A DE E

mensagens dos corações mais amenos
- textos grandes em espaços pequenos...

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

P'L AS C RI AS M@Ç@S E M@Ç@S D@ A M@ N H@



CLICAR   PARA VER DE NOVO
por entr'o NADA
de cor
rer sem 
se
d
e
ter
NAS C IDO

por entr'o valor de assim - em brio ' vida
se ter valido e a ora assim assvmida 
assim q
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- P ER D ER - SE -
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A VRA
VERAZ em força e forma de ser TAL QVAL TV ÉS ORA SER SIN AL TAL QVAL T ' V E (JAS)S







A HONRADA DIGNA E BEM PRENDIDA
ASSIM SEM A TER SEM A DEPREENDER NEM A PREENDIDA
LETR
A
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VÍA FINA E AÍ
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IMA ORA PEQ
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IDADE

DESSA
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QUE SEM TER DE TERTEMPO
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DO SER
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A FIEL
CRIA
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MAIS ALÉM DE BALANCE
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DE BEM POISAR O COR O CORA
AÇÃO A CON
FIA
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NA
MÃO DE UMA PESSOA AMIGA QVAL DE VER LE G AL
ASSIM
TAM E BEM
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CRIANÇA - A P RO M ES SA A OV T RA
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sábado, 20 de fevereiro de 2016

PARA CRIANÇAS RI DE N T ES ORA VIVA ORA EL O QUENTES ORA QUAIS A RAS VIVENTES SERES A BEM SE VEREM VOGAR POR ENTRIOS RIBEIROS AGUAS LI



um ser desde a dentro ser que qual asa 
se bem desdissera assim bem me diz qual bem a qui se ra 
a sim
também eu a quis  qual um ventre assim qual por dentro ara honrada assim qual uma pedra ao sol aos ceus olhares elevados assim candentes quando bem sendo - tocados quais cabelos os mais belos que asim sendo - pen teados quais as mares asimbemd izem asim
tal qual és assim 
se 
p
re
di
zem
e
se se 
per
 dera
 a' 
es
s
a
luz

dessa 
a 
chamarada


veraz a sim bem se eleva
assim ais além e aquem em mim se eleve ora bem por denetro se levara

e 
se a 
mais 

 mais 
assim 
se
 trouxes
se
assim em ventre 
em 
peito qual em teu

 olhar ao mar
a 
essas
tuas
minhas mais altas altivas ora
antigas

mais
bem
as 
vivas marés




que nos vejam por a dentro e nos reanimem o ser o sentir o senti ment o
assim qual a uma verdade apure o tempo e qual a  saudade assim bem seja  ditaqual mar e marés qual sal de verdade i ra a s sim ver desde anteso tempo a recuperar o caminho aind apor percorrer
e a meta 
ess
a p
or
t
a a
v
ere
a
"es
t
ar"

a por aondeainda po der

por entrio os ceus a candente  sem estrada sem vereda por entrias estrelas tu é s amais pequena fiel de balança assim ao bem dizers ao bem acalmares as marés quais osvalg«hadas vetas cristalinas asim também as vejas a sim bem as divisasses
quando nso meus os teus olhos assim se revisitassem sem se depirem assim despidos os brios os animos antigas naimosidades
assim qual uma verada averdade tão cega qual um ser
a
es
a estrela a estrada
a mais 

bem ver a mais bem vogar a sim bem advogando qual um ser de passaro alado de ser bafejado pro simples
asim qual ser de HUMANAIDADE assim bafejado assim um ser de roseas faces quando apremura masi non se contém
na tua sin aa minha mão amiga estará ali assim e também poisada ora repousando o tempo por entria a cidade mais bela se deixando asim qual caminhar entreveredas abertas e lugares que ainda mais bem vejas oa venhas a ver
assim quais as bem di
visasses
assim
tal qual 
tu 
o
és


belas veredas eidos de bem encontrar por entrias risas so r i sos 
de 
ser de bem estar a ser em bem a se bem  ser reconhe cerem assim tal qual assim quais i iguais afins pares menos que antes mais ainda do que  depois nesse tal presente a hora ausente  a essa  eternaidade um 
a 
tal 
dança


assim desespero por entrio solvidados fados que bem fomos e os que nos são ainda prendados ora predestinados assim veredas verdes amendo eiras em flo r estas tu qual eu também ali e mais além
também
eu 
...estou...





asim encontrasse entrasse qual brisa d eprimaveraa sim qual bem se fosse o sopro que bem anuncie o serq ue bem maisnon des e nera  assim qual o final dainvernia quanod o teu olhar em ceus de luz no smeus olhars tranl«sluza ora bem diga azul de bem esperar e um olhar de cera assim numa pele tãop bela que nem pelos raios do saol ora da madrugada nem pelos do luar ao  seu tempo se deixe a sim - tocar
por ser de graça ser vivente
assim bem sejas e bem te vejas ao este 
am
ir 
ar

ai apreciada amais pequena ora a mais honrada a sim por 
entrio do i rar ai sendo a au r ora e por entre a noite aspirando a madrugada...






