s orelhas na fronte tiaras de magestade  sobre o sev  cimo  relvz a via da vida e a verdade  dessse  etrem passado os tres arcos entrançado e se ter  chegado a via de saber qve não se doa e  sendo do ar amais  fria a mais firme  ao se doar +e da  linha qve se canta d enovo e não se esgrime se dá e non se povpa nem se apovpa se entrega e nem qve  fosse em pleno  - meio da praça ao se voltar a trás se recvperasse  se bemlembrasse qvatos  foram e qvanto smais  nao so os meses os qve antes de s er e speravais e  qvantose qvantas as voltas da dança d avida qve lhe  destedes qve bemsvbestesdes  dançar emplena perspectiva e  qvando assim se entretecevqvantas as penhas de viver qvatas as de bem nascer e qvantas as qve ainda non se deram ao qve aindanem svcedev prmessa latente presente veraz assim ardente  o  ser s endo o presente o abraço olaço qve  asim se  entretece e se perfaz...

e das mais qve viram diamantes em vez de seres a se entretecer viram todos os dias os romances em nome de jogo de dança e de se saberem enaltecer sem perder a mora sem perder o tempo sem se perder a hora senhora senhor esse o sev fvndamento

das penhas vimarantinas
das penhas de avgoas perdidas
dessas as penhas de todos os dias

sociais  banais correntes igvais
ás avgoas aos risos aos lvgares
únicos sendo os momentos
nos qve entras e te vales e te doas e te d ás e no viver mais intimo da emoção nem pesas estás lá...

e sabes o verde  de  verdade qve pisas qve piso sem   ter em conta aidade...
nas penhas sempre igvais.... altas... altivas.... antigas senhoras de rocha e de vida

aprender desde o inicio e ir crescendo desde as sementes ao vento as sementes bem plantadas poesias mais do qve rimadas




entre os textos primorosos
textos por entria estiva
desses qve se alumiam
e
desses qve nos ilvminam

nesse recanto
nesse cantar
nesse canto
a onde
o verso
não para
de ressoar

assim e nesse estadio
sem medida
sem ter de ser medido

todo pvro assim no brio
assim no Estio promessa
qval em sêmea e em sva
alvorada assim em derredor

qval na casca da semente
qve se jaz qvando é
latente antes de despontar
em plena Primavera amada

dessa Estiva
antes de o ser p'rece
qve o ve o qve...
o qve não o havia...

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

ver a lvz ov dar a lvz dentro antes as avgoas e antes a calma e antes - o ocaso e antes o ser qvenos d eu a viver a via da vida e o sev bem perfazer.....

nesses gestos peqvenos palavras de vida nessas palavras de vida qve temos  gestos de alegria a sva  sonoridade e encanto eco de tanto... de tant@s!....

ESCREVER AMBAS AS LETRAS DE A AO SEV SENTIDO ao centro qval vagar de mvlher e sev tom acrescido de voz grave ora agvda entretecidas inspiradoras qval ovtra voz qvando sendo UMA

Qvando se repetem os temas e se repetem poesias e poemas vem  
oh! via devida! vem pairar  sobre mim entre nós mais  
um dia vém e saúda tua própria energia essa a da tva própria força 
em forma de hvmanidade ali e aonde ainda se  valia 

-  a via e a sva reverberação e a essência assim sempre  cristalina
e  desse  qve era  qve é desse som qval igval o diapassom 
nvm pontão belo sonoro  e o somda sva sonoridade
noutro o sev ovtro tom tão igval e  na palma da maão sendo verdade  
ocncedid@ ao se sentir 
em todo o ser 
em todo o lvgar 
no qvarto aonde
se possa ora dar 
ora orar...assim 
sem mais.... 
sendo som sem dó... de peito
e sem silencio no silêncio 
a faz refractar 
e  poisar ao de leve ali aonde ainda faça falta trovar


   q
  ve 
 seja 
e 
  se 
 poise

  para
  bem 
  s
e

fadarem 
os seres 
com sva 
graça e os
seres com
 sva virtvde
 a serem de 
novo a a par...

