A DE E

mensagens dos corações mais amenos
- textos grandes em espaços pequenos...

terça-feira, 29 de novembro de 2016

a bola colorida - nas mãos de vma criança já dizia o poema e o poeta e o qve cantava e cantar essa non cansa... até cansar e cantamos a ovtra meninos meno«inasà volta do circvlinho de pedrinhas ora de fado a se saber aclamar

fores silvestres qve se encontram ao passear
não planatadas não agrestes simples qval ev e tv ao nos doar
qvando conhecidos desde antes velhos maigos qvandoa conhecer depois ser homem ora tornar-se mvlher qval nasflores desas arvoresde frvtos ov as ovtras qve resgvardam dias e noites pelos caminhos mais absolvtos e nesses e nesas qve conheces no tev dia a dia a passear assim se estabelecem víncvlos de dias e noites a sav«berem-se levar
a saberem-se entr'ajvdar em momentos ao saberem-se em prosa em pleno ar a saberem ainda lovvar ov levar o sev doce e alegre s vstento- e nesse qve se svstém em palavra simples conversa dizem qve fiada qve nao perde o fio à meada ao dom da esfera enrolada dessa qve evio da arvore DE VIVENTE SER e qve depiis se entretecev para qve OCM AS MºAOS A LGVÉM POR VENTVRA O AJUDASSE A SER e enqiavto com as mãos mediava asim medias as palavras ntretecia e perfazia e levava entriasmãos e avoz osom qve se devaeio fosse qve se esta fsse de maneira diferente parecida qvase igval ao som dessapvtra brincadeira de se olhar no solhos e saber confiar pae ov mae - qvando se veja à primeira! qve depois de se espraiar o s er qve se conhecev mais de vinte aos a sim depois aprecem as svvidades as ternas idades as palavras VE ANTES NVNCA TENHAM AGIDO E A SIM ATINGIDO A VIA DA VIDA INTEIRA e nessas qve se ovve e sevê e se sente reflectem-se as palavras mais belas apoder algvm dia entretecer e nessas as experiências de vida qve bem coerentes crescem para dar resposta e anima as qve depois ainda se vão ver a despedir a despir dia a dia para voltar apreencher de harmonia de creça de maor vma forma de se estabelecer em nós ser hvmanidade eem vós qve bem ledes e por ventvra sabedes
qve nos elementos todos estes recantos de amor e irmandade de philantripia e de harmonia gram se m terem tempo se teremidade e qve Os tempos qve se acrescem e depois se deixam parece q ve passam qval consenso nvm ano nvm minuto o eterno silÊncio a tvdo desdizer e viltar de novo à lidae e ver qve tvdo segve e prossegve e ligve de maneira qve jamais poderemos assim recordar e mvlar e descrever...

seja nvma ode poesia s em final! seja nvma melodia assim triângvlos de força viva entre tres se perfaz a igval
seja nvma epopeia prosa entre laivos de pensar qvais os aços de vma tera inteira descoberta qval bola azvl as mãos de vma peqvena pessoa de vma criança a saltar.... (pedra filosofal)




dvas peqvenas das mais peqvenas flores do campo alvas florescem silvestres anda nestas épocas de doce encanto enqvanto algvnes se configvram e constroem sevs presépios.... estas mantém alegria e cor e LEMBRANÇA!
QVE MAIS ALÉM DO DIA MAIS CVRTO DA NOITE MAIS LONGA vm NOVO AMANHECER ESPERA E DESCANSA!



segunda-feira, 28 de novembro de 2016

nessas a começar nesses a se entender nessas e nesses a se ligar a lvz maior qval ocaso qval alvorada de novo a svceder...

completar linhas ovvir nas estrelas  as  estradas mais belas qvando recaem sobre nós em pleno âmago emser amad ao sever na sva mais ínfima feição qvais estrelas na noite mais qvente qve se vejam de perfil e qval a lvz lvzidia ora ainda  parecendo avsente qve  te diz qve está em ti e em mim...sempre presente...



sexta-feira, 25 de novembro de 2016

creres renasceres... verdades do tempo e dessas svas vontades....

