e celebrando
a primaveril brisa
terna
o sopro mais suave
qual alento partilhado
pelo beijo mais sagrado
que de olhares... fechados
se sabe sentir e ser e ouvir
e perseverante persistir num instante
que dure uma eternidade e depois voltar
à vontade
ao abraço
de perenidade
que descanso traz
e eleve ser todo ele
assim o nosso ser
bem se atreve
por se deixar
ir e voltar
nas calendas
das augas mais ternas
que de mimo em ternura
de amor e loucura
de palmas de mãos
bem entrançadas
perfaz vidas novas
trazidas do nada;
A DE E
mensagens dos corações mais amenos
- textos grandes em espaços pequenos...
terça-feira, 21 de fevereiro de 2017
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017
as novas lágrimas a se preservar névoas no amahecer a crescer sem parar de nos amar
nesse ar sustido
nesse peito adejando
nesse alento o suspiro
de te amar a dizer tanto
nesse gesto simples
ao te abraçar sem querer
que na verdade é ser submisso
aquilo que comanda o Ser...
e nesse ser soalheireo
nesta nova primavera a florir
mil e um credos
os primeiros
que se dedicam aos amores
antes mesmo de eclodir
em mil e uma cores...
quais as cintilantes bandeiras de pratas
que se deslocam e se deixam entrelaçar
algo que se desata nós por entr'ias
névoas ao amanhecer...
quais as lagrimas que tanto amas
que não vertes para as não perder
nesse peito adejando
nesse alento o suspiro
de te amar a dizer tanto
nesse gesto simples
ao te abraçar sem querer
que na verdade é ser submisso
aquilo que comanda o Ser...
e nesse ser soalheireo
nesta nova primavera a florir
mil e um credos
os primeiros
que se dedicam aos amores
antes mesmo de eclodir
em mil e uma cores...
quais as cintilantes bandeiras de pratas
que se deslocam e se deixam entrelaçar
algo que se desata nós por entr'ias
névoas ao amanhecer...
quais as lagrimas que tanto amas
que não vertes para as não perder
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017
poesias que jorram sem cessar as tuas as minhas as que nos vão unir sem mais duvidar
poemas ao voltar desde o coração
sempre a imaginar a sua mais plena
e viva opção ao se entregar
na palma da mão e em abraço dado
desse que vem desde o coração
ena via da vida é sempre notado...
sempre a imaginar a sua mais plena
e viva opção ao se entregar
na palma da mão e em abraço dado
desse que vem desde o coração
ena via da vida é sempre notado...
aonde sempre esteve em peito gravado esperando o abraço mais ténue o mais forte abraço dado
nestes seres novos
infantis por sempre
que refazem todos os povos
quando despontam realmente
quais flores entr'as frias florestas
quais povos cheios devida entre a bruma
e o lugar que se apressa
a se preencher
de seres que amam a musicalidade
da poesia da vida
de seres que ficam com a sua anima comovida
de seres que transportam n'uma palavra uma nota de amor
de uma estrofe perfazendo a lavra
desse mote sem nome sem cor
e desses que se estabeleceram
assim a suspirar
a falar em palavras de amor
ali aonde o amor é para estar...
infantis por sempre
que refazem todos os povos
quando despontam realmente
quais flores entr'as frias florestas
quais povos cheios devida entre a bruma
e o lugar que se apressa
a se preencher
de seres que amam a musicalidade
da poesia da vida
de seres que ficam com a sua anima comovida
de seres que transportam n'uma palavra uma nota de amor
de uma estrofe perfazendo a lavra
desse mote sem nome sem cor
e desses que se estabeleceram
assim a suspirar
a falar em palavras de amor
ali aonde o amor é para estar...
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017
mais além do favor da vida que nos é assim sempre amiga e mais além do bel prazer que e mais além quando sem nada ter dito se passe a condizer
Assim nesta sintonia
na melodia mais simples ao te pensar
assim sentido de viver e vida ao nos perpassar
quando por entr'as vagas de prata que tingem cabelos doirados
quais as das andanças do cév sol e luar
sentem e pensam os seres que os vejam ao se beijar
em aureolas coroados
em dois sendo um
a par
assim entrelaçados
sendo que ao se ver
a assumir e se ver
a condizer se encontram
qual no mais simples lugar
no mais simples som esgrimido
sem doer ao se doar
sem se doar ao ser vivido
e
nessas lindas e antergas palavras
de solidão em solidão faladas
apenas uma só, compaixão!
no silêncio assim renasce o agrado
de se velar e dizer
por maior favor
e
mais bel prazer
redentora a linha redentora a fama
redentora a obra daquele e daquela que ama
na melodia mais simples ao te pensar
assim sentido de viver e vida ao nos perpassar
quando por entr'as vagas de prata que tingem cabelos doirados
quais as das andanças do cév sol e luar
sentem e pensam os seres que os vejam ao se beijar
em aureolas coroados
em dois sendo um
a par
assim entrelaçados
sendo que ao se ver
a assumir e se ver
a condizer se encontram
qual no mais simples lugar
no mais simples som esgrimido
sem doer ao se doar
sem se doar ao ser vivido
e
nessas lindas e antergas palavras
de solidão em solidão faladas
apenas uma só, compaixão!
no silêncio assim renasce o agrado
de se velar e dizer
por maior favor
e
mais bel prazer
redentora a linha redentora a fama
redentora a obra daquele e daquela que ama
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017
simples de aprender sem prender difícil de manter sem se aperceber que se mantém
nessas novas pequenas aragens
quando dizem que nos amam se sentam no colo escolhem colares de viver
desses que se dependuram para quem quiser dizer...