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

dando voltas se perfez este peqveno grande mvndo e todo o ser grande nascev qval criança... frvto da espera e da espr'ança

sem qverer  hoje me disseram
qve de amores de março tantospuderam em  13s de ovtvbro de junho e mais
em  8s de  maço a dezembro e sem parar a imacvlada  conceição seria  um milagre em prosa de nome Maria
amaria assim e bem amarés
sendo dito simples a croa a sevs pés...

PARA AS CRIANÇAS VER QVE O CARDINAL PUÇANTE VERSO EM VERBO APONTA AO CENTRO

Apenas nvma estória contada lés a lés
no mundo inteiro itima a memória para
 ti qve bem a vês...
qvando se  lençam as mãos do cvidar sem factos apenas a bem fadar sem  destrinçar a espvma qve nos ensinaste a navegar pvra e pvrificadora qval a vgoa do mar sal  e sagado o derramar da slagrimas tantas e tão preciadas e preciosas por bemamar e tendo  sendo a sim  amas h«gardénias a gvardar domar   e  do jardim aonde  estas tenham aenfim - qverido
assim desse hjardim das mais simples  esperas
jardim das  doiradas laranjas  desses rios qve bem eram
e desses qve s egvem sendo e d esses qve s egevem por bem dizer  essas qve apenas se  abrem  no sev tempo certo e  apenas  sochoram sva cor  sev  eter - na terna memora do aconchegar  no calor vivente do s aber levar
em palmas
de mãos abertas qvais nas lagrimas  simples e nas palavras certas
qval silvas e  saivas  as pratas mais  formadas as perolas mais preciosas nos  dialvares nos  alvores nas a voradas nas alfvvras no ser alvo  assim e sem mais  qvando brancas e tereas terrens  são por bem  se deixarem  estar a se  bem prendarem e sem +erdere e sem poder asim a  lvz  se  integram e  sendo alvz ao deixar eclipse clarñdo cegam e os olhos  trazem a bem a brir apenas  sabem os ev  latejar o som o tom  desse  ser qve os  ajudov a surgir
qvais as rosas  aads palavras qve nos bem  dizem avando sem espinhos   assim as  svas gemes  gemas soam tomadas  soam amadas pelos mais altos  liros  vi diademas ao sol  vi  temas e cantaros  vi os mais atos a se d eixarem  ser por amor   ao  ser empeito  qvando esoclhem dia a dia o serq ve amam e  non torcem qval espinho aberto na   palma a correr encarnando  em destino certo  lagrima do cev aarder e caindo aonde nem  arde  nem se deixa assim  e svair  +e  o  sangve  qve bem se prea e se sabe d epois   continuar a fruir
ora a frutificar e depois   gemas de vida semeas  semelhantes semele para os  antigos inquietantes poemas e as mais alvoradas qve ainda se  detenha em - prosa se tenha  por valor e valer a pena e plvma qve a canta e  aconta d enovo  seja a flor  da avgoa  seja a  do parecer qval ovo seja a de nascer em «'verso no  fusil asssim em cima  coroada  qval  coroa de verde intenso de epsrança sempre bem encontrada e de  rvbro  ao sol poente   qve d ando ao   oceano inteiro sev berro de nascente a nascente  assim e sem mais  qvando a senhora das agvgoas  ovtorga e  o sev reflexo jamais dizem mais!...

as marés às maes a s ma dvras flores do rosal sendo vmas qvais ovos d epomba alvas e pvras sendo as ovtras cravo branco desse ser - imaterial

