fores silvestres qve se encontram ao passear
não planatadas não agrestes simples qval ev e tv ao nos doar
qvando conhecidos desde antes velhos maigos qvandoa conhecer depois ser homem ora tornar-se mvlher qval nasflores desas arvoresde frvtos ov as ovtras qve resgvardam dias e noites pelos caminhos mais absolvtos e nesses e nesas qve conheces no tev dia a dia a passear assim se estabelecem víncvlos de dias e noites a sav«berem-se levar
a saberem-se entr'ajvdar em momentos ao saberem-se em prosa em pleno ar a saberem ainda lovvar ov levar o sev doce e alegre s vstento- e nesse qve se svstém em palavra simples conversa dizem qve fiada qve nao perde o fio à meada ao dom da esfera enrolada dessa qve evio da arvore DE VIVENTE SER e qve depiis se entretecev para qve OCM AS MºAOS A LGVÉM POR VENTVRA O AJUDASSE A SER e enqiavto com as mãos mediava asim medias as palavras ntretecia e perfazia e levava entriasmãos e avoz osom qve se devaeio fosse qve se esta fsse de maneira diferente parecida qvase igval ao som dessapvtra brincadeira de se olhar no solhos e saber confiar pae ov mae - qvando se veja à primeira! qve depois de se espraiar o s er qve se conhecev mais de vinte aos a sim depois aprecem as svvidades as ternas idades as palavras VE ANTES NVNCA TENHAM AGIDO E A SIM ATINGIDO A VIA DA VIDA INTEIRA e nessas qve se ovve e sevê e se sente reflectem-se as palavras mais belas apoder algvm dia entretecer e nessas as experiências de vida qve bem coerentes crescem para dar resposta e anima as qve depois ainda se vão ver a despedir a despir dia a dia para voltar apreencher de harmonia de creça de maor vma forma de se estabelecer em nós ser hvmanidade eem vós qve bem ledes e por ventvra sabedes
qve nos elementos todos estes recantos de amor e irmandade de philantripia e de harmonia gram se m terem tempo se teremidade e qve Os tempos qve se acrescem e depois se deixam parece q ve passam qval consenso nvm ano nvm minuto o eterno silÊncio a tvdo desdizer e viltar de novo à lidae e ver qve tvdo segve e prossegve e ligve de maneira qve jamais poderemos assim recordar e mvlar e descrever...
seja nvma ode poesia s em final! seja nvma melodia assim triângvlos de força viva entre tres se perfaz a igval
seja nvma epopeia prosa entre laivos de pensar qvais os aços de vma tera inteira descoberta qval bola azvl as mãos de vma peqvena pessoa de vma criança a saltar.... (pedra filosofal)
dvas peqvenas das mais peqvenas flores do campo alvas florescem silvestres anda nestas épocas de doce encanto enqvanto algvnes se configvram e constroem sevs presépios.... estas mantém alegria e cor e LEMBRANÇA!
QVE MAIS ALÉM DO DIA MAIS CVRTO DA NOITE MAIS LONGA vm NOVO AMANHECER ESPERA E DESCANSA!
A DE E
mensagens dos corações mais amenos
- textos grandes em espaços pequenos...
terça-feira, 29 de novembro de 2016
segunda-feira, 28 de novembro de 2016
nessas a começar nesses a se entender nessas e nesses a se ligar a lvz maior qval ocaso qval alvorada de novo a svceder...
completar linhas ovvir nas estrelas as estradas mais belas qvando recaem sobre nós em pleno âmago emser amad ao sever na sva mais ínfima feição qvais estrelas na noite mais qvente qve se vejam de perfil e qval a lvz lvzidia ora ainda parecendo avsente qve te diz qve está em ti e em mim...sempre presente...
sexta-feira, 25 de novembro de 2016
creres renasceres... verdades do tempo e dessas svas vontades....
permanecer no soslaio
ao olhar ao cotrário
e ve-se de frente
e ver-se a si mesma a si mesmo olhar sorridente de confir dessa aconfinaça no fvtvro no frvto maispvro que possas assim encontrar sem os candeeiros qve e ncandeeiemosaber dapalavra qve por dentro se
detêem
e nos svaves e belos eidos a svspirareem!
assim nos mais complexos verdadeiros reflexos se poder poderiam assim ser e estar a se ovvir
e ver e sentir
qvando essas mesmos laços
vnidos qval unicidade
apenas sejam qvando deixarmos
de andar com o "carrinho de rodas"
todas as bolas de lado a correr nem rolares nem rolamentos
apenas os mais apressados apreciados momentos... sem preço
ao se reverem e a o se svscederem e se gviarem ... ali e aonde
e bem hajam e bem mais ali ora além na memória
da gente dessa qve ainda seja sorridente para lembrar
os doces doirados entrantes na nossa lvzidia estória
e nem com as svas
qve svstentavam
as qvatro
qve nos ajvdavam
de pois a andar
de dvas aos dois
eixos dvas
lingvagens
ainda a se
saberem
levar
vma criança dizia dizia
uma gaivota voava voava
uma papoila crescia crescia
e crer
nvm qvintal sem mvros
filhos pisando firme cantando alto e sorrindo LIVRES
ainda dá gosto o cantar o qve os bem ensinaram de pois de perder e recvperar...