e ouvira palavra suave o beijo babado e o muito que do peito do ancião à anciã esta a ser trespassado
qual olhar para atrás sempre olhando em frente e recordar as manhãs do viver assim certamente quando antes
e também as pessoas se encontravam nos beirais abraçavam a pessoa inteira integra como as demais
e cantarolavam quais pardais matutinos e davam beijos em silêncios vespertinos ora bem tecidos
e nesse entre-tecer de melodias dessas de todos os dias
até nas rochas e nas árvores seus nomes gravavam
e com cadeados simples a prender esperavam...
quando dizem que nos amam se sentam no colo escolhem colares de viver
desses que se dependuram para quem quiser dizer...
e ouvira palavra suave o beijo babado e o muito que do peito do ancião à anciã esta a ser trespassado
qual olhar para atrás sempre olhando em frente e recordar as manhãs do viver assim certamente quando antes
e também as pessoas se encontravam nos beirais abraçavam a pessoa inteira integra como as demais
e cantarolavam quais pardais matutinos e davam beijos em silêncios vespertinos ora bem tecidos
e nesse entre-tecer de melodias dessas de todos os dias
até nas rochas e nas árvores seus nomes gravavam
e com cadeados simples a prender esperavam...
terça-feira, 14 de fevereiro de 2017
devaneio de um dia entre os dias o melhor sempre com valentia se pressente
nesse devaneio
num olhar
num sonho
de um mundo cheio
de amor para se dar
nesse imaginar de novo
oh! travesseiro que se abraça!
oh! sonhos de falar como povo...
com quem
por nós
atravessa a mais fina vidraça
esse ser olhado por dentro
sonhado imaginado
amigo sem fim
esse ser admirado
por fora de ti e de mim
forjado
lentamente re-descoberto
sem qualquer papel rasgado
nem carta nem assim sendo lesto
o seu reconheceroh sofrega paixão que tudo anseias
oh compaixão do amor que bem a vejas e a deixes a seu próprio passo a passar e quando passe toda ela de cântaro a cântaro cheio, ambas em uníssono saberão assim celebrar...
quais copos bem preenchidos - profundos os seus leitos e altos os seus caudais - rios que trespassam pontes - as que se festejam - por unir margens sem deixar de avançarem os vivos ecos a transparecer em festas quais estas de saber largar ou preencher até ao próximo enchente no que as margens se trocam quase se tocam estando assim tão fino o fio e tão alto o pingente dessa nascente a celebrar por vezes orvalhos por vezes palavras de vidro e agua em sal a se misturar...
que tinem ao se saberem centrar e o cristalino eco desses copos de alta sina e cimeira espuma a saber soprar viajam de estima a estima uma e outra vez sem cessar...
e aos ouvidos soam qual o bem beijar o bem olhar o bem levar a mão ao lugar mais profundo do abraço desse pequeno confim ao fim do mundo e desse saber esperar por vezes nesse lugar perfeito meio ameio assim estando quando dois soam a serem um nesse lugar se encontram todo o pranto e a melodia e sintonia do ser maior essa que evoca a vida!
apenas o bel presente oferecido
da via da vida amiga amigo
que se vai fazendo por dentro de ti
qual a maravilha mais ansiada
quala novidade mais esperada
qual a estória mais requintada
que ouviramos ouvir dizer
e quando se vai
e enquanto se vai
...desvanecendo...
o papel de embalo
fica bem por dentro
e embalamos!
o que veio em nós
a crescer e em cada
gesto teu e meu
nosso seja
suave e lento
rápido qual o instrumento
que depois poe toda aterra a gemer
e o espólio
do que se sonhou
p'rece que sobeja
para dar de beber
gotas de amores!
a quem se estender
e discorrer sobre uma tal manta fluida
esse que é qual caminho
que se encontra passo apasso
de vida empropria vida
e conta maiores louvores
e quanto
e quando
e quem mais se encontre
nessta linha de uma ode em espiral
mais se encerra e mais cresce qual acordeão
qual coração que se deixa desnudar para depois aprender a se dar e doando
em pleno tom e toque estando entre tanto canto que agora se vai ouvir
inspira e suspira a palavra amiga! suspira ali a onde ainda se bem diga
a quem suspira pelo verso a começar o coração se preenche e depois se doa
para de novo voltar e cuidado nessas letras de carmesim pudor de vermelho e doirado para quem se doa em amor
que sejam entregues dia a dia e não apenas num só que sejam quais esperanças esguias... guias desse aperto que entrelaça sem dar o nó...
pelo papel molhado de tinta vermelha quais rosas possas tu encontrar...
e dessas as que mais queimam são as que já sabes assim pegar...
ao de leve sem querer agarrar apenas ao seu pé despojado de forças com a sua legitima intima sensibilidade se entrega um cantar de novo... o encontro desse tal - efemeridade - que nos deixa de boca aberta esperando o seu voltar pois fenece aonde mais aparece e volta depois qual eco a se dar
qual lampejo qual relâmpago e qual tom sobejamente desperto
no retombar por entria mão a pegar e o abraço não dado e o beijo
ah! o beijo sempre prometido tido como tido e nunca levado!
quando dos espinhos se deixou marca no passo dado...