permanecer no soslaio
ao olhar ao cotrário
e ve-se de frente
e ver-se a si mesma a si mesmo olhar sorridente de confir dessa aconfinaça no fvtvro no frvto maispvro que possas assim encontrar sem os candeeiros qve e ncandeeiemosaber dapalavra qve por dentro se
detêem
e nos  svaves e belos  eidos a  svspirareem!
assim nos mais complexos verdadeiros reflexos  se poder poderiam assim ser e estar a se ovvir
e ver e sentir

qvando essas mesmos laços
vnidos qval unicidade

apenas sejam qvando deixarmos
de andar com o "carrinho de rodas"
 todas  as bolas de lado a correr nem rolares nem rolamentos
apenas os  mais apressados apreciados  momentos... sem preço
ao se reverem e a o se svscederem e se gviarem ... ali e aonde
e bem hajam e bem mais  ali ora além na memória
da gente dessa qve ainda seja sorridente para lembrar

os doces doirados entrantes na nossa lvzidia estória

e nem com as svas
qve svstentavam
as qvatro
qve nos ajvdavam
de pois a andar
de dvas aos dois
eixos dvas
lingvagens
ainda a se
saberem
levar



vma criança dizia  dizia
uma gaivota voava voava
uma papoila crescia crescia
e  crer
nvm qvintal sem mvros
filhos pisando firme cantando alto e sorrindo LIVRES
ainda dá gosto o cantar o qve os bem ensinaram de pois de perder e recvperar...
e a  renascer

das tres idades e das svas solenes palavras chave...

as páginas ainda por d escrever desde a terna infância as páginas por bem saberem ser  e desde a  adultícia q ve brama qve proclama  vma nova liberdade de se ser homem ora de se ser mvlher em plenitvde e  sem vontade  qvando antes se via o sol todo  pleno e olhar era qval vm sonho calmo  sempre sereno - e qvando  a pós nessa terceira vez  nessa terceira  cvrva  voltas a crer nessa vontade desse sonho em solidariedade  e na  noite... mais  a bruma - se  visssem  e nesse o sopro se despejasse o qve ainda non se conseguisse...

a terceira vez a prmeira se non veja a segvnda se se  encarrega e non se  bem esteja -  a terceira voltar a crer... nesse percvrso sempre terno e livre d efinido e svblime qve na vez primeira nos foi dado a olhar

e nessa a  segvnda vez nos foi dado a  experienciar e viver e a responsabilizar para a terceira nãodeixar de r parar desse lerem palavras de crianças em corpo de mvlher e das palavas dessa doce infância em corpo de  homem

ah amanhecer!  ...
ah! esse voltar de novo a crer!....

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

apelo a verdade...

dos poemas e das poesias

ao ser criança a poesia parece qve se embevece me cada poro me cada dia e m cada noite de sonho emagia em cada olhar em cada setir e svspirar em cada passo dado em cada abraço levado para ao final no princ+ipio do dia dessa a nossa nova alegria transformar
e qvando crescemos e somos o   qve lemos e nem nos  dá o tempo para nos precatar essa lonaja habilidade qve rima  com a noss mais simples  hvmanidade assim se transforma em lobgevidade ao estar vivo ao estar viva a criança  mais fiel a miga qve por dentro apela a verdade

terça-feira, 22 de novembro de 2016

A DANÇA DE VIVER as cordas entrançadas mensagens de nós a vós a voz vossa em nossa alegre circvlar morada qve se transforma dia a dia qve a via de vida a transportar e qve dentro o facho ardente o freixo ainda à de saber estar nas margens a onde sempre esteve...

dos sonhados  dos caminhos por andar
e dos caminhos esses já andados...
qvando ...nvma terra sem nome...
e nvma idade... sem terem tempo:
se  implode por dentro e renasce
assim o ser o sev no o renascimento;





além o teixo e as tágides de qvem non sabia
as margens segvem a vir desde portvgal ao qve antes lvsidia força era sempre de lvz em lvzo assim qval ofvso sem  ser lvscofvsco ra ardente  ainda  tempera mais dvra a sva extremadvra assim candente e desde a cima  dessas avgoas nas costas se nota qve desde abaixo o  mais afastado cabo é de rocha non de 
qvadrado
...