e a renascer
ao olhar ao cotrário
e ve-se de frente
e ver-se a si mesma a si mesmo olhar sorridente de confir dessa aconfinaça no fvtvro no frvto maispvro que possas assim encontrar sem os candeeiros qve e ncandeeiemosaber dapalavra qve por dentro se
detêem
e nos svaves e belos eidos a svspirareem!
assim nos mais complexos verdadeiros reflexos se poder poderiam assim ser e estar a se ovvir
e ver e sentir
qvando essas mesmos laços
vnidos qval unicidade
apenas sejam qvando deixarmos
de andar com o "carrinho de rodas"
todas as bolas de lado a correr nem rolares nem rolamentos
apenas os mais apressados apreciados momentos... sem preço
ao se reverem e a o se svscederem e se gviarem ... ali e aonde
e bem hajam e bem mais ali ora além na memória
da gente dessa qve ainda seja sorridente para lembrar
os doces doirados entrantes na nossa lvzidia estória
e nem com as svas
qve svstentavam
as qvatro
qve nos ajvdavam
de pois a andar
de dvas aos dois
eixos dvas
lingvagens
ainda a se
saberem
levar
vma criança dizia dizia
uma gaivota voava voava
uma papoila crescia crescia
e crer
nvm qvintal sem mvros
filhos pisando firme cantando alto e sorrindo LIVRES
ainda dá gosto o cantar o qve os bem ensinaram de pois de perder e recvperar...
e a renascer
das tres idades e das svas solenes palavras chave...
as páginas ainda por d escrever desde a terna infância as páginas por bem saberem ser e desde a adultícia q ve brama qve proclama vma nova liberdade de se ser homem ora de se ser mvlher em plenitvde e sem vontade qvando antes se via o sol todo pleno e olhar era qval vm sonho calmo sempre sereno - e qvando a pós nessa terceira vez nessa terceira cvrva voltas a crer nessa vontade desse sonho em solidariedade e na noite... mais a bruma - se visssem e nesse o sopro se despejasse o qve ainda non se conseguisse...
a terceira vez a prmeira se non veja a segvnda se se encarrega e non se bem esteja - a terceira voltar a crer... nesse percvrso sempre terno e livre d efinido e svblime qve na vez primeira nos foi dado a olhar
e nessa a segvnda vez nos foi dado a experienciar e viver e a responsabilizar para a terceira nãodeixar de r parar desse lerem palavras de crianças em corpo de mvlher e das palavas dessa doce infância em corpo de homem
ah amanhecer! ...
ah! esse voltar de novo a crer!....
a terceira vez a prmeira se non veja a segvnda se se encarrega e non se bem esteja - a terceira voltar a crer... nesse percvrso sempre terno e livre d efinido e svblime qve na vez primeira nos foi dado a olhar
e nessa a segvnda vez nos foi dado a experienciar e viver e a responsabilizar para a terceira nãodeixar de r parar desse lerem palavras de crianças em corpo de mvlher e das palavas dessa doce infância em corpo de homem
ah amanhecer! ...
ah! esse voltar de novo a crer!....
quinta-feira, 24 de novembro de 2016
apelo a verdade...
dos poemas e das poesias
ao ser criança a poesia parece qve se embevece me cada poro me cada dia e m cada noite de sonho emagia em cada olhar em cada setir e svspirar em cada passo dado em cada abraço levado para ao final no princ+ipio do dia dessa a nossa nova alegria transformar
e qvando crescemos e somos o qve lemos e nem nos dá o tempo para nos precatar essa lonaja habilidade qve rima com a noss mais simples hvmanidade assim se transforma em lobgevidade ao estar vivo ao estar viva a criança mais fiel a miga qve por dentro apela a verdade
ao ser criança a poesia parece qve se embevece me cada poro me cada dia e m cada noite de sonho emagia em cada olhar em cada setir e svspirar em cada passo dado em cada abraço levado para ao final no princ+ipio do dia dessa a nossa nova alegria transformar
e qvando crescemos e somos o qve lemos e nem nos dá o tempo para nos precatar essa lonaja habilidade qve rima com a noss mais simples hvmanidade assim se transforma em lobgevidade ao estar vivo ao estar viva a criança mais fiel a miga qve por dentro apela a verdade
terça-feira, 22 de novembro de 2016
A DANÇA DE VIVER as cordas entrançadas mensagens de nós a vós a voz vossa em nossa alegre circvlar morada qve se transforma dia a dia qve a via de vida a transportar e qve dentro o facho ardente o freixo ainda à de saber estar nas margens a onde sempre esteve...
dos sonhados dos caminhos por andar
e dos caminhos esses já andados...
qvando ...nvma terra sem nome...
e nvma idade... sem terem tempo:
se implode por dentro e renasce
assim o ser o sev no o renascimento;
amizades belas ver as amizades e veredas de sonhos
livres qvando se componham já em sva idade...
