e celebrando
a primaveril brisa
terna
o sopro mais suave
qual alento partilhado
pelo beijo mais sagrado
que de olhares... fechados
se sabe sentir e ser e ouvir
e perseverante persistir num instante
que dure uma eternidade e depois voltar
à vontade
ao abraço
de perenidade
que descanso traz
e eleve ser todo ele
assim o nosso ser
bem se atreve
por se deixar
ir e voltar
nas calendas
das augas mais ternas
que de mimo em ternura
de amor e loucura
de palmas de mãos
bem entrançadas
perfaz vidas novas
trazidas do nada;
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