DOS POEMAS E DAS POESIAS
DOS LVGARES QVE BEM SEDESTINAM
DOS LVGARES AINDA A SE PRENDEREM
ao se ocnsegvir proteger
promoverem em via de vida  ensinar o qve o tempo consiga
um ano  um  dia
para a via d avida  saber
vma croa
sempre acendida
posta antes de se dara saida  e  à lvz o despreender
e dessa a lvz  das entradas primeiras e das peqvenas lvzes soalheiras qve se viam
acimalá em cima aonde a brisa penteava o  tev s er Mvlher!
e aonde amão ais a miga  asim se ofertava se oaferecia para a  pet«nteracom caricia leve
sobrio sopesar do peso do mar qve aleve  dessa abarca qve mais bem sabe  navegar...
e  qvando e  ande navegava no mvndo inteiro a s e ssaber  cantar hoje  na  mais simples evropa encantada  entre portvgal e a  espanha  bem amada a  croa qve na  cabeça  se  colocaram  qvando em versos   bem te s entaram   qvando o trono qve nas e strelas escrevestes
viste e aconteceste e cresceste sem amsi se ver e das  voltas  das  cordas
das naus mais bem -  AO PORTO COLADAS
nessas brvmas  qve sempre foram encarnadas
a ssim  te elevaste sem  mais bem dizer
assim  te levavam sempree sem crer
e s endo crete   aquiesceste e cresceste  até mais nºao poder e sem poder nu   nua nasceste  e inspiraste outro ser  a   te  bem  conhecer
oh via de vida oh vida d evia a se perfazer mais do qve  dvas apenas  soam   e  tres precem  estar a se   deixar e sqvecer  qvando e sem ter maneira nem madeira a barca da via d avida ainda invoca  na  evocação  da  cançãomais ocnsagrada  do grito qve d este nesse consoada  antes d ebem passar para luz  qve  crescia e  segve crescendo em crescendo  o teu a lito alento! qve  antes  nunca dantes oviras nem fosse ovvida a  tua voz  na  linha  da propria essa a propria  força  de vida
ao se colocar ao pés a croa  ao se elevar de novo oh senhora! que sabedoria de viver tão profunda em gesto sempre a contar  os reis desta terra fecunda! as rainhas ao deixarem sev lvgar
foi de croa aolado sem trevas  foi de croa aos pes da via da vida sempre ebem  e foi  com o lado alado a todo o lado navegado e  voltou por ebtrios mares   as tempestades
e
a s
 m
 a
rés

SEMPRE QVE AS LETRAS REALINHAS OS SIMPLES ERGVEM SVAS VOZES SEM DIMINVIR A ESCALA TEMPERATA APENAS A FAZES MELHOR OVVIR E VER E SENTIR QVE REVERBERA NO TEU OLHAR O SOL ALVA A S ESTRELAS A ESTRADA DE BEM A MAR...

nessas esperas  nesses esperares nesses amplos versos  de braços qve bem amares e sempre amaste  mesmo qve na ida da  força ao ir-se da idade  da mão te largaste qvando antes nos braços erraste  de  aaqui para lém de algvém para ti e antes ias na  mais simples e  bela barriga qve pvdesses tv ver por ai...

sendo a  tva patria de nascimento sendo o tev trono sem qverer
qvando a  vplta deste para acroa  asim deteres na croa   da tva propria  sentença AD VIA E M assim a  ovviste a   viste  abri sem saber  qvae te encontravas nas  avgoa smais bem prendadas nas avgoas desse doce  amar  nas avgoasaonde d epois d ependvradas as estradas deestrelas v«gravavas e  delas s abias  asime bem mamar   amar asim e bem sabias nas a reolas dee e scrito em alvo s orrir  as s enhoras coradas e belas  a mae mais alta  assim a ssistir ao aolhar de en«bevecido embelezamento e ao qve e ta em olhar   dado de  volta  sem ter  dados por d entro -a penas semse saber jogar o davas  fiel pleno e pvro  qval a  ovtra força  manifestava a mesma  e  especial lealdade - fraterna força e f'lis idade dessa qve no ventre se  reconforte  se  reconfortava  dessa qve  ao s eio se  entrava sempre netre  seio e seio te fadava  qval amanhecer doce canto1 qval hino  entardecer doce  espranto e dessa qve  de  verso em verso se deixava embevecer e crescendo qval vaga  ao vento qval  vaga no manhecer  no amar e no crer crescendo  qval  ovala  de  espranto nvma melodia ao  vento crescer e depois deixar-se levar nos sonhos na mem+oria na nostalgia de  tempoe glória ali e aonde  -  paz trazia  paz sem  final sem ter tempo algo ora algvém  bem a ovvia e sem saber ovtro  batente  porta de vida batia  semelehante  oh semel -  igval oh simil  oh similar  oh  ceptro qve voga por dentro oh  espera  esfera qve   te propvsete a arredondar  dos  nove  dez  fizeste e nessa  assim  sedente  jamais  sedeste e deste  as semenas em voltas ao  todo  tempo ao todo o  ser  ao qve foi  ao qve é aoq ve poderia vir a chegar a haver - qvando  houvesse  o beijo mais vivo o beijar qe mais entristece qvando do ar se doa  à lvz e  qvando se doa   o qser qve inspira em cor e ncarnada  a via  da vida À MAIOR a maior  volta  da vida   a opção qve  se toma vma vez tomada   gêmea sendo sem ser atoa  duas vidas sempre p'recem vma só enqvanto o tempo
    s
    e
 e    s
    c
 o    a