e qvando se estabeleçam nas cordas aparecem...
assim pelo maior vontade desse amor para bem vnir:
nos os laços qve ainda segvem nas pontas entre dados
feitas e nessas gemas qve bem de fronte...
as gemas de mãos qve se svstentem...
laços de qvem bem se esqveça... e mantenha
essa a sva chama a segvir... sempre se svstenha
na mão elevada vitores ao sol por em ambas svstida qval avgoa bem soada qvando ao nascer do sol o sopro é por aor e a palavra primeira é pelo ensejo pelo ser q ve assim bem se sonha e sendo-o pelo mais almejado apelo apelos todos se conjgam e dsse de frontam ao se jvntar qvando na noite mais fria pareciam qve p'reciam para bem se dar para se darem de meio a meio o amor ao lvgar ao lar ao doce meio de se manifestarem de se entrelaçar a daça a roda o ardente ser qve rola entre a rola da paz integra plena e inteira e o sinal qve no sv seio fala da orla da roda e não da sva ovtra brincadeia...
e dos caminhos esses já andados...
qvando ...nvma terra sem nome...
e nvma idade... sem terem tempo:
se implode por dentro e renasce
assim o ser o sev no o renascimento;
além o teixo e as tágides de qvem non sabia
as margens segvem a vir desde portvgal ao qve antes lvsidia força era sempre de lvz em lvzo assim qval ofvso sem ser lvscofvsco ra ardente ainda tempera mais dvra a sva extremadvra assim candente e desde a cima dessas avgoas nas costas se nota qve desde abaixo o mais afastado cabo é de rocha non de
qvadrado
...
amizades belas ver as amizades e veredas de sonhos
livres qvando se componham já em sva idade...
e qvando se estabeleçam nas cordas aparecem...
assim pelo maior vontade desse amor para bem vnir:
nos os laços qve ainda segvem nas pontas entre dados
feitas e nessas gemas qve bem de fronte...
as gemas de mãos qve se svstentem...
laços de qvem bem se esqveça... e mantenha
essa a sva chama a segvir... sempre se svstenha
na mão elevada vitores ao sol por em ambas svstida qval avgoa bem soada qvando ao nascer do sol o sopro é por aor e a palavra primeira é pelo ensejo pelo ser q ve assim bem se sonha e sendo-o pelo mais almejado apelo apelos todos se conjgam e dsse de frontam ao se jvntar qvando na noite mais fria pareciam qve p'reciam para bem se dar para se darem de meio a meio o amor ao lvgar ao lar ao doce meio de se manifestarem de se entrelaçar a daça a roda o ardente ser qve rola entre a rola da paz integra plena e inteira e o sinal qve no sv seio fala da orla da roda e não da sva ovtra brincadeia...
segunda-feira, 21 de novembro de 2016
pelas gotas mais pvras e as cantigas a lhes contar e pelas actividades qve vm dia poderemos em roda assim talvez - qvem sabe (qvandoa dvvida acabe) voltar a celebrar
vai espelho mostrao qve É NOSSO AFINAL
em nós
nesse som
vive a arte
de sermos nós parte integral ora a integrar ora íntegra plena mais alémdo beme para além do formal - assim construímos cantares espessos cantares qve vogam aonde ainda fluímos nos qvando nesses nos bem vejam sair e e star e permanecer nesse slvgares aonde ainda onde hajamos mais simples poisares de olhares em qvem bem ensejam por sempre e nons+o e apenas pela memória de vm maior presente do qve o qve temos sem se deter e o qve bem sabemos a servir qval bola colorida nas mãos dessa criança qve seria ora fascina peloapelo da sva eterna graça
agora crescemos e reaparecemosna voz de vma só nação
aldeias glov«bais non as originais q ve permitem ter tom e dar som aos nossos sonhos mais ovsados aos seres mais bem cvidados apa e aparecendo e em idades sem forem entretecendo - e aos olharesssmepre parecidos qvaise igvais qve se perfazem em cantares amigos os destinos de qvem vê bem e ovvem bem demais qvando de ovteiro a ovteirose ovçam coros de ecos de vozes se lestedes assim qvando de lvgar emlvgar amizade entre ele e ela seja amizade por serem tais qve se levemamanhã ora a passar e se deixem depois de se orieb«ntar pelos olhares dovtros qve bemnon os qveiram casar e qve send acasar entrio o vento a chvva e as svvidadesda tera a saberem bem viajar e beijarem sem teremo sev passo certo entre ondvlantes veredasaonde ainda se descai entrio barro doces tendas qve de barroperfizerampaes e pais e paises qvase sempre igvais e e ntrios os rios os cantares e canticos mais felizes os caros mais os petizes qve nos beirais bem se aninharam e anunciar primeiras vezes primaveris febres anvnciarame q vando assim se vejam os mais de mil - acalentados brads emalento sempre a inspirar vmas pelo spassos s certos de leda qve vai cotente e non segvra ainda qve sendo ase s e gvrar e os qve a ssegvremo passoa arte a forma da força em lavras qve de - lovvores e de labores assim qvais as bem ovçam a cantarolar qvando as . mais simples qve perfazem pão celestedes ovvem e vêm desde o coração ritmo de vogar no mar de costas em costas sem partir asim ao mais temper saber segvir assim ao bem mais simples s aber honrar a ssim ao svblime e co qve se desdiz assim feliz saberlargar e desde esse ao qve ovtroleve e nessa leveza e nessa levvra a lavra nonesqvece a sva ovtra a mais pvra!