e desse passado surgem ecos de vida de riso de amor
à verdade e quantos... quantos dígitos assim bem estabeleceste em acto palavra em gesto descreveste
e as gemas mais consideradas arriscaste a perforar... suaste nessas pianíssimas noites... serenas notas apenas.... de cantigas que nunca ousaste cantar e em segredos ditos de mansinho... ao ouvido todas elas a aspirar... se soam ditas com cuidadinho... ao centro do peito sabem chegar;
num olhar
num sonho
de um mundo cheio
de amor para se dar
nesse imaginar de novo
oh! travesseiro que se abraça!
oh! sonhos de falar como povo...
com quem
por nós
atravessa a mais fina vidraça
esse ser olhado por dentro
sonhado imaginado
amigo sem fim
esse ser admirado
por fora de ti e de mim
forjado
lentamente re-descoberto
sem qualquer papel rasgado
nem carta nem assim sendo lesto
o seu reconheceroh sofrega paixão que tudo anseias
oh compaixão do amor que bem a vejas e a deixes a seu próprio passo a passar e quando passe toda ela de cântaro a cântaro cheio, ambas em uníssono saberão assim celebrar...
quais copos bem preenchidos - profundos os seus leitos e altos os seus caudais - rios que trespassam pontes - as que se festejam - por unir margens sem deixar de avançarem os vivos ecos a transparecer em festas quais estas de saber largar ou preencher até ao próximo enchente no que as margens se trocam quase se tocam estando assim tão fino o fio e tão alto o pingente dessa nascente a celebrar por vezes orvalhos por vezes palavras de vidro e agua em sal a se misturar...
que tinem ao se saberem centrar e o cristalino eco desses copos de alta sina e cimeira espuma a saber soprar viajam de estima a estima uma e outra vez sem cessar...
e aos ouvidos soam qual o bem beijar o bem olhar o bem levar a mão ao lugar mais profundo do abraço desse pequeno confim ao fim do mundo e desse saber esperar por vezes nesse lugar perfeito meio ameio assim estando quando dois soam a serem um nesse lugar se encontram todo o pranto e a melodia e sintonia do ser maior essa que evoca a vida!
apenas o bel presente oferecido
da via da vida amiga amigo
que se vai fazendo por dentro de ti
qual a maravilha mais ansiada
quala novidade mais esperada
qual a estória mais requintada
que ouviramos ouvir dizer
e quando se vai
e enquanto se vai
...desvanecendo...
o papel de embalo
fica bem por dentro
e embalamos!
o que veio em nós
a crescer e em cada
gesto teu e meu
nosso seja
suave e lento
rápido qual o instrumento
que depois poe toda aterra a gemer
e o espólio
do que se sonhou
p'rece que sobeja
para dar de beber
gotas de amores!
a quem se estender
e discorrer sobre uma tal manta fluida
esse que é qual caminho
que se encontra passo apasso
de vida empropria vida
e conta maiores louvores
e quanto
e quando
e quem mais se encontre
nessta linha de uma ode em espiral
mais se encerra e mais cresce qual acordeão
qual coração que se deixa desnudar para depois aprender a se dar e doando
em pleno tom e toque estando entre tanto canto que agora se vai ouvir
inspira e suspira a palavra amiga! suspira ali a onde ainda se bem diga
a quem suspira pelo verso a começar o coração se preenche e depois se doa
para de novo voltar e cuidado nessas letras de carmesim pudor de vermelho e doirado para quem se doa em amor
que sejam entregues dia a dia e não apenas num só que sejam quais esperanças esguias... guias desse aperto que entrelaça sem dar o nó...
pelo papel molhado de tinta vermelha quais rosas possas tu encontrar...
e dessas as que mais queimam são as que já sabes assim pegar...
ao de leve sem querer agarrar apenas ao seu pé despojado de forças com a sua legitima intima sensibilidade se entrega um cantar de novo... o encontro desse tal - efemeridade - que nos deixa de boca aberta esperando o seu voltar pois fenece aonde mais aparece e volta depois qual eco a se dar
qual lampejo qual relâmpago e qual tom sobejamente desperto
no retombar por entria mão a pegar e o abraço não dado e o beijo
ah! o beijo sempre prometido tido como tido e nunca levado!
quando dos espinhos se deixou marca no passo dado...
e desse passado surgem ecos de vida de riso de amor
à verdade e quantos... quantos dígitos assim bem estabeleceste em acto palavra em gesto descreveste
e as gemas mais consideradas arriscaste a perforar... suaste nessas pianíssimas noites... serenas notas apenas.... de cantigas que nunca ousaste cantar e em segredos ditos de mansinho... ao ouvido todas elas a aspirar... se soam ditas com cuidadinho... ao centro do peito sabem chegar;
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017
nesses campos felizes e doirados aondeainda te extendes por todos os lados
nesse campo aonde ainda te escondes depois de te deixar descair
nessas altas paredese tectos
aonde ninguém consegue a chave da porta para as poder demolir
por dentro sempre por amor maior
por dentro sempre ali aonde começa a alegria e se termina a dor...
nessas altas paredese tectos
aonde ninguém consegue a chave da porta para as poder demolir
por dentro sempre por amor maior
por dentro sempre ali aonde começa a alegria e se termina a dor...
uma criança crescia crescia...