ressoa nvnca a tanger e sempre qve no eco de via de vida amesma vida A MAIOR SABE ASSIM REVIVER... eclipse de sol e lvar auréola de viver sem se parar de bem fadar

nessas esperas  nesses esperares nesses amplos versos  de braços qve bem amares e sempre amaste  mesmo qve na ida da  força ao ir-se da idade  da mão te largaste qvando antes nos braços erraste  de  aaqui para lém de algvém para ti e antes ias na  mais simples e  bela barriga qve pvdesses tv ver por ai...

sendo a  tva patria de nascimento sendo o tev trono sem qverer
qvando a  vplta deste para acroa  asim deteres na croa   da tva propria  sentença AD VIAEM assima  ovviste a   viste  av«bri sem saber  qvae te encontravas nas  avgoa smais bem prendadas nas avgoas desse doce  amar  nas avgoasaonde d epois d ependvradas as estradas deestrelas v«gravavas e  delas s abias  asime bem mamar   amar asim e bem sabias nas a reolas dee e scrito em alvo s orrir  as s enhoras coradas e belas  a mae mais alta  assim a ssistir ao aolhar de en«bevecido embelezamento e ao qve e ta em olhar   dado de  volta  sem ter  dados por d entro -a penas semse saber jogar o davas  fiel pleno e pvro  qval a  ovtra força  manifestava a mesma  e  especial lealdade - fraterna força e f'lis idade dessa qve no ventre se  reconforte  se  reconfortava  dessa qve  ao s eio se  entrava sempre netre  seio e seio te fadava  qval amanhecer doce canto1 qval hino  entardecer doce  espranto e dessa qve  de  verso em verso se deixava embevecer e crescendo qval vaga  ao vento qval  vaga no manhecer  no amar e no crer crescendo  qval  ovala  de  espranto nvma melodia ao  vento crescer e depois deixar-se levar nos sonhos na mem+oria na nostalgia de  tempoe glória ali e aonde  -  paz trazia  paz sem  final sem ter tempo algo ora algvém  bem a ovvia e sem saber ovtro  batente  porta de vida batia  semelehante  oh semel -  igval oh simil  oh similar  oh  ceptro qve voga por dentro oh  espera  esfera qve   te propvsete a arredondar  dos  nove  dez  fizeste e nessa  assim  sedente  jamais  sedeste e deste  as semenas em voltas ao  todo  tempo ao todo o  ser  ao qve foi  ao qve é aoq ve poderia vir a chegar a haver - qvando  houvesse  o beijo mais vivo o beijar qe mais entristece qvando do ar se doa  à lvz e  qvando se doa   o qser qve inspira em cor e ncarnada  a via  da vida À MAIOR a maior  volta  da vida   a opção qve  se toma vma vez tomada   gêmea sendo sem ser atoa  duas vidas sempre p'recem vma só enqvanto o tempo
s
e
e s
c o a


quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

formar palavras e depois pintar formar prosas poéticas formosas pétal@s para depois se transformar

ao se verem e saberem
desse segredo a vozes
as silabas qve também
ficaram assim a espera
varadas
nesses
ohares
de
baixo
a cima
de cima
a baixo
qval
a ma
terna
 lvz

qval
bem
se fadaria
ora se faria
qval no nosso

primor ao rever
a mais fina flor


O Fado nasceu um dia,
quando o vento mal bulia
e o céu o mar prolongava,
na amurada dum veleiro,
no peito dum marinheiro
que, estando triste, cantava,
que, estando triste, cantava.

Ai, que lindeza tamanha,
meu chão , meu monte, meu vale,
de folhas, flores, frutas de oiro,
vê se vês terras de Espanha,
areias de Portugal,
olhar ceguinho de choro.

Na boca dum marinheiro
do frágil barco veleiro,
morrendo a canção magoada,
diz o pungir dos desejos
do lábio a queimar de beijos
que beija o ar, e mais nada,
que beija o ar, e mais nada.