qve algvs dizem e ovtros acalentam a mais sens+ivel qve vns vsam e ovtros pr'ece qve bem agventam...
domingo, 20 de novembro de 2016
SE DESDE CRIANÇAS SE OVVEM SE SABEME SE LEVAMA BEM QVEM! QVEM SERIA QVE INVENTASSE QVE O CANTAR O BRIO FOSSE QVAL BEM "ER RA SE"
qvando dizemqve o mar non se diz
qvando dizem de qve motes de qve vales de qve cév ov "horizonte"
de qve terras RVMO NORTE deqve sebes de qve montes
de qve horizonte ov linha se se atrevesse a cantar e fossem qviçais os primeiros a saber cantar o mar qve os oceans non cantaram e disseram de nnorte a sl QVE PRCVRAMOS QVE PROCVRAMOS
na noite prece qve non se veja de dia ALVO MAIOR
ASSIM VERDE E AZVL PARECENDO E RVBRA ASSIM
NA
NOSSA COR
...
ao chorar o mar areias de portvgal olhar cegvinho de choro...
desde a amarada desse peto ligeiro k«ligeira amensagem desde a croa qve asimmelro seria vm mar vmmarinheiro mel - rosada colocaria
qvando de doirado o sev bico de negro a sva tez pela terra mais molhada pelo dia qve assim bem vês
...
coram os olhos coram qvando dzem" saudades"
coram qvando se emocionam e nas emoções dessas mensagens dessas ondas qve hinos perfazem´cantar cantemos nós se ovtros calam a voz assim desde les ales sendo acantar cantassemos semmenos valor qve desse ser em hino e de cor assim NOBRE TE CHAMASSEM
qval nobre tv nos chamas nos dez de vm lado se ovvem e nos ovtros igvais se apagam....
quinta-feira, 17 de novembro de 2016
das fagvlhas verdes e serenas
das fagvlhas qve das veredas
as soprem fios:
de brisa apenas
e nas plvmas
desssa e a sva
poesia e segvia
em de-redor
assim qval bem se abre
e qval bem se abriam
e qvando se elevavam
e se se desleixassem
e qvando oh! doce reve tais
assim qval de sombras perfazem
e qvando do sol apenas o tinte
ora pingente na avgoa assim
e por igval qval sol
e lvzidia força
sem ter força
qval corrente
do rio
ah pintar!
e ase esbatir
na sva força
e forma
e pelo
bem
de amar
nvma folha
só nvma
so n@ tela
e sem a ter
se apresenta
na sva mais
simples
imagem
qval caravela
qval cravo
dess' ovtra
margem
de vermelho
e verde
e com cores
qve
parecem
qve
pascem
-
e
qve a
paz
assim
também
perfazem
e assim
os trazem
e ao sev de-
redor as mais
de mil estórias
nos mais de mil
ecos e mais de mil
memorias se apraz
com o sev sopro
oh! ser redentor!:
qve p'rece qval
rebento de vida
ainda non se veja
qve'inda non seja
esprando-se
já sem estar
em flor e a penas
nesse cavle belas e ledas
nesse sev ser cavdal
das avgoas da va da vida
desde vm dos sevs rios
flvidos e vivos qvando
desde o ovtro lado desse mesmo
ser c'rido
o rio
as cores
mais se encendeiam
e non nos encandeiam
nos libertam por o ser
livres plenas e vivas nesses apelos desses nossos...
"todolos" dias
dias desses e desses os sevs novos seres
- e aos "poços" ao se verem par em par cév estrelado ora lvar ora cores desse azvl se os leste assim qvando em derredor das iarvore smais natigas qval bem cipreste....
terna idade sem se ver a bordejar olhar de para e m par e ver o tempo de vo se ergver sem se notar - qval na lagrima qve todas asim mistvrasse val na palette de cores vma simples - cor na sva orla em peqvenos lvgares prantasse...
e
ao
borbvlhar qvando nos olhares nas faces
mais parecessem parecidos nos sevs efeitos
doando o tempo ao tempo ao se saberem retocados e revnidos...
abraços coma via da vida a despontar qvalna terceira ida na terceira vinda de marços a novembros apenas qvais de Janeiros a Jvnhos em espelhos crescendo e nas calendas novos nomes novos seres mvlhreres e homens se inscrevendo...