uma criança crescia, no imaginario de quem a via
no olhar de outro olhar
uma e stóoria dizia que nascer nasceria um dia
quando um eoutro se fossem aa encontrar
uma via se perfaziapara poder viajar e poisar
as plantas dos pés descalças
as palmas de alegria ainda vazia
a espera de se entrelaçar
nas gemas de dedos feridos de tanto saber cuidar
rosas e rosas e e speinhos assim vestidos
que sedeixaram um dia separar
e os lugares de raizes pares aonde cresceram devagar
e a divagar foram e se prolongaram
e nesse prolongar asim perfizeram e doaram
a força da vida ara o teu novo lhar
já somos mais do que doi ao nos anunciar
e esse ser que não foi ainda poderá
ao nosso bom porto arrivar
no olhar de outro olhar
uma e stóoria dizia que nascer nasceria um dia
quando um eoutro se fossem aa encontrar
uma via se perfaziapara poder viajar e poisar
as plantas dos pés descalças
as palmas de alegria ainda vazia
a espera de se entrelaçar
nas gemas de dedos feridos de tanto saber cuidar
rosas e rosas e e speinhos assim vestidos
que sedeixaram um dia separar
e os lugares de raizes pares aonde cresceram devagar
e a divagar foram e se prolongaram
e nesse prolongar asim perfizeram e doaram
a força da vida ara o teu novo lhar
já somos mais do que doi ao nos anunciar
e esse ser que não foi ainda poderá
ao nosso bom porto arrivar
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017
numa visão de criança mil e uma auroras nas artes de celebrar carnavais encarnando o ser que viajava e agora olhando por dentro ve livre e e plena a sua mais fiel opção
de palavras belas de quão grandes fossem as vias das vidas para enaltecê-las
quanto o que equivale a elevar o olhar
em três fases pequenas capazes
ver o botão olhar a florescer
e sentir quando esteja já em flor
não a vontade
menos no poder
e sim no amor
assim ao acontecer
e precatasse-se a criança nossa este nosso ser
que seguia a fazer obras de amor a aspirar
pelo ar em palavras silenciadas
e em prosas que mais pareciam poemas e obras inacabadas
de letras sem sentido a montes belos a se verem de cor
dizendo verdade e vereda e verde a vereda se pintou sem flor
que se nascesse de novo e se se esbatesse para dar uma cor mais suave
e a sua vida
a sua suavidade
em silenciosos matizes clarejando
a verdade pintou sem querer bem rever entretanto
num balão que se eleva e lá em cima rebentando
mil e uma letras de cor nas suas reticências de novo esvoaçando
o ser que a vira ora bem a viajar
a esperava quando ao passar passava pela via´
nem a via assim tao bem e tao iluminada
uma face num balão distorcida
tão grande que pareceria errada e quando a visse
entre mais de mil germinando
as sementes da cor da vida as centenas se alegrando
nem se precatou do ruído nem do clarão
desse ser qual relâmpago que passa pela imaginação
e viu mil e uma pisadas poisadas no chão...
pintadas ora marcadas na areia dos sonhos
que teriam sido de alguém a criação
que o tempo assim deixou no coração...
quanto o que equivale a elevar o olhar
em três fases pequenas capazes
ver o botão olhar a florescer
e sentir quando esteja já em flor
não a vontade
menos no poder
e sim no amor
assim ao acontecer
e precatasse-se a criança nossa este nosso ser
que seguia a fazer obras de amor a aspirar
pelo ar em palavras silenciadas
e em prosas que mais pareciam poemas e obras inacabadas
de letras sem sentido a montes belos a se verem de cor
dizendo verdade e vereda e verde a vereda se pintou sem flor
que se nascesse de novo e se se esbatesse para dar uma cor mais suave
e a sua vida
a sua suavidade
em silenciosos matizes clarejando
a verdade pintou sem querer bem rever entretanto
num balão que se eleva e lá em cima rebentando
mil e uma letras de cor nas suas reticências de novo esvoaçando
o ser que a vira ora bem a viajar
a esperava quando ao passar passava pela via´
nem a via assim tao bem e tao iluminada
uma face num balão distorcida
tão grande que pareceria errada e quando a visse
entre mais de mil germinando
as sementes da cor da vida as centenas se alegrando
nem se precatou do ruído nem do clarão
desse ser qual relâmpago que passa pela imaginação
e viu mil e uma pisadas poisadas no chão...
pintadas ora marcadas na areia dos sonhos
que teriam sido de alguém a criação
que o tempo assim deixou no coração...
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017
no ser das crianças e no ser do adulto vivem em esperanças baças o que nos doa o indulto para seguir a precaver sem prevaricar a união do que poderia vir a chegara ser com o que em nós é bem real
sentindo a criança interior
por amor vencida
por amor entregue
por amor válida
para seguir
o que anima
teme
quando esse ser interno nos guia e sabemos que está viva e de bem querer
a via da vida passa sem monotonia e existe sempre a janela para algo ora
alguém que também nos quer ver reerguidos para nos ver de brio em olhar
para ouvir a nossa esperança na voz sem ruídos para assim se achegar
ao seu ser e bem querer
e assim perseverar
a construir dia a dia
uma emoção bem real..
numa relação noite e dia..
por amor vencida
por amor entregue
por amor válida
para seguir
o que anima
teme
quando esse ser interno nos guia e sabemos que está viva e de bem querer
a via da vida passa sem monotonia e existe sempre a janela para algo ora
alguém que também nos quer ver reerguidos para nos ver de brio em olhar
para ouvir a nossa esperança na voz sem ruídos para assim se achegar
ao seu ser e bem querer
e assim perseverar
a construir dia a dia
uma emoção bem real..
numa relação noite e dia..