Mãe, adeus. Adeus, Maria.
Guarda bem no teu sentido
que aqui te faço uma jura:
que ou te levo à sacristia,
ou foi Deus que foi servido
dar-me no mar sepultura.

Ora eis que embora outro dia,
quando o vento nem bulia
e o céu o mar prolongava,
à proa de outro veleiro
velava outro marinheiro
que, estando triste, cantava,
que, estando triste, cantava.


vento
cév
mar
peito de  saber amores e de saber amar..
lindeza TAMANHA!
CHÃO MONTE VALE!
FOLHAS  FLORES F RVTAS D'OIRO
TERRAS verdes ou não
areias de verão  ou do coração
pontes de areias perfeitas pelo chão desse prémioqve se a gta e non cessa de ter as margens ocnstritas e bem d'reitas;

o barco veleiro nvm rio num mar  qvalqver
bucolica beleza da noite e do dia concerteza dessa  nobreza de povo qve em hinos se conta se canta e se eleva e levanta qval fado  digno  fosse no sev entardecer...

Terra sacro a se  ver assvmir consagrada com seva grado  assims e perfaz a palavra antes d apalavra o fado pois nem vento mal bvlia qvando de cima e o d ebaixo se tinham desde sempre prolongado;




desde esse amor escondido no lvgar menos esperado

nos  lentos lvgaresaonde nos vamos encontrando nesses aonde pe necessario +e preciso trazer ao de  cima ohomem o sev valor mvlher qve vales tanto
qvando se trazem ao de cima as atigas  e novas  coerencias  s  saudos mais leg+itimos  qve se encontrem mais além da smepre marcada  sapiencia ora ciencia de en si não - assim q vando dizemos  sim a  coragem a vm coração
de novo ov de  ver  melhor assimm sendo livre apenas qvando se lembrem de se  entreecer os qveainda s vsbistem
na cor a sva cordvra
na cor do  saudo a sva maior  altvra sem altivez de olhar de frente em frente
oh! lonjana lonjvra!

qve sendo hipérbole
parece
qve
já ningvém
a qvês
e ningvém
a fez
assim verdade

ora verdadeira
ora assim
coragem
de terra
integra
ora inteira!

sendo soalheira
qvando tirando
desses qve agora
se vejam assim
tanto e tantos...
e se vestem
de mil cores
e de mais
de mil amores
povco já os ovvimos
sorrir secreto
nvm lvgar concreto:
entrio betão
       e o coração
       doce alvedrio


oh! livre princípio!
desse amor escondido

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

correspondencias qve começam a aqui e em verso - no ser na flor da criança e no titulo do sev ser - amado do sev ser admirado do sev ser sonhado ora a sonhar desses tres fios de seres qvais claros de lvz e de lva em pleno lvgar apairar qvais os qve ainda se resvmem no passado no passo dado nos ecos desse passoa se saber levar

nessas qve nos  poemas e nos dias de poético saber perfazem  odes melodias  filarmónicos  intentos do qve  silentes calmos no próprio evento - assim varados  consegviremos ver e sentir e elevar no sentir qvase em rodas tantas tantos abraços  tantas palavras silenciadas ent'rios abraços livres qvais as mãos desatadas qve se apoiam e flvem ent'ios  tvdos e os nadasnem fvgindo nem oprimindo apenas a sopesar o peso de vm abraço de vma mão estendida para bem ajvdar 



 qve se vnem para amparar ora para acariciar ovtras caras ora para se entretecer com omesmo  fogo qve se estava assim a celebrar a passar mãos ao alto a altvra do coração mãos ao alto  a altvra  do olhar  de a de mão de se ter  sem se ter em conta perto ov longe paarece  e bem depois no tempo qve nos  da  assim e  nos solta e  nesse tempo de novo a celebrar no silencio do abraço de peito a peito  de mão em mão de palavra em palavra 


não falei 
-
ainda
nos
montes e montes
d
e
va l es
...











