de palavras belas de quão grandes fossem as vias das vidas para enaltecê-las
quanto o que equivale a elevar o olhar
em três fases pequenas capazes
ver o botão olhar a florescer
e sentir quando esteja já em flor
não a vontade
menos no poder
e sim no amor
assim ao acontecer
e precatasse-se a criança nossa este nosso ser
que seguia a fazer obras de amor a aspirar
pelo ar em palavras silenciadas
e em prosas que mais pareciam poemas e obras inacabadas
de letras sem sentido a montes belos a se verem de cor
dizendo verdade e vereda e verde a vereda se pintou sem flor
que se nascesse de novo e se se esbatesse para dar uma cor mais suave
e a sua vida
a sua suavidade
em silenciosos matizes clarejando
a verdade pintou sem querer bem rever entretanto
num balão que se eleva e lá em cima rebentando
mil e uma letras de cor nas suas reticências de novo esvoaçando
o ser que a vira ora bem a viajar
a esperava quando ao passar passava pela via´
nem a via assim tao bem e tao iluminada
uma face num balão distorcida
tão grande que pareceria errada e quando a visse
entre mais de mil germinando
as sementes da cor da vida as centenas se alegrando
nem se precatou do ruído nem do clarão
desse ser qual relâmpago que passa pela imaginação
e viu mil e uma pisadas poisadas no chão...
pintadas ora marcadas na areia dos sonhos
que teriam sido de alguém a criação
que o tempo assim deixou no coração...
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