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017
momentos de emoções várias - quando tu me encontrares qual fio a preencher de contas de vidro gemas dos dedos a arder correspondendo ao interior mais íntimo
ser criança e sonhar
dia a dia dedicando
o que se é aonde se quer estar
ao que traz o ser por dentro
esperando...
nesse saber esperar
nesse e sperar contrastando
nesse estar sem desesperar
nessa esperança tanto tanto
que atua voz e a minha se ouçam
que sejam as vozes sentimento
que ao se encontrarem
em derredor da arvore do amor
se encontrassem e vogassem
quais rios a nascente a d'reito
e ao estar a sós
sem mais
despir dores e emoções
e ver o que ali é por demais
evidente que o coração já anunciou
à mente
o seu valor maior e surpreendente
crer e perseverar
que numa destas linhas
neste lugar
encontrarás o fio à meada
e dela uma nova trova perfarás
e nessa invisível estrada
assim aqui chegarás
assim ali no peito arivarás
qual caravela de descobertas novas
que se preenchem ao bem chegar...
e sempre experiencias mais belas
e sempre mais a se transformar
e sempre um novo horizonte
na manhã de chuva
no ceu acinzentado
uma nova experiencia na trova
quando a trovar se encontrava
o colar de pingentes sagrados
nesses momentos
ainda para nós retidos
permanecendo ainda nesse cév
palpitando para nós reservados
dia a dia dedicando
o que se é aonde se quer estar
ao que traz o ser por dentro
esperando...
nesse saber esperar
nesse e sperar contrastando
nesse estar sem desesperar
nessa esperança tanto tanto
que atua voz e a minha se ouçam
que sejam as vozes sentimento
que ao se encontrarem
em derredor da arvore do amor
se encontrassem e vogassem
quais rios a nascente a d'reito
e ao estar a sós
sem mais
despir dores e emoções
e ver o que ali é por demais
evidente que o coração já anunciou
à mente
o seu valor maior e surpreendente
crer e perseverar
que numa destas linhas
neste lugar
encontrarás o fio à meada
e dela uma nova trova perfarás
e nessa invisível estrada
assim aqui chegarás
assim ali no peito arivarás
qual caravela de descobertas novas
que se preenchem ao bem chegar...
e sempre experiencias mais belas
e sempre mais a se transformar
e sempre um novo horizonte
na manhã de chuva
no ceu acinzentado
uma nova experiencia na trova
quando a trovar se encontrava
o colar de pingentes sagrados
nesses momentos
ainda para nós retidos
permanecendo ainda nesse cév
palpitando para nós reservados
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017
contar a crianças contos da adultícia contar aos adultos como a criança segue cheia de ledicia
nestes novos tempos
novas crianças se erguem
quando ouvem por dentro
e respondem ao que compreendem
sendo simples dee star assim lado alado
o beijo o abraço o dar de mão
baloiço pequeno entre fios viventes recriado
e sendo assim a embalar
qual contar uma música de adormecimento
sem pensarr na letra no seu suvcesso
nem no tempo que leva a cantar
e ir cantando devagar
ouvindo e chegando
aonde se quer chegar
a estar próximos
sem ter de se afastar
e ao ir regressar apenas com um simples
gesto com uma realidade veraz - verás
uma e outra a se juntar e reverberarás
e nem existe forma de deixar
no teu ser outro lugar
a vagar para reencher
noutro tempo qualquer
novas crianças se erguem
quando ouvem por dentro
e respondem ao que compreendem
sendo simples dee star assim lado alado
o beijo o abraço o dar de mão
baloiço pequeno entre fios viventes recriado
e sendo assim a embalar
qual contar uma música de adormecimento
sem pensarr na letra no seu suvcesso
nem no tempo que leva a cantar
e ir cantando devagar
ouvindo e chegando
aonde se quer chegar
a estar próximos
sem ter de se afastar
e ao ir regressar apenas com um simples
gesto com uma realidade veraz - verás
uma e outra a se juntar e reverberarás
e nem existe forma de deixar
no teu ser outro lugar
a vagar para reencher
noutro tempo qualquer
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017
seguimos a estar unidos
quando éramos quais crianças
víamos mundos imensos
de plasticidades e tensões variadas
vivíamos entre caminhos
que eram vias abertas
quais estradas
para o coração
mais bem real
desse ser que sem ser formal
nos invadia dia a dia e nesles
vivia e emocionava o restante pessoal...
e nesses que se contagiavam;
pela luz que emanavam;
pela alegria de viver o bem
mais o seu par ideal
assim se instalavam
qual numa dramaturgia
assim se encaravam e sorriam e acenavam
ao se verem reflectidos uma vez dentro
quais assim tais quais como amigos
dessa óvala assim bem entredita
na estada da via da vida
uma pequena estrelita
para se bem estar e ver
as nossas próprias forças
a valerem tanto quanto as que viamos
no princípio e nos principios que ousamos abraçar...
e nessas as crianças felizes
nessas que tem tantos e tantos matizes
quais pinturas e odes poéticas sejam
e quantas as melodias assim ao de-redor parecendo divinas
ainda nos mostrando em senhas bem elaboradas
além dos sinais pelas quais foram sempre reconhecidas e marcadas
e o reconhecimento directo ao saber original, saber interior, esse algo anterior
vinha ao de cima pela tripla chamada da flor de amor da flor de coragem de flor de compaixão
qual piedade sem ter
a vocação nem o tempo
na viragem
as três chamaradas ora chamazitas de velas festivas
assim iluminavam
assim assinalavam
assim indicavam
as vias das nossas vidas e saber sabíamos que ir assim subíamos ao cimo de nós sempre ao saber sentir o eco precoce ora assim bem arredondada da orla de vida do momento que nos foi entregue ora nos foi dado a ver a sentir o saber a sentir essa emoção e a passar sem querer sem estar numa qualquer função de teatro vivente que tem a sua intenção e traz alegria a um grande equivalente de gente... essa que provém do coração que se reflecte em cada vez que exultas e exaltas tal qual criança menino menina pequenos serenos assimem alegrias plenas cantavam pintavam e nos assinalavam....