- se incendeiam qvais as tochas VIVENTES!
dessas orlas dessas margens a sorrir
dessas lvas ditas TRANSPARENTES!qvando nas svas ramas nos s evs ramos a palavra qveda
assim qval bem sendo leda
assim qval silenciar sem se voltar ovvir
e na madrvgada se elevam e trazemmais além do nada assim as cores pelo doce apelo de vma festa a se a brirem castanhos castanhas também qvando crepitam entrias chamaradas das gentes em roda vnidas e os s eixos desses percvrsos bens passados ainda palpitam e a spiram assim as vides em derredor a ssim o s vmo de viver por amor assim as qve bem se acalentem e a qvecem sem ver-te assim os qve bem ensinam ladaínhas docese qvantes antes desse povtro encontrar dessa ovtra linha des de dezembro assima se s aber ler devagar a se saber levar doce gente! assim ao perspeassar o ano novo novoano mil e vma voltas do fogomaneos fátvo dopovo menos a se saber levare levando assim odoce canto em redor da maissimples circvlaridade estabveecem o cinto desse vincvlo entrio canpo e a cidade - entr'a vila e o lvgar entr'a a aldeia e a gente qve lá bem se veja a bem passar...
quarta-feira, 16 de novembro de 2016
Assim desde esse ar de criança asim em veredas a transportar e qvando eramos e as olhavamosmais dvas natenas de vidae dvas para bem sentir o lvgar q vais os ceptros nos tronos imaginados qve pairame vogambos ventos ao peo«ito sem terem de estar dependvrados
~
sendo entrelaçado tendo dois can aisedois olhos para ver océv doiradoe em volta vmacapa qval direcção sem ca minho caminho sem direcção qval coração bem ancorado - qvala direcção do caracl bem a mado da via da vida vida é qval tórvs no peito qval ver-seem ventre sempre bem d'reito vmas vezes sentado em si mesmo entrelaçadoenrlada vmas vezes atrás sendo qvase q vase igval vmas veses de lado qval cadeira elevado em presentes prismas diferente sempre sensível qvando tocas vma ov ovtra dass avas dvas asas correntes de fluidez e vida - assim se ddeixa de saber ovvir e vere sentir e qvando corre - ao sol - atravezssae deixa rasto - dessa prata qve se eleva qval do mais pvro as tro - qvando a ssim a vejas entrelaçar à esqverda tende a se saber apontar qval haste de laçar e lança dadaà vida qval a lança do tempo qve agvlha entenda em s ev s om sem batida - no silencio assim smepre epor igval nesse silenciado brado no mai ssimples do pericárdio - se elva e na palavra q ve avebra a magia prece q ve se sela - o silenciar de prencher e depois soltar qval amar de amores qve bem se ovve e vê e sente e qval o silencio entriass vas mil cores mil rodasd e a mores em espiral também ass abe e na sva pele a sim também as consente qvando aos pirimos desse ampor de mar ve vogam desde a linda beleza qve d ebaixo das ondas s egvea trovar e se se trova por oprtvba e hvmana certezz qvenao ovvidoo peito amigo se deixasse de ovvir e qvando ao ovvido o sev primo dos mares aindas epvdesse o«ver ora sentir de olhos fechados aonde transportamos n+os a mem+oria maissimples qval oe xemplo desse acaracol - de frol de svavidade sendo testemvnho ora a barigo - sendo a transparentar assim via de amizade da vida em solidariedade ao ser de novo a avançar no sol e ntrio solo mais simples nas veredas aonde caminhaso tev caminho a selar de pratasviventes e ao olhares na arvore mais alta ao saberes estara passear - assim se notam qvais as col+onias dessas célvlas qve bemse doam para dar o primeiro impvsoa vm cainho q ve é sorridente... sem se sorrir emd entinhos qve non mostra e te mostra ao o svster a svsteres sem a deixares cair - qval a gota vivente qve se entretece na palma e ao olhares dvasovalas e no centro gval ao qve a qvea salv@....
nvma página nova se compaginamos poemas as poesias os novos teatros de todos os dias aonde aindamvdamos as faceas os brados e os cantares e os cantaros rodados e o cantarolar entrias mais altas veredas a sm ais perfvmadas penas e nas penhas assima ver poisar qvando de avgoas sejam soveh«jando apenas qvando ao hvmor se entreteça nesse sev ovtro cantoe nesse a avgoa se e vapora ora se desvavenecesse qvando a a bsorve o beiho DE VIDA! ESSE QVE SENDOA E JAMAIS SE ESQVENCE e no alento esse qve silencioso eco ainda a faz rodar e a roda.... a dança do povo... na a dança doasse saber saber... assim virar qvando desses lvgares ao de cima! o alento vem e se ovve e qval siga assim desdeo vetre a sesaber ovvire ver renascendo qval a barca q ve voga entr'io vento qval assim a «vagar se se deixar de descer e descendendoa sim entrio lvmen eo sev âmago ao vento assim descreve vma de arco qval ogoval qve vma descende qval crossa ovtra parece formada e fermosae descende qvando depois se eleve e agvente opensar o bem fadar o cantar de latentes de batentes sem porta de latidos e latejares qvendo asim e também os bem ovvvires por dentro e mais bem os lovvares....
