nessas danças nasque sabes
quando oohar menino de menina ou sev ser igual
te toca e sorri sempre sorri quando passa por ti sem ser formal
e nessa informalidade formalmente e stilizada
o adulto quevra a mascara desfaz a sua espada pesada de tantos papeis a defender
e se deixa em plena e strada em pleno mural em pleno caminho ser a sim quase igual
sorriso em sorriso abraço ao se deixar envolver
e omenino a menina o ser preciso descambem em sorrisos
que outros procuram provocar para que se façam bem arder
nesse lume que arde e nao queima que arde sem se ver
e que nos une em roda verdadeira e não em nenhuma outra
que se acenda para depois jamais se prender
e quantas e de quantas belas ocasiões
se acendessem ora se reacendem
nos corações bem soando
apenas quando
se encontrem
frente a frente
com o ser grande
a feliz criança:
com o ser que se sabe
que permanece
nessa doce estância
da qual jamais saiu
e que segue e segue
a procurar encontrar
reflexos desse eido
aonde ambos complexos
se deixam em simplicidade
antes de se lembrarem do nome
e antes de se reconhecerem na idade
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