venha adulticia a abraçar a criança da que mais não se pode separar e venham os dos muitos etstios vencidos, pelo calor da estrela mais pequena , grande imensa! por seguirmos a estar unidos
víamos mundos imensos
de plasticidades e tensões variadas
vivíamos entre caminhos
que eram vias abertas
quais estradas
para o coração
mais bem real
desse ser que sem ser formal
nos invadia dia a dia e nesles
vivia e emocionava o restante pessoal...
e nesses que se contagiavam;
pela luz que emanavam;
pela alegria de viver o bem
mais o seu par ideal
assim se instalavam
qual numa dramaturgia
assim se encaravam e sorriam e acenavam
ao se verem reflectidos uma vez dentro
quais assim tais quais como amigos
dessa óvala assim bem entredita
na estada da via da vida
uma pequena estrelita
para se bem estar e ver
as nossas próprias forças
a valerem tanto quanto as que viamos
no princípio e nos principios que ousamos abraçar...
e nessas as crianças felizes
nessas que tem tantos e tantos matizes
quais pinturas e odes poéticas sejam
e quantas as melodias assim ao de-redor parecendo divinas
ainda nos mostrando em senhas bem elaboradas
além dos sinais pelas quais foram sempre reconhecidas e marcadas
e o reconhecimento directo ao saber original, saber interior, esse algo anterior
vinha ao de cima pela tripla chamada da flor de amor da flor de coragem de flor de compaixão
qual piedade sem ter
a vocação nem o tempo
na viragem
as três chamaradas ora chamazitas de velas festivas
assim iluminavam
assim assinalavam
assim indicavam
as vias das nossas vidas e saber sabíamos que ir assim subíamos ao cimo de nós sempre ao saber sentir o eco precoce ora assim bem arredondada da orla de vida do momento que nos foi entregue ora nos foi dado a ver a sentir o saber a sentir essa emoção e a passar sem querer sem estar numa qualquer função de teatro vivente que tem a sua intenção e traz alegria a um grande equivalente de gente... essa que provém do coração que se reflecte em cada vez que exultas e exaltas tal qual criança menino menina pequenos serenos assimem alegrias plenas cantavam pintavam e nos assinalavam....
venha adulticia a abraçar a criança da que mais não se pode separar e venham os dos muitos etstios vencidos, pelo calor da estrela mais pequena , grande imensa! por seguirmos a estar unidos
terça-feira, 31 de janeiro de 2017
simples como quando sonhamos, tal qual o dia e o som dessa palavra amiga
quando a criança intima esprança sonha
quando o sonho preenche a adulticia desse tom de ledicia que nas rais assim passa
qual ponte entre um e outro estado quais olhares sempre dois ao ver só um objecto dois smepre lado a alado...
quando assim a verdade de amores dessa adulticia... se plantam nos sonhos verdadeiros amores das criaças
que exultavam na ledicia dess'outra palavra vivente, outra palavra dessas raias preechidas, dessas que na vida vêem ao de cimae nos trespassar...
e nessas alegras pastagens aonde livre o ser cavalga
qual o cavalo - montada da liberdade
- desse amor de verdade que esperava encontrar
seu par ali e aonde amanhecer...
por entrias estradas de estrelas vogamos...
sonhamos!
nas noites frias sonhamos ainda mais pois todas as estrelas do outro lado das veredas se encontram em nós connosco a nosso lado para abraçar o ser gelado que assim se poderia esquecer de acender uma luz na noite mais escura uma candeia de esprança que apura assim a vontade de ver o sol nascer e o ser se re-erguer...
essa vontade de saber - oh criança que o es também! - quando e quanta da tua infância se troca ora se perde ora espera a sua maior transformação a de adulto ou velho feito e direito e com direito a fazer pairar a imaginação
a deixar o amor passar, a dar mão em mao e a abraçar...
simples como o dia em alvorada e o som de uma palavra
quando o sonho preenche a adulticia desse tom de ledicia que nas rais assim passa
qual ponte entre um e outro estado quais olhares sempre dois ao ver só um objecto dois smepre lado a alado...
quando assim a verdade de amores dessa adulticia... se plantam nos sonhos verdadeiros amores das criaças
que exultavam na ledicia dess'outra palavra vivente, outra palavra dessas raias preechidas, dessas que na vida vêem ao de cimae nos trespassar...
e nessas alegras pastagens aonde livre o ser cavalga
qual o cavalo - montada da liberdade
- desse amor de verdade que esperava encontrar
seu par ali e aonde amanhecer...
por entrias estradas de estrelas vogamos...
sonhamos!
nas noites frias sonhamos ainda mais pois todas as estrelas do outro lado das veredas se encontram em nós connosco a nosso lado para abraçar o ser gelado que assim se poderia esquecer de acender uma luz na noite mais escura uma candeia de esprança que apura assim a vontade de ver o sol nascer e o ser se re-erguer...
essa vontade de saber - oh criança que o es também! - quando e quanta da tua infância se troca ora se perde ora espera a sua maior transformação a de adulto ou velho feito e direito e com direito a fazer pairar a imaginação
a deixar o amor passar, a dar mão em mao e a abraçar...