amizades belas ver as amizades e veredas de sonhos
livres qvando se componham já em sva idade...
e qvando se  estabeleçam nas cordas aparecem...
assim pelo maior vontade desse amor para bem vnir:
nos os laços qve ainda segvem nas pontas entre  dados
feitas e nessas gemas qve bem de fronte...
as gemas de mãos qve se svstentem...
laços de qvem bem se esqveça... e mantenha
essa a sva chama  a segvir... sempre se svstenha
na mão elevada  vitores ao sol por em ambas svstida qval avgoa bem soada qvando ao nascer do  sol o sopro é por aor e a palavra primeira é pelo ensejo pelo ser q ve assim bem se sonha e sendo-o pelo mais almejado  apelo apelos  todos se conjgam e dsse de frontam ao se jvntar qvando na noite mais fria pareciam  qve  p'reciam para bem se dar para se darem de meio a meio o amor ao lvgar ao lar ao doce meio de se manifestarem de se  entrelaçar a daça a roda o  ardente ser qve  rola  entre a rola da paz integra plena e inteira e  o sinal qve no sv seio fala da orla  da roda e  não da sva ovtra brincadeia...

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

pelas gotas mais pvras e as cantigas a lhes contar e pelas actividades qve vm dia poderemos em roda assim talvez - qvem sabe (qvandoa dvvida acabe) voltar a celebrar

vai espelho mostrao qve É NOSSO AFINAL
em nós
nesse som
vive a  arte
de sermos nós parte integral ora a integrar ora íntegra plena  mais alémdo beme para além do formal - assim  construímos cantares espessos cantares qve vogam aonde ainda fluímos nos qvando nesses nos bem vejam sair e e star e permanecer nesse slvgares aonde ainda onde hajamos  mais simples poisares de olhares em qvem bem ensejam por sempre e nons+o e apenas pela memória de vm maior presente  do qve o qve  temos sem se deter e o qve bem sabemos a servir  qval bola colorida nas mãos dessa criança qve seria ora  fascina peloapelo da sva eterna graça








agora crescemos e reaparecemosna voz de vma só nação
aldeias glov«bais non as originais q ve permitem ter tom e dar som aos nossos sonhos mais ovsados aos seres mais bem cvidados apa e aparecendo e em idades sem  forem entretecendo - e  aos  olharesssmepre parecidos qvaise igvais qve se perfazem em cantares amigos os  destinos de qvem vê  bem e  ovvem bem demais qvando de ovteiro a ovteirose ovçam coros de  ecos de vozes se lestedes assim qvando de lvgar emlvgar amizade entre ele e ela seja amizade por  serem tais qve se  levemamanhã ora a passar e se deixem depois de se orieb«ntar pelos  olhares dovtros qve bemnon os   qveiram casar e qve send   acasar  entrio o vento a chvva e as  svvidadesda tera a saberem bem viajar e beijarem sem teremo sev passo certo entre ondvlantes veredasaonde ainda se descai  entrio barro doces tendas qve de barroperfizerampaes e pais e paises qvase  sempre igvais e e ntrios  os  rios os cantares e canticos mais  felizes os caros mais os petizes qve  nos beirais bem se aninharam e  anunciar primeiras vezes  primaveris  febres anvnciarame q vando assim se vejam os mais de mil -  acalentados brads  emalento sempre a inspirar  vmas pelo spassos s certos  de leda qve vai cotente e non segvra ainda qve sendo  ase s e gvrar e os qve a ssegvremo passoa arte a forma da força em lavras qve de - lovvores e de labores assim qvais as bem  ovçam a  cantarolar  qvando as .  mais simples  qve perfazem pão celestedes  ovvem e  vêm desde o coração  ritmo de  vogar no mar de costas em costas sem partir  asim   ao mais   temper saber  segvir  assim ao bem mais simples s aber honrar a ssim ao  svblime e co qve se  desdiz assim feliz  saberlargar e desde esse ao  qve  ovtroleve e nessa leveza e nessa levvra  a lavra  nonesqvece a sva ovtra a mais pvra!





 qve algvs dizem e ovtros acalentam a mais sens+ivel qve  vns vsam e ovtros pr'ece qve bem agventam...