terça-feira, 15 de novembro de 2016
Brilha brilha linda estrela nos cévs amais bela - oh rama dessa aiarvore de amar - qve sendo de tras para frente de frente a trás qvando repoisas assim e também te sabe as s I m a p o Ia r
antes o lvllaby - hojeo cvidar da via da vida nvmapeqvenae serena - mvsicalidade em perspectiva sem se deixar acender apenasna estrela qve defronte a fronte saibas bemver e beijar sem mais c'rer
AO re-VER-TE
oh! ave gentil
ao nos vermos
nv a nv
-
tv
em
mim...
e
ev...
em
ti...
quinta-feira, 10 de novembro de 2016
SENTIMENTOS
nem tanto as vezes qve a cantamos
nem tantoo nome de materna matriz qve assim advogamos nem tanto as letras das mvsicalidades das entretecidas idades qvenos tecidos hvmanos - assim bem dizemos - nem nas linhas das pavtas qve lemos - assimq vandoo passo svpera o compasso e o compasso se reanima qvando em forte a braço seprfaz e nesse qve sendolivree pleno e dvre assim dvra aonde ovtro se compraz - nosilencio desse asssim aa dormecer dessa qve estremece e se meche sem fechar opeito ao asim bem - levar a d'reito desse s er coração emc ompassar e nesse encompassado verso sem letra assim letrear sem saber a mvsicalidade de crianças advltas e das velhas lendárias fragas - bem entretecidas ainda se cantem depois de anos sem fim
mil e vm versos inventados POR TI E POR MIM
em nós snedo livres e nessas a vós assim a voz de novo
-
sentides....
b
r
a
h
m
s
qvando de ares e de cantares se perfaze ritmos e mvsicalidades tvas sempre tvas e sensíveis idades tvass empre a se verem - entretecidos viventes ao se s aberem qvais bem os contes e cantes e nos sevs viajares e nos s evs pes ares ainda bem svstenhas q ando pr'recem qve sendo lidas se ovvidas os doces mais finos tecidos assim parecidos por dentro ao se transformarem e te transprtarem pelos vniversos das emoções da devoção dos corações em latejares ardentes em pavsas de filigranas asim qvais bemos sentes assimq vais compassos e nesses os sevs gritos baixos de alegria! qve non se apercebam desse ar qve fosse mais vma área relvada nvm jardim qve jamais s endo - se determina ov se a caba e nessas as flores ao se verem a serem sopradas pela brisa de perfvmes desvanecidos e nesses enebriados tecidos asim fica por sempre evocada q val e va de novo anascer qval via de vida sempre aser a nascer e a descrescer qvais nas ondas de vm mara zvl de vma lagoa devm rio a sim mais além se ama se mil flores de repente se apagam para verem assim svspirar qval nesse lvgar aonde os doirados polenes da vida se apegam e se elevam na mariposa mais simples e m sevs - brados IMENSA! qves abe estare se svster e vogarali e aonde se entretece e bem se e sqvece ao se ver reflectida sem saber OH doce amiga! oh amigo de ver a verdade!oh ser cvja promessa jamais jaz descaida poisa e repovsa sobre o sopé no pé da flor dessaa s va longevidade e sendo assim lida com a flor e aforça da alegria qval no alecrim de cor apagada e nesse ser asim verde asim nasce e tem na svavidade o entretecer dessa medida sem terem tempo OH DOCE IDADE oh IDA mais simples aonde nasce - o rio da flor da vida aonde nasce a legria aonde aindao jardim - PASCE assim svavemente e amente adormecendo-se assim a esqviva flor entretecendo-se em ti e em mim ao se ver de novo ao vogar ao se elevar na brisa sem fim qval no seio dopróprio lvgar e nesse lvmen nesse âmago nesse ser e nesse amar asim amarelecendo e ao vogar maisalgvém além do e vento nessse ser presente oh! doirado pólen q ve se poisa as a sasde mil cores nas pétalas de mil sabores ao saberes beber dese ser hidromel antigo qve se mistvra pelas proprias flores e sigo e segves a beber sem crer - sem qverer de novoo ver a ver asim s endo livre plena e pvra asim sabe da ternvra sabe da sva maior e simples tensão a da avgoa qve mais sendo se eleva e mantém na sva cresta qval o a r e sta doce treva em sombras transparente no fvndo do rio cristalino gigante sendo a aprecida à pedra docesvstida na a vgoa doce do cadvcev desse qve de cálice vivente svstenha a sva parte em parte detenha e a ssim ao ver e ao se deixar beber ja não note nem de note a diferença de ser e estarasim em s va digna e svavve presença...
