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mensagens dos corações mais amenos
- textos grandes em espaços pequenos...

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

formar palavras e depois pintar formar prosas poéticas formosas pétal@s para depois se transformar

ao se verem e saberem
desse segredo a vozes
as silabas qve também
ficaram assim a espera
varadas
nesses
ohares
de
baixo
a cima
de cima
a baixo
qval
a ma
terna
 lvz

qval
bem
se fadaria
ora se faria
qval no nosso

primor ao rever
a mais fina flor


O Fado nasceu um dia,
quando o vento mal bulia
e o céu o mar prolongava,
na amurada dum veleiro,
no peito dum marinheiro
que, estando triste, cantava,
que, estando triste, cantava.

Ai, que lindeza tamanha,
meu chão , meu monte, meu vale,
de folhas, flores, frutas de oiro,
vê se vês terras de Espanha,
areias de Portugal,
olhar ceguinho de choro.

Na boca dum marinheiro
do frágil barco veleiro,
morrendo a canção magoada,
diz o pungir dos desejos
do lábio a queimar de beijos
que beija o ar, e mais nada,
que beija o ar, e mais nada.

Mãe, adeus. Adeus, Maria.
Guarda bem no teu sentido
que aqui te faço uma jura:
que ou te levo à sacristia,
ou foi Deus que foi servido
dar-me no mar sepultura.

Ora eis que embora outro dia,
quando o vento nem bulia
e o céu o mar prolongava,
à proa de outro veleiro
velava outro marinheiro
que, estando triste, cantava,
que, estando triste, cantava.


vento
cév
mar
peito de  saber amores e de saber amar..
lindeza TAMANHA!
CHÃO MONTE VALE!
FOLHAS  FLORES F RVTAS D'OIRO
TERRAS verdes ou não
areias de verão  ou do coração
pontes de areias perfeitas pelo chão desse prémioqve se a gta e non cessa de ter as margens ocnstritas e bem d'reitas;

o barco veleiro nvm rio num mar  qvalqver
bucolica beleza da noite e do dia concerteza dessa  nobreza de povo qve em hinos se conta se canta e se eleva e levanta qval fado  digno  fosse no sev entardecer...

Terra sacro a se  ver assvmir consagrada com seva grado  assims e perfaz a palavra antes d apalavra o fado pois nem vento mal bvlia qvando de cima e o d ebaixo se tinham desde sempre prolongado;




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