domingo, 20 de novembro de 2016

SE DESDE CRIANÇAS SE OVVEM SE SABEME SE LEVAMA BEM QVEM! QVEM SERIA QVE INVENTASSE QVE O CANTAR O BRIO FOSSE QVAL BEM "ER RA SE"




qvando dizemqve o mar non se diz
qvando dizem de qve motes de qve vales de qve cév ov "horizonte"
de qve terras  RVMO NORTE deqve  sebes de qve montes
de qve   horizonte ov linha se se atrevesse a cantar e  fossem qviçais os primeiros a saber cantar o mar qve os oceans non cantaram e disseram de nnorte a sl QVE PRCVRAMOS QVE PROCVRAMOS
na noite prece qve non se veja de dia  ALVO MAIOR
ASSIM  VERDE E AZVL PARECENDO E RVBRA ASSIM
 NA 
NOSSA COR
...

ao chorar o mar areias de portvgal olhar cegvinho de choro...
desde a amarada desse peto ligeiro  k«ligeira amensagem  desde a croa qve  asimmelro seria   vm mar  vmmarinheiro mel - rosada colocaria
qvando de  doirado o sev bico de negro a sva tez  pela terra mais molhada pelo dia qve assim bem vês
...

coram os olhos  coram qvando dzem" saudades"
coram qvando se  emocionam e nas emoções dessas mensagens dessas ondas qve hinos perfazem´cantar cantemos nós se ovtros calam a voz  assim desde les ales sendo acantar cantassemos  semmenos valor  qve desse  ser em hino e de cor  assim  NOBRE TE CHAMASSEM
qval nobre  tv nos chamas  nos  dez de vm lado se ovvem e nos ovtros igvais se apagam....

quinta-feira, 17 de novembro de 2016






das fagvlhas verdes e serenas
das fagvlhas qve das veredas
as soprem fios:
de brisa apenas

e nas plvmas
desssa e a sva
poesia e segvia
em de-redor

assim qval bem se abre
e qval bem se abriam
e qvando se elevavam
e se se desleixassem
e qvando oh! doce reve tais
assim qval de sombras perfazem



e qvando  do sol apenas o  tinte
 ora pingente na avgoa assim
e por igval qval  sol
e lvzidia  força
sem ter força
qval corrente
do rio
ah pintar!
e ase esbatir
na sva força
e forma
e pelo
 bem
de amar
 nvma  folha
só  nvma
so n@ tela
e sem a ter
se apresenta
na sva mais
simples
 imagem
qval caravela
qval cravo

dess' ovtra
margem
de vermelho
e verde
e com cores
 qve
parecem
qve
pascem
 -
e
qve a
paz
assim
também
perfazem
e  assim
os trazem
e ao sev de-
redor as mais
de mil estórias
nos mais de mil
 ecos e mais de mil
memorias se apraz
com   o sev sopro
oh! ser redentor!:
qve p'rece qval
rebento de vida
ainda non se veja
qve'inda non seja
 esprando-se
 já sem estar
em flor e a penas
nesse cavle belas e ledas
 nesse  sev ser cavdal
das avgoas da va da vida
desde vm dos sevs rios
flvidos e vivos qvando
desde o ovtro lado desse mesmo
ser c'rido
o rio
as cores
mais se encendeiam
e non nos encandeiam
nos libertam por o ser
livres plenas e vivas nesses apelos desses nossos...
"todolos" dias
dias desses e desses os sevs novos seres
 - e aos "poços" ao se verem par em par cév estrelado  ora lvar ora cores desse  azvl se os leste assim qvando em derredor das iarvore smais natigas qval bem cipreste....
terna idade sem se ver a bordejar olhar de para e  m par e ver o tempo de vo se ergver sem se notar - qval na lagrima qve todas asim mistvrasse val na palette de cores vma simples - cor  na sva orla em  peqvenos  lvgares prantasse...
e
ao
borbvlhar qvando nos olhares nas faces
mais parecessem parecidos nos sevs efeitos
doando o tempo ao tempo ao se  saberem  retocados e revnidos...
abraços coma via da vida a despontar qvalna terceira ida na terceira vinda de marços a novembros apenas qvais de  Janeiros a Jvnhos em espelhos crescendo e nas calendas novos nomes  novos seres mvlhreres e homens se inscrevendo...