quarta-feira, 9 de novembro de 2016
assim as crianças desde o azvl - se as leste - aomais profvnd encarnado - cor qvase lvmen e fvmo qve se investe de se bem elevar qval brvma na e spvma desse maior a mor oh assim oh doce mar
peqvenos - caminhos abrindoo ra soltando ao vento qval bem venhas a saber ver
qvais as mai ssimples - dos eidos dos rios - ovteiros - assim nesses també, as voltes
a erver
vmas as do mar e das maresias pairam
ovtras dps vlmeiros em verão de fantasia
e também na melancolia doovtono se ilvminam
sem terem pinta nem terem dono
de ocre ao doirado do vermelho ao mais bem encarnado desse oiro em verde assm qval em fitas e o sev ser
prateado do tronco bem elevado
se agita se a gitam
na cantoria do final do dia
desde o azvl dos cévs ao mais encarnado o ser a via a vida sabem o sev s er estando asim qval espalhado
qval doirado ser de via de vida asim bem a hobnrar e qval no o espelho na pele no apelo o mais velho na raiz desse doirado ser ao se encontrar assimq vais as dvas vias qve s ejam qvais trinam nos capos as a ves ao saberem viajar ao lonje a velejar aopertoa asaberem repoisar e nese repovso - nesse livro solto apenas s abem levar ninhos óvalas perfeições e feições desses sevs prados altos qvaismiragens leves e livres qvais as imagens q ve levas tv ao bem a doormecer e as levas e trazes qvais a smais a simpes velas - ao revê-las possam estar estas para se manfestar e nesse sonhos reiais concretos braços dados - assim os q ve bem tenham s em se d etere nem determinarem chegvem aonde os sevs rios nascem e os sevs fados - se amntenham - VELADOS....
terça-feira, 8 de novembro de 2016
DOS ANTES DE SER EM NATIVA IDADE- aos de DEPOIS DE SEREM REIS E RAINHAS DESSEM EM SVA VOZ a sva CORRESPONDENTE - soBRIEdade - e nesses três meses a bem se poisar O CANTAR O RIO DA VIDA FLVÍD@ E amores de março a saber - de vo ver - a crescer rebentos de prosas de rosas asim qvais marços non se sovbessem desde OVTVBROS SEDESVANECESSEM - e em novebro - AFINAL ensaiassem para em DEZEMBROS ASSIM - talvez - qvem sabe - se prolongassem
apelo desse ser ao
se deixar assim
ver esentir
OH! veredas!
OH! DOCES MAÇÃS
Mais do qve doiradas...
vermelhas encarnadas...
ao se terem - sem se deter
ao se ilvminarem sem bems e s aber
desse sev- o porqvê
e desse ao lvgar do lvmedo lvar asim candidez a qvem bem se pranta e assim espera asimq val doce- criança
espranto para qvem ovvir e ver e esprança para qvem ovvir e a ser a viver - a renovar o lvme do lvgar desse sev - telhado desde a mais vítrea janela qve se corresponde de lado a ladoe através -atrevés dela se bem - se ovve e voga e vê - se da menina dos olhos non se sovbessea alegria assim em derredor s eria qval p'rece...
- AMANHECIDA e bem amada... litania sem ladaínha vogar e no voltar
a exaltar sem se deixar ancorada
oh barca qve nos vem vejas de novo abraçar - o regresso das calendas por entr'as lendas e pelos - lvmes da terra e do cév a se soltar
qvais os cabelos na manhãzinha de estio - bem ledos plenos de pratas e doirados fios finos
- assim diamantinos - assim- pelos olhares qve na manhã te se savdamora se savdavam
nesses apelo os plenos seres SIMPLES e sevs breves - melódicos arm´ónicos a bem se desenterrar do profvndo DAS BRVMAS DA MEMÓRIA ASIm e bem e TAMBÉM A RELEMBRAR - qvemais de mil fogos ardem se m se ver q ve amor é FOGO QUE QVEIMA sem saber qveimar pois sem este lvme e lvmen o deserto do inverno - fosse a sério a desdizer e sem essa a palavra "desdita" apenas se entretece e mais se canta e masi e grita - ao pé das portas "qvais nas cabaças de cabeças bem - ILVMINADAS" qve nos dezembros aos fins de janeiros - marqvem as portas -a ponte dessas avgoas a passar dessas NOSSAS PORTAS inda lebradas e o MVNDO ÍNTEGRO ENTENDESSE qve pontes deCRIANÇAS LIVRES A PORTA DOS VIZINHO SE REVNISSEM A CONTAR as calendas as e stórias em três meses assim segvidos se nastas terras ao passarem amores e marços rosas do estio - assim qvando sendo a bem se levar - empleno coração por maizade e d eção assim a saberem ecos nas moradias a fazer nas rvas - assim a vsentes ora frias a trazer de novo e elevar - ora os q ve nons e avizinhem em casas em grvpos de variedade sendas as ovtra estando estas na rva q ve bem reconhecem e reconhecendo-se doce encanto... no canto mais - escondido - do MVNDO! INTEGRO INTEIRO NOTA INTEGRAL< qve bem vnir as calendas ali aonde nem se veja o bem nem se ovça o bem estar geral -
rios qve entram nos vgares da noite abertos para bem servir e cantam qval cantiga antiga - tv o PÃO de cada DIA aqvi a CANÇÃ QVE TE ERGVUE E GVIA qval vma simples taça a se deixar - plena pvra íntegra a sim sem ter cor nem correspondencia nem ânimo dessaforça e lvminescente nascente qve em nós assim e bem se apresenta....
se deixar assim
ver esentir
OH! veredas!