- no silêncio desse som ( - "...en el silencio de las cosas qve dices...")




madrvgadas de cetim qvando olhas tv através de mim
velvdo seda tvdo
qvando olhaas para mim
qvando o tev olhar me  avmenta e nos tevs  ombros a  voar tenho a certeza de ovvir o palpitar desse coração b«veraz desse som qve também saberás assim ovvir enqunato arde
e non arte no silencio nem parte  qvando se entrega regressa qval vaga  qvandoo oceano se encarrega  de fazer  sangrar a lva e das praias  todas tvas  assim  estando a sva força  asim se   desinteressa e  voga - assim   ferro qve  jamais  se arremessa  qve parte   sem partir em bvsca desse  tev s er  desse sev   tev  amor  desse coração qve nos eleva  ali e aonde se d ança  aonde se entrelaçam  as artes  e de aonde ainda flvem e conflvem  os  seres qve  creiam  e  qve s abem  qve da nada  qval  marcial  assim arte  desse entender  qve  trazer   do nada  sonhos e dos sonhos perfazer brisas e dos elementos elementais medonhos  mostrengos de fim do mar pedrasdde som ras qvando a nss a lvz as iultrapassar e dos cantares  dessesolvidados gremios voltem a se conjugar  e nesse s s onhados prados e pradarias ebavto ovves e stas mvsicasqvais as bemovvia  saber  sabeodria a sim sabias  aonde se aponta aonde se bem venha a colocar  essa força qve  flameja e qve no coração tem trono   e hoino e non para d e jorrar...







antigo e antergo qve  bem sedava e qve mexia com todo o ser qve ora cresta ora cava ascendia e se deixava  levar no  lullaby debrams na nana qve  qvem  encontrava e cantava cantava com todo o ser a reberverar - assim todoovtro ser reverberando  eram qval a melodia qval a fantasia desse sev doce canto desse sev doce trovar desse encontro silencio se afastando deixando ver  qval  enxoval de nvpcias nates de ser sendoqval o enxoval mais belo  vestes novas qve provamos qve  vestimos e levamos ali e aonde o tempo deixa de sê-lo...




nessa melodia do dia a dia do abraço a se  doar em própria mão qvente e esgvia e no próprio lvgar aonde  ovves ves e sentes e bem possas assim lembrar e nesses aonde ainda a sentes e vês e sabes  qve bem te levam aonde  no centro jorra o  calor qve  depois se transforma no  svmo no licor na svmvla de vm gesto   de vma palavra entre silêncios desse  rosto sem cor nem  correspondência a qve abraças olhos fechados com toda a sva a tva a nossa a vossa assim - transcendência...


correspondencias  qve começam a aqui e em verso - no  ser na flor da criança e no titulo do sev ser -  amado do sev ser admirado do sev ser sonhado ora a sonhar  desses tres fios de seres qvais  claros de lvz e  de lva em pleno lvgar apairar  qvais os qve ainda se resvmem no passado no passo dado nos ecos desse passoa se saber levar ai aonde os titulos já pouco contam aonde os romancesjá não sºao de cor de mel - e aonde os abraços verdades e verdadeiros seres qve amam já nãopintam telas de vida em  aqarel a -s em cor de pastel assim  sendo qval nvma folha sempre constante o sev desabrochar  desde antes  por baixo em derredor  vma orla a flor da vida em prkmessa a ocvltar ora a  resgvardar com svs verde e verdadeira reverberando  -  verdade - qvando seja  qval noite d elva  cheia e de dia  se coroam a a dvlticia a melodia  qveera antes com a qve depois se ove qvais tres temas os maioresqve bem   sabemos  qve d elado alado nos  completam por tvdo qo ve nos  lemos   o qve nos ensinaram e e screvemos e  nos lemas e nos mottos e noscastelos de  carregado  ser aa empilar -  milhares d eestrelas traçados  de musicas mais belas esta -a tvaa minha a nossa em verde deespranto perene para bem se ver  assim qval alvo alvor alvorada alva e  sendo  transcendente ao alvo a apontar o coraçãootempo presente!
e o abraço e o caminhar de mãoo em mãoo sem mais se parar

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

para vma amiga "have yov fovnd - com 've ov sem'v e sem ended " a boy fried - or - a girl friend arounda "here" - since g«here and there to be and not to be - seems as breathing and the other breething witovthouv non sense hav yov? on the poetic rhyme fovnd what you've come here to find?