- se incendeiam qvais as  tochas VIVENTES!
dessas orlas dessas margens a sorrir
dessas lvas ditas TRANSPARENTES!qvando nas  svas  ramas  nos s evs  ramos a palavra qveda
assim qval bem sendo leda
assim qval silenciar sem se voltar ovvir
e na madrvgada se elevam e  trazemmais além do  nada assim as  cores pelo doce apelo de vma  festa a se a brirem castanhos  castanhas também  qvando  crepitam entrias chamaradas das gentes em roda vnidas e  os s eixos desses percvrsos bens passados  ainda palpitam e a spiram assim as  vides em derredor a ssim o s vmo de viver por   amor  assim as  qve bem se  acalentem e a qvecem sem ver-te  assim os  qve bem  ensinam ladaínhas docese qvantes antes desse povtro encontrar  dessa ovtra linha des de dezembro  assima se s aber ler  devagar a se  saber levar  doce gente! assim ao perspeassar  o  ano novo novoano mil e vma  voltas do  fogomaneos fátvo dopovo menos a se saber levare   levando assim odoce canto em  redor da  maissimples circvlaridade  estabveecem o  cinto desse vincvlo entrio  canpo e a cidade - entr'a  vila e  o lvgar entr'a a aldeia e a gente qve lá bem se veja a  bem passar...

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Assim desde esse ar de criança asim em veredas a transportar e qvando eramos e as olhavamosmais dvas natenas de vidae dvas para bem sentir o lvgar q vais os ceptros nos tronos imaginados qve pairame vogambos ventos ao peo«ito sem terem de estar dependvrados

~

sendo entrelaçado tendo dois can aisedois olhos para ver océv doiradoe em volta  vmacapa  qval  direcção sem ca minho caminho sem direcção qval coração bem ancorado - qvala direcção do caracl bem a mado da via da vida vida é qval  tórvs no peito qval ver-seem ventre sempre bem d'reito vmas vezes sentado em si mesmo  entrelaçadoenrlada  vmas vezes atrás sendo qvase q vase igval vmas veses de lado qval  cadeira elevado  em presentes prismas diferente sempre  sensível  qvando tocas vma ov ovtra dass avas dvas asas correntes de fluidez e vida - assim se ddeixa de saber ovvir e vere sentir e qvando  corre -  ao sol - atravezssae  deixa rasto - dessa prata qve se eleva qval do mais pvro as tro - qvando a ssim a vejas entrelaçar à esqverda  tende a se  saber apontar  qval  haste de laçar   e lança  dadaà vida qval a lança do tempo qve  agvlha entenda em s ev s om sem batida - no silencio  assim smepre   epor igval nesse  silenciado brado no mai ssimples do  pericárdio - se elva e na palavra q ve avebra a magia prece q ve se sela - o silenciar de prencher e depois soltar qval  amar de amores qve bem se ovve e vê e sente e qval o silencio entriass vas mil cores mil rodasd e a mores em   espiral  também ass abe e na sva  pele a sim   também as  consente qvando aos pirimos desse ampor de mar ve  vogam desde  a  linda beleza qve d ebaixo das ondas s egvea  trovar e se  se  trova por oprtvba e  hvmana  certezz qvenao ovvidoo peito amigo se  deixasse de ovvir e qvando ao ovvido o sev primo dos mares aindas epvdesse o«ver ora sentir de  olhos fechados aonde transportamos n+os a mem+oria maissimples qval oe xemplo desse acaracol - de frol de  svavidade  sendo testemvnho ora a barigo - sendo a transparentar   assim via de amizade da vida em solidariedade ao ser de novo a avançar no sol e ntrio solo mais simples nas veredas aonde caminhaso tev  caminho a selar de pratasviventes e ao olhares na  arvore mais alta ao saberes estara passear - assim se notam  qvais as col+onias dessas célvlas qve bemse doam para  dar o primeiro impvsoa  vm cainho q ve é sorridente... sem se sorrir  emd entinhos qve non mostra e  te mostra ao  o svster a  svsteres sem a deixares cair - qval a gota vivente qve se entretece na palma e ao olhares dvasovalas e no centro gval ao qve a qvea salv@....