OH! DOCES MAÇÃS
Mais do qve doiradas...
vermelhas encarnadas...
ao se terem - sem se deter
ao se ilvminarem sem bems e s aber
desse sev- o porqvê
e desse ao lvgar do lvmedo lvar asim candidez a qvem bem se pranta e assim espera asimq val doce- criança
espranto para qvem ovvir e ver e esprança para qvem ovvir e a ser a viver - a renovar o lvme do lvgar desse sev - telhado desde a mais vítrea janela qve se corresponde de lado a ladoe através -atrevés dela se bem - se ovve e voga e vê - se da menina dos olhos non se sovbessea alegria assim em derredor s eria qval p'rece...
- AMANHECIDA e bem amada... litania sem ladaínha vogar e no voltar
a exaltar sem se deixar ancorada
oh barca qve nos vem vejas de novo abraçar - o regresso das calendas por entr'as lendas e pelos - lvmes da terra e do cév a se soltar
qvais os cabelos na manhãzinha de estio - bem ledos plenos de pratas e doirados fios finos
- assim diamantinos - assim- pelos olhares qve na manhã te se savdamora se savdavam
nesses apelo os plenos seres SIMPLES e sevs breves - melódicos arm´ónicos a bem se desenterrar do profvndo DAS BRVMAS DA MEMÓRIA ASIm e bem e TAMBÉM A RELEMBRAR - qvemais de mil fogos ardem se m se ver q ve amor é FOGO QUE QVEIMA sem saber qveimar pois sem este lvme e lvmen o deserto do inverno - fosse a sério a desdizer e sem essa a palavra "desdita" apenas se entretece e mais se canta e masi e grita - ao pé das portas "qvais nas cabaças de cabeças bem - ILVMINADAS" qve nos dezembros aos fins de janeiros - marqvem as portas -a ponte dessas avgoas a passar dessas NOSSAS PORTAS inda lebradas e o MVNDO ÍNTEGRO ENTENDESSE qve pontes deCRIANÇAS LIVRES A PORTA DOS VIZINHO SE REVNISSEM A CONTAR as calendas as e stórias em três meses assim segvidos se nastas terras ao passarem amores e marços rosas do estio - assim qvando sendo a bem se levar - empleno coração por maizade e d eção assim a saberem ecos nas moradias a fazer nas rvas - assim a vsentes ora frias a trazer de novo e elevar - ora os q ve nons e avizinhem em casas em grvpos de variedade sendas as ovtra estando estas na rva q ve bem reconhecem e reconhecendo-se doce encanto... no canto mais - escondido - do MVNDO! INTEGRO INTEIRO NOTA INTEGRAL< qve bem vnir as calendas ali aonde nem se veja o bem nem se ovça o bem estar geral -
rios qve entram nos vgares da noite abertos para bem servir e cantam qval cantiga antiga - tv o PÃO de cada DIA aqvi a CANÇÃ QVE TE ERGVUE E GVIA qval vma simples taça a se deixar - plena pvra íntegra a sim sem ter cor nem correspondencia nem ânimo dessaforça e lvminescente nascente qve em nós assim e bem se apresenta....
segunda-feira, 7 de novembro de 2016
Poesia de vm tramo cvrto- PARTEI
nesse sorrir e rir e cantar de novo o apelo- do ser
pelo sev centro ao renascer e crescer e crer ser de novo qval arvore casca e sêmea
qve sedo aose bem ligar coesase em da terra
e bem desse lvgar alçado
por ent'ios rios e os lvgares desses perfvmes de - maresia
desses qve desdea elodia de ser homem- qval mvlher se faria
antes desse eevar antes de se a ssvmir e bem - de vagar antes des egvir na rmaria
qvais os cabelos eos cavalos simbolizados de nobreza em hvmildade na ossa propria hvmanidadea sim ebem - sendo -a resgvardar
qvando as frases pareciam qve se levavam e no sentido assim se perdiam nas névoas p'reciam qve se- perfilavam e no reconhecer por entr'io mar a brvma e s va e spvma- assim alva qvando fosse e de amanheceres
em lvzes ocres
ora doiradas qvando trespasssada
pelo sev centro ao renascer e crescer e crer ser de novo qval arvore casca e sêmea
qve sedo aose bem ligar coesase em da terra
e bem desse lvgar alçado
por ent'ios rios e os lvgares desses perfvmes de - maresia
desses qve desdea elodia de ser homem- qval mvlher se faria
antes desse eevar antes de se a ssvmir e bem - de vagar antes des egvir na rmaria
qvais os cabelos eos cavalos simbolizados de nobreza em hvmildade na ossa propria hvmanidadea sim ebem - sendo -a resgvardar
qvando as frases pareciam qve se levavam e no sentido assim se perdiam nas névoas p'reciam qve se- perfilavam e no reconhecer por entr'io mar a brvma e s va e spvma- assim alva qvando fosse e de amanheceres
em lvzes ocres
ora doiradas qvando trespasssada
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