quando a criança interior crê
qual margariada desfolhada
entre as letras alvase claras
e as negras de sombra a abater
fica só a figura
de um suster
que pouco dura
e uma esfera
doirada
no centro
a tanger
a reberverar a magia perdida ao se esperar
o olhar e o estar perto do outro ser
o abraço sem tréguas sem nada aperder
e nessas mãos dadas entrançaas entrelaçadas
e as mãos que se unem quando se caminhantes fossem
ao se saber passar
os rios da vida reflectida
seriam quais mentiras
das poças
nas que não se pode mergulhar
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