nvma página  nova se compaginamos poemas as poesias os novos teatros de todos os dias aonde aindamvdamos as faceas os brados e  os cantares e os cantaros  rodados e o cantarolar  entrias mais altas veredas a sm ais perfvmadas penas e nas penhas  assima ver poisar  qvando de avgoas sejam soveh«jando apenas qvando  ao  hvmor se entreteça nesse sev ovtro cantoe  nesse a avgoa se e vapora ora se desvavenecesse qvando a a bsorve o beiho DE VIDA! ESSE QVE SENDOA E JAMAIS SE ESQVENCE e no alento esse qve silencioso eco ainda a faz rodar e a roda.... a dança do povo... na a  dança doasse saber saber... assim virar  qvando desses lvgares  ao de cima! o alento vem e  se ovve e qval siga  assim desdeo vetre a sesaber ovvire ver  renascendo qval a barca q ve voga entr'io  vento qval assim   a «vagar se se deixar de  descer e  descendendoa sim entrio lvmen eo sev  âmago ao vento assim descreve vma de arco qval ogoval qve   vma  descende qval crossa  ovtra parece  formada e fermosae descende qvando  depois se  eleve e agvente opensar o bem fadar o cantar de latentes de batentes sem porta de latidos e latejares qvendo asim e também os  bem ovvvires por dentro e mais bem os lovvares....

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Brilha brilha linda estrela nos cévs amais bela - oh rama dessa aiarvore de amar - qve sendo de tras para frente de frente a trás qvando repoisas assim e também te sabe as s I m a p o Ia r


antes o lvllaby - hojeo cvidar da  via da vida nvmapeqvenae serena - mvsicalidade em perspectiva sem se deixar acender apenasna estrela qve defronte a fronte saibas bemver e beijar sem mais  c'rer






AO re-VER-TE 
oh! ave gentil
ao nos vermos
 nv a nv

-
tv 
 em 
mim...
 e 
ev...
em
ti...



quinta-feira, 10 de novembro de 2016

SENTIMENTOS


nem tanto as vezes qve a cantamos
nem tantoo nome de  materna matriz qve  assim advogamos nem tanto as letras das mvsicalidades das  entretecidas idades qvenos tecidos hvmanos - assim bem  dizemos - nem  nas linhas das pavtas qve lemos - assimq vandoo passo svpera o compasso e o compasso se reanima qvando em forte a braço seprfaz e nesse qve sendolivree  pleno e dvre assim  dvra aonde ovtro se compraz - nosilencio desse  asssim aa dormecer dessa qve  estremece e se meche sem  fechar opeito ao  asim bem - levar a d'reito desse s er  coração emc ompassar e  nesse encompassado verso sem letra assim  letrear sem saber a mvsicalidade de  crianças advltas e das velhas lendárias  fragas - bem entretecidas ainda se  cantem depois de  anos sem fim 
mil e vm versos inventados POR TI E  POR MIM
em nós snedo livres e  nessas a vós assim a voz de novo 
- 
sentides....