nesses volvmes de prosas aonde me  encontro
qvando vogopelos pilares de estradas de strelas por aonde se  - contam
as letras as svas alegriasas  de todos os dias qve já ãi virão e pelas qve vieram e forma litanias de prosas em prosaicas  flas a vmasó  devoção - A CANTAR OS  DOCES CANTARES E OS CÂNTICOS DOS CANTEIROS POR AONDE AIND APASSES NOS  RECANTOS DE AONDEAINDA E COS D EP+E  ANTE PÉ AONDE POISARES assimq val na terra mais bela  qval rodeada desses e dessas qve lhebem dºao a  razão e dessas e d esses qve eovvem o e co das pedras cantar ali aonde paira o coração
ai aonde as marés se entrelaçam e nrolam vogam a vançam e depois se deixar oir e  vogar ali e aonde os ventos as ventanias  os  ventanais  ali e aonde se vejam e viajam todo sos  dias e  se entreteçam por alegre  cantar de devoção...
ali e aonde se  aliem os cantare smais simples os mais  complexos bricados de  chave em chave os svstidos   largos cvsrtos bem sopesados e desde  as  itrines qvando as vejas ao passar as imagens de reflexos viventes ensejos qve  tv não sentes  asim a  tilintar apiscar a te falar  sem se s aberem bem  ovvir sem se verem ao  se trocar  de lado alado o espelho virine amiga! +e translc«vcido para qve a tva e aminha vista a ssim consiga  o ver os aber o s er s vstido e non mais perecer apensar no lvstro da  janella por aonde s e  tera ora entrad ora  etsraviado ora  se terá  revnido com o qve bem se s opesava  dentro do ser qve não termina e aonde se pensa qve se achava

(travalingvas das coisas de se perfazer qvando e como faziamos antes sem nos deixar de  rir e s egvir) 

qval o valor primeiro em cardinais prosas a saber reconhecer

o tempo em nós
para nós flvi a favor e o espaço
qve bem ocvpamos mvda de qvalidade
esencia e reverberação e côr e fica "perto" dessas
- correspondências de cor a cor...desde o coração Universal:
enorme latência ao ser de origem mensagem transcendental;
 - ao coração
mais peqveno o lvgar aonde aparece enorme onde bem se entretece,
em momentos os mais amenos os menos igvais trazem memórias novas
para os tais os seres... qve ainda provcvram serem originais...
- desde o coração maior!...

sábado, 3 de dezembro de 2016

transformar vm abraço nvma  forma de arte  ov nvma via a pairar  no ar de qvem se inspira e no  alento de qvem se  doa vma escla de vive  vma forma de  se prezar o proprio o ser vma forma de se e vocar qve nem tvdo mvdov de lvgare qve os esteios mais firmes e verdadeiros também passam pelo saber abrir
de par em par os  braços em pleno ar os regaços para a colher para  no peito receber para nas palmas das mãos agarrar o ser qve se é o qve bem se doava o ser qve se entrega ora o qve mediava  e non meditava nem procvrana a  transcendência nem vma obsra trama nem a  ultima foma da ciev«cia procvrar o ovtro procvrar o ser irmão fraterno sempre  dialecto perene  qve passa até de mão em mão...

dizeres antes do natal no dia de acção de graças por ai além aqui também ....

no ser irmão
o sev irmão ainda esteja
o irmão da  filantropia
da fraterna idade desse SOFIA

qve  fios tecia à HVMANIDADE

 ao se saber qve  filosofos somos
sem seqver nos apercebermos...

fraternos
sons qve  soam  qvando há alegria e de-redor dois ov  tres assim se doam e bem adormecem e bem se elevam no ar  qvando depois os olhares embevecem  doam alegri aali e aonde bem se poisar...


sempre
nesse

sev dialecto
peremne

esse
dizer
sem nada acrescentar

a obra precendente  (tv ev  jamais  avsentes  assi jamais a faltar a falar o amor coerente   circvlo de vid a fluir de  mão para mão de  sorrir para s orrir de olhar para olhar no sentir  nesse o  sev  doce oceanico  lamento  esse  tom de vida sesse o s ev  fvndamento)
qve se veja e voga e se  espaira e expande para bem se celebrar...



esse amor do coração qve também se passa de mão em mão...qvatro vnidas por vezes dvas ov tres  por vezes seis (conforme as barrigas:)