simples como o dia em alvorada e o som de uma palavra
sexta-feira, 27 de janeiro de 2017
por uma margarida se visse o sim e o não e o incerto se abrisse de par em para o olhar o ser simples e o seu ser de luar ao sol ar
quando a criança interior crê
qual margariada desfolhada
entre as letras alvase claras
e as negras de sombra a abater
fica só a figura
de um suster
que pouco dura
e uma esfera
doirada
no centro
a tanger
a reberverar a magia perdida ao se esperar
o olhar e o estar perto do outro ser
o abraço sem tréguas sem nada aperder
e nessas mãos dadas entrançaas entrelaçadas
e as mãos que se unem quando se caminhantes fossem
ao se saber passar
os rios da vida reflectida
seriam quais mentiras
das poças
nas que não se pode mergulhar
qual margariada desfolhada
entre as letras alvase claras
e as negras de sombra a abater
fica só a figura
de um suster
que pouco dura
e uma esfera
doirada
no centro
a tanger
a reberverar a magia perdida ao se esperar
o olhar e o estar perto do outro ser
o abraço sem tréguas sem nada aperder
e nessas mãos dadas entrançaas entrelaçadas
e as mãos que se unem quando se caminhantes fossem
ao se saber passar
os rios da vida reflectida
seriam quais mentiras
das poças
nas que não se pode mergulhar
aonde ainda haja vida
sem deixar de almejar...
a nascente
no dia a dia...
baixo o céu
corrente e fluída
a via da vida
nos alimenta e nos guia
aonde ainda haja vida
para celebrar e ler
em liberdade
agir
em
consequência
de
plena
vontade
e
partihar
a nascente
no dia a dia...
baixo o céu
corrente e fluída
a via da vida
nos alimenta e nos guia
aonde ainda haja vida
para celebrar e ler
em liberdade
agir
em
consequência
de
plena
vontade
e
partihar
quinta-feira, 26 de janeiro de 2017
das crianças que ainda viremos a chegar a ser às que somos mesmo ainda sem bem saber...
as crianças que somos
que tanto mimaram os pais que já não vemos
que tanto deixaram de herança
as paragens as paisagens e o tempo
que se ligavam pelo simples facto de amar
que assim nos alertavam como alertam as de hoje sem cessar
do valor da palavra silenciada
do valor da palavra do verbo e do amar
do valor desse abraço simples do gesto humilde por se saber ouvir e ver e pronunciar
desse abraçar sedente que se deixa ao se bem elevar
na manha ser humano dormente que parte para o dia sem ainda sequer o anunciar
nem palavra nem olhar nem beijo terno nem gesto de abraçar nem detalhe que mostre o trejeito
de um novo dia a começar e a estalar a rotina
por dentro a rotina de bem amar vem e estabelece
a via da própria vida...
que tanto mimaram os pais que já não vemos
que tanto deixaram de herança
as paragens as paisagens e o tempo
que se ligavam pelo simples facto de amar
que assim nos alertavam como alertam as de hoje sem cessar
do valor da palavra silenciada
do valor da palavra do verbo e do amar
do valor desse abraço simples do gesto humilde por se saber ouvir e ver e pronunciar
desse abraçar sedente que se deixa ao se bem elevar
na manha ser humano dormente que parte para o dia sem ainda sequer o anunciar
nem palavra nem olhar nem beijo terno nem gesto de abraçar nem detalhe que mostre o trejeito
de um novo dia a começar e a estalar a rotina
por dentro a rotina de bem amar vem e estabelece
a via da própria vida...
quarta-feira, 25 de janeiro de 2017
e de novo sentir...
dessas crianças pequenas
que se despertarem lembram
os lugares que pensam
e sentem
e que levam
assim
por dentro
nessas quentes terras
solarengos dias sempre Verão
e no estio dos dias que temos
nas madrugadas cinzentas que sabemos
nos invernais momentos entreo tic e o tac
do relógio sempre eterno
a ternura desse instante volta-se a preencher
volta a ser preenchida
aquando a reviravolta das agulhas do relógio
estas apontem ao cerne e ao centtro da própria vida
ao velas quais as dos ventos a soçobrar
espelhando ora espalhando o tempo
que ainda temos para dar
assim sós... cinzentas...
se extinguem e
nós diurnos
assim nos elevamos
e tingem e tangem
bandeiras desses novos outros anos
nesses nossos novos tempos
nos badalos desses sinos hajam sinais
que assim ouvimos e levamos
por sempre e nunca mais
dispersos sempre ao se ver a assumir
por um detalhe intenso!
por um fio sempre vivente a saber
no pano da bandeira da vida
se entretecer no nosso ser
se entrelaçar e de novo refulgir...
que se despertarem lembram
os lugares que pensam
e sentem
e que levam
assim
por dentro
nessas quentes terras
solarengos dias sempre Verão
e no estio dos dias que temos
nas madrugadas cinzentas que sabemos
nos invernais momentos entreo tic e o tac
do relógio sempre eterno
a ternura desse instante volta-se a preencher
volta a ser preenchida
aquando a reviravolta das agulhas do relógio
estas apontem ao cerne e ao centtro da própria vida
ao velas quais as dos ventos a soçobrar
espelhando ora espalhando o tempo
que ainda temos para dar
assim sós... cinzentas...
se extinguem e
nós diurnos
assim nos elevamos
e tingem e tangem
bandeiras desses novos outros anos
nesses nossos novos tempos
nos badalos desses sinos hajam sinais
que assim ouvimos e levamos
por sempre e nunca mais
dispersos sempre ao se ver a assumir
por um detalhe intenso!
por um fio sempre vivente a saber
no pano da bandeira da vida
se entretecer no nosso ser
se entrelaçar e de novo refulgir...