b

r
a
h
m

s





qvando de ares e de cantares se perfaze  ritmos e mvsicalidades tvas sempre tvas e sensíveis idades tvass empre a se verem -  entretecidos viventes ao se s aberem qvais bem os contes e cantes e  nos  sevs   viajares e nos s evs pes  ares ainda bem svstenhas q ando pr'recem qve sendo  lidas se  ovvidas  os  doces mais finos tecidos assim parecidos por dentro ao se transformarem e te transprtarem pelos  vniversos  das emoções da devoção dos corações em  latejares ardentes em pavsas de filigranas asim qvais bemos sentes  assimq vais compassos  e nesses os sevs  gritos  baixos de alegria! qve non se apercebam  desse  ar qve fosse mais vma  área  relvada  nvm jardim qve jamais s endo - se  determina ov se a caba e nessas as  flores ao se verem a serem sopradas pela  brisa de perfvmes desvanecidos e nesses enebriados tecidos asim fica  por sempre  evocada q val e va  de novo anascer  qval via de vida sempre aser a  nascer e a descrescer qvais nas ondas de vm mara zvl de vma lagoa devm  rio a sim  mais além se ama se mil flores de repente se apagam para verem assim  svspirar qval nesse lvgar aonde os doirados polenes da  vida se  apegam e se  elevam na mariposa mais simples e m sevs  -  brados IMENSA! qves abe estare se svster e  vogarali e aonde se entretece e bem se e sqvece ao se ver reflectida sem saber OH doce amiga! oh amigo de ver a verdade!oh ser  cvja promessa jamais jaz descaida poisa e repovsa sobre o  sopé no pé da  flor dessaa s va longevidade e sendo assim lida  com a  flor e aforça da alegria qval no alecrim de cor  apagada e nesse ser  asim verde   asim  nasce e  tem na svavidade o entretecer dessa medida sem terem tempo OH DOCE IDADE oh IDA mais simples aonde nasce - o rio da flor da vida aonde nasce a legria aonde aindao jardim -  PASCE assim svavemente e amente  adormecendo-se  assim a  esqviva flor entretecendo-se em ti e em mim ao se ver de novo ao vogar ao se elevar na  brisa sem fim qval no  seio dopróprio lvgar e nesse lvmen nesse  âmago nesse ser e nesse amar asim amarelecendo e ao vogar maisalgvém além do e vento nessse ser presente oh! doirado pólen q ve se poisa  as a sasde mil cores nas pétalas de mil sabores ao saberes beber  dese  ser hidromel  antigo qve se mistvra pelas  proprias flores  e  sigo e segves a beber sem crer - sem qverer de novoo ver  a ver asim s endo livre plena e pvra asim sabe  da ternvra sabe da sva  maior   e simples tensão a da avgoa qve mais   sendo se eleva e  mantém na  sva  cresta qval o a r e sta  doce treva em sombras transparente no fvndo  do  rio cristalino  gigante  sendo  a aprecida  à pedra docesvstida na a vgoa doce  do  cadvcev desse  qve de cálice  vivente  svstenha a sva parte em parte  detenha e a ssim ao  ver e   ao se  deixar beber  ja não  note nem de note a  diferença de ser e estarasim em s va  digna e  svavve presença...


quarta-feira, 9 de novembro de 2016

assim as crianças desde o azvl - se as leste - aomais profvnd encarnado - cor qvase lvmen e fvmo qve se investe de se bem elevar qval brvma na e spvma desse maior a mor oh assim oh doce mar






peqvenos - caminhos abrindoo ra  soltando ao vento qval bem venhas a saber ver
qvais as  mai ssimples -  dos  eidos  dos rios - ovteiros - assim nesses també, as voltes
a erver
vmas as do mar e  das maresias pairam
ovtras dps  vlmeiros em  verão de fantasia
e também na melancolia doovtono se ilvminam
sem terem pinta nem  terem dono
de ocre ao doirado do  vermelho ao mais bem encarnado desse  oiro em verde  assm qval em fitas e  o  sev ser
prateado do tronco  bem elevado
se agita se a gitam
na cantoria do final do dia






desde o azvl dos cévs ao mais encarnado o ser  a via  a vida sabem o sev s er estando asim qval espalhado
qval doirado ser de via de  vida asim bem a hobnrar e qval no  o  espelho na pele  no apelo  o mais velho na   raiz desse  doirado ser ao se   encontrar assimq vais as dvas vias qve s ejam qvais  trinam nos capos as a ves ao  saberem viajar ao lonje a velejar aopertoa asaberem repoisar e nese  repovso -  nesse livro solto apenas s abem levar ninhos óvalas perfeições e feições desses sevs prados altos qvaismiragens  leves e livres qvais as  imagens q ve levas tv ao  bem a doormecer e as   levas e trazes qvais a smais a simpes velas - ao revê-las  possam estar estas para se manfestar e nesse sonhos reiais  concretos braços  dados - assim  os q ve bem tenham s em se d etere  nem determinarem  chegvem aonde os sevs rios   nascem e os  sevs fados -  se amntenham - VELADOS....

terça-feira, 8 de novembro de 2016

DOS ANTES DE SER EM NATIVA IDADE- aos de DEPOIS DE SEREM REIS E RAINHAS DESSEM EM SVA VOZ a sva CORRESPONDENTE - soBRIEdade - e nesses três meses a bem se poisar O CANTAR O RIO DA VIDA FLVÍD@ E amores de março a saber - de vo ver - a crescer rebentos de prosas de rosas asim qvais marços non se sovbessem desde OVTVBROS SEDESVANECESSEM - e em novebro - AFINAL ensaiassem para em DEZEMBROS ASSIM - talvez - qvem sabe - se prolongassem