terça-feira, 24 de janeiro de 2017
Crianças a ser e sermos crianças sem nos perder - saúdos no abraço mais simples - no olhar mais quedo nas situações mais humildes sev silencioso cantar ledo
Crianças
pequeninas aves de espranças
ainda navegam nos olhos meus
e nos teus...
crianças
que de surdina festejam o dia
e de noite a mais cálida paz;
e paciência!...
paciência para essa lonjania perdida
que manifestam assim de mão bem dada
e de abraço quesequer mal se contava
com apenas um olhar de estar parada
e qundo te achegas
e bem as observas
e as queres
tu abraçar
e cuidar
e mimando
numa palavra de gesto mais brando
é a ti que vês de novo sem saudar
nesse saudar
de saude
e saudade
quando se vivia
o tempo suave
e a suavidade
de bem saber amar
sem se deter a pensar
pequeninas aves de espranças
ainda navegam nos olhos meus
e nos teus...
crianças
que de surdina festejam o dia
e de noite a mais cálida paz;
e paciência!...
paciência para essa lonjania perdida
que manifestam assim de mão bem dada
e de abraço quesequer mal se contava
com apenas um olhar de estar parada
e qundo te achegas
e bem as observas
e as queres
tu abraçar
e cuidar
e mimando
numa palavra de gesto mais brando
é a ti que vês de novo sem saudar
nesse saudar
de saude
e saudade
quando se vivia
o tempo suave
e a suavidade
de bem saber amar
sem se deter a pensar
sexta-feira, 20 de janeiro de 2017
gentes e lugares e passos - simples espaços nesses tempos longos e lonjanos!
nestas pequenas terras
aonde tão perto vogamos
nestas ruas por vezes desertas
aonde nos vemos, encontramos e saudamos
nestes nossos lugares oh! simples lugares!
de gentes simples...
por vezes aos pares
nesse, nesses que cedo deparas ao encontrares
ao serem o que bem quiseram sem duvidares
vê
o que as une
crê
no que as reune
e voga
tu também
nessa rua tua
e minha
assim
também
por bem...
aonde tão perto vogamos
nestas ruas por vezes desertas
aonde nos vemos, encontramos e saudamos
nestes nossos lugares oh! simples lugares!
de gentes simples...
por vezes aos pares
nesse, nesses que cedo deparas ao encontrares
ao serem o que bem quiseram sem duvidares
vê
o que as une
crê
no que as reune
e voga
tu também
nessa rua tua
e minha
assim
também
por bem...
quinta-feira, 12 de janeiro de 2017
das crianças que sempre fomos
nessas danças nasque sabes
quando oohar menino de menina ou sev ser igual
te toca e sorri sempre sorri quando passa por ti sem ser formal
e nessa informalidade formalmente e stilizada
o adulto quevra a mascara desfaz a sua espada pesada de tantos papeis a defender
e se deixa em plena e strada em pleno mural em pleno caminho ser a sim quase igual
sorriso em sorriso abraço ao se deixar envolver
e omenino a menina o ser preciso descambem em sorrisos
que outros procuram provocar para que se façam bem arder
nesse lume que arde e nao queima que arde sem se ver
e que nos une em roda verdadeira e não em nenhuma outra
que se acenda para depois jamais se prender
e quantas e de quantas belas ocasiões
se acendessem ora se reacendem
nos corações bem soando
apenas quando
se encontrem
frente a frente
com o ser grande
a feliz criança:
com o ser que se sabe
que permanece
nessa doce estância
da qual jamais saiu
e que segue e segue
a procurar encontrar
reflexos desse eido
aonde ambos complexos
se deixam em simplicidade
antes de se lembrarem do nome
e antes de se reconhecerem na idade
quando oohar menino de menina ou sev ser igual
te toca e sorri sempre sorri quando passa por ti sem ser formal
e nessa informalidade formalmente e stilizada
o adulto quevra a mascara desfaz a sua espada pesada de tantos papeis a defender
e se deixa em plena e strada em pleno mural em pleno caminho ser a sim quase igual
sorriso em sorriso abraço ao se deixar envolver
e omenino a menina o ser preciso descambem em sorrisos
que outros procuram provocar para que se façam bem arder
nesse lume que arde e nao queima que arde sem se ver
e que nos une em roda verdadeira e não em nenhuma outra
que se acenda para depois jamais se prender
e quantas e de quantas belas ocasiões
se acendessem ora se reacendem
nos corações bem soando
apenas quando
se encontrem
frente a frente
com o ser grande
a feliz criança:
com o ser que se sabe
que permanece
nessa doce estância
da qual jamais saiu
e que segue e segue
a procurar encontrar
reflexos desse eido
aonde ambos complexos
se deixam em simplicidade
antes de se lembrarem do nome
e antes de se reconhecerem na idade
sexta-feira, 6 de janeiro de 2017
pequeno texto de ensaio - da palavra na que também caio - no silêncio
escadas de palavras entrelaçadas
nu o alento que as cala
nudez na feição que as não diz
perfeita a lavra
da palavra
que termina
e determina o ser feliz
e no tempo
ao se bem saber contar
e no silencio
oh doce lamento!
de tudo o que se tem para bem encontrar
de si a ti de mim a vós dessa voz que renasce feliz
quando se encontra assim entre nós!...
nu o alento que as cala
nudez na feição que as não diz
perfeita a lavra
da palavra
que termina
e determina o ser feliz
e no tempo
ao se bem saber contar
e no silencio
oh doce lamento!
de tudo o que se tem para bem encontrar
de si a ti de mim a vós dessa voz que renasce feliz
quando se encontra assim entre nós!...
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