apelo desse ser ao
se deixar assim
ver esentir
OH! veredas!
OH! DOCES MAÇÃS
Mais do qve doiradas...
vermelhas encarnadas...
ao se terem - sem se deter
ao se ilvminarem sem  bems e s aber
desse  sev- o porqvê
e desse ao lvgar do lvmedo lvar asim candidez a qvem bem se pranta e assim  espera asimq val doce- criança
espranto para qvem ovvir e  ver e  esprança para qvem ovvir e a ser  a  viver -  a renovar o lvme do  lvgar  desse sev -  telhado desde a mais vítrea janela qve se corresponde  de lado a ladoe através -atrevés dela se  bem - se ovve e voga e vê - se da menina dos olhos non se sovbessea alegria  assim em derredor s eria qval p'rece...

 - AMANHECIDA e bem amada... litania sem ladaínha vogar e  no voltar
a exaltar sem se deixar ancorada
oh barca qve nos vem  vejas de novo abraçar - o regresso das calendas por entr'as lendas e pelos - lvmes da terra e do cév a se soltar
qvais os cabelos na manhãzinha de estio - bem  ledos plenos de pratas e doirados fios finos
-  assim diamantinos -  assim- pelos olhares qve na  manhã te se savdamora se savdavam
nesses apelo  os plenos seres SIMPLES e sevs breves - melódicos arm´ónicos a bem se  desenterrar do profvndo DAS BRVMAS DA MEMÓRIA ASIm e bem e TAMBÉM A RELEMBRAR - qvemais de mil fogos ardem se m  se ver q ve  amor é  FOGO QUE QVEIMA sem saber qveimar pois sem este lvme e lvmen o  deserto do inverno - fosse a sério a desdizer e sem essa a palavra  "desdita" apenas se entretece e mais se canta e masi e grita - ao pé das portas "qvais nas cabaças de cabeças bem  -  ILVMINADAS" qve nos dezembros aos fins de  janeiros - marqvem as portas -a ponte dessas avgoas a passar dessas NOSSAS PORTAS inda lebradas e o  MVNDO ÍNTEGRO ENTENDESSE qve pontes deCRIANÇAS  LIVRES A PORTA DOS VIZINHO SE  REVNISSEM A CONTAR as calendas as e stórias  em três meses  assim segvidos  se nastas terras ao passarem  amores e marços  rosas do estio - assim qvando sendo a bem se levar -  empleno coração por maizade e d eção assim a saberem  ecos  nas moradias a  fazer nas rvas - assim a vsentes ora  frias a trazer de novo e elevar - ora os q ve nons e avizinhem em casas em grvpos de variedade  sendas as ovtra estando  estas na rva q ve bem reconhecem e reconhecendo-se doce  encanto... no  canto mais - escondido - do MVNDO! INTEGRO INTEIRO NOTA INTEGRAL< qve bem  vnir as calendas ali aonde nem se veja o bem  nem se ovça o bem estar geral -
rios  qve entram nos vgares da noite abertos para bem servir e cantam qval cantiga antiga - tv o PÃO de  cada DIA aqvi a  CANÇÃ QVE  TE  ERGVUE  E  GVIA  qval  vma simples taça a se  deixar -  plena pvra íntegra a sim sem ter  cor  nem  correspondencia nem ânimo dessaforça e lvminescente nascente qve em nós assim e bem se apresenta....


segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Poesia de vm tramo cvrto- PARTEI

nesse sorrir e rir e cantar de novo o apelo- do ser
pelo sev  centro ao renascer e crescer e crer ser de novo qval arvore casca e sêmea
qve sedo aose bem ligar coesase em da terra
e bem  desse lvgar alçado
por ent'ios  rios e os lvgares desses perfvmes de - maresia
desses qve desdea elodia de ser homem-  qval mvlher  se faria
antes desse eevar antes de se a ssvmir e bem -  de vagar antes des egvir na rmaria
qvais os cabelos eos cavalos  simbolizados de  nobreza em hvmildade na ossa propria hvmanidadea sim  ebem - sendo -a resgvardar
qvando as   frases pareciam qve se  levavam e  no sentido assim se perdiam  nas névoas p'reciam qve se- perfilavam e no reconhecer por entr'io mar a  brvma e s va e spvma- assim alva qvando  fosse e  de  amanheceres
em lvzes  ocres
ora doiradas qvando trespasssada