um amor de vida um amar d enoite bem sendo - fechada assim qual uma lagrima cristal
e linha des deos ceus aos meus assim en tre la çando ora marcada asim sem se deter um d elugar em lugar assim de bem se saber ao palido mais brioso ao se encontrarem ser de mulhar ao sol a doirar asim uma  eoutra força e forma a simem brio se contornam e s eentrelaçam e bem se deixam assim desdobrar em via e vida e sintonia qual a m ma gi  a a sim qual ser de se r vir  de g  u  i  a a sim qual essa au g o a es agui  a a asim qual a apormessa por dentro  asim bems e en can  de ara a sim a candeia 
reacendes
se 
ia um
a
t
al
pedra

qual uma a bem pesar a sim qual alua aoluar sempre serena asim qual apedra do mar que sendo viva sim também nos vê s erenar
uma perola desse tal 
ser de nascente qual ver a venus renascer para amsi alémdo horizonte quando se é assim
i
m
po
ne
n
 t
e


a
essa
a

ol vi da




da
asa do céu
as
c
e
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ente

r a
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a 
do
a
es 
se
re l uz 
a
o ser
qual 
ser 
alado
estando qual ladoa alado se elavasse
assim pro dentro um alegre encantopor entre tanto e por enquanto assim uma alegria de vida ao bem te evocar a sim qi«ual um  ser de vver ao esmor
es 
ce
r
 q
u' i n
d ai p
aira
a 
vogar qual barca a
mai
va

s e m 
b
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que 
mais 
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e     l


 assim na noite desse tal
 lugar
 desse
ao

 n
o      s
s
er
sem
h
ora
r
ubra quando por dentro pálida e trans par en t
' qvando vai vogando 
por 
e
s
e

e
a
o
mais além
também chegando ali aonde que m ja nada temae nem seu considerasse a sim quam medo já não detivesse e por dentro fosse iguala os eu outro tanto tanto asim se a bei  r andoa  sim qual um ser desee a bril agual mil espranto uma g«for de alvura que cravo brancooutra letra bem assim apur@'sem mais
assim uma vista uma por bem chegar a ver
e um ser
que sendo en ter ne cido a sim também poderás vir a chagar a ver


essa atal força em prol da amaragem e a sim qual uma fresca brisa do mar asim a bema ver chegar vela men es a sim  por ti e  mais além os marés que sejam que se a br em  assim ao te ver
brilhar qual luz e dia assim bem con ver gem assim uma mais brilla e um amaior  em ti asce den t'ainda
até que od ia se en a more assim qual a noite também se esacond  i a ora se es con desse a ssim qual uma ama
ri bri
osa a ave mais infima a amsi pequena sabe entender a flor mais prim
or o sa



qual um se a pegar sem ter pegandando assim se dis tan ci
ar assim a bem dizer pro entrios 
e                   s
p       i 
n
o       s
b
e
n       n
a 
p
e 
G
ara

an
dan
do
 e 
por 
ai
a mais além
assim qual o ser de brio se dis des dita ora se bem diz por bem  .ual as lagrimas das rias que sorriso que bem aspiraramos quando asim por entrio s  rios que também uniral silencios bem se avogaram e bem se entre bocas viventes asim também se abeiraram...

ao
m
ai
s
a
l
v
@
'
s
n         n
a   n
f     o     r
a

de 
aguas 
v
i
v
e n
t
e s


qual um nascer de viver  de vivo amor por entrios tempos riso e dor a sim entrelaços sagrados quais aguas emcandeis veredas de vetas cheias quais sor  risos ol vi dados em mim ainda entre te c i d os em ti ainda sendo assim qual uma or
i
gem qual ao um la me n t o





lar mais homilde assim bem nos afague e quando assim
se bem fizesseem bem leias os lemas os bem leias que entrio o frio o rir o riso a ssim bem mais se ao de 
ab
eir
arem
bens
r
eais 
b

e
n   n
se       en
con
t
r
a        s
s
e
nn



assim 
sendo 
o
se
r
o 
se
  deter  sido


ora
i

o
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vi    do 
ora
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a    n
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'
s
o  r
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s
au
da
de
sem
su
a
 ora 
a
ñ
or
a  n
ç
a




livre e vivo
o 
momento o testemunho

 mais 

quente

ora mais
nascer
o sol alua o que bem venhaa ser de vir e ver a vogar abarca maior a que bem vamos assima saber marejar assim
em der
re
d'or
assimum
a
dan
ç
a
uma rosa
bem cas
ta
assim 
qual ser e bem ser
ás
das 
ro s a ce as
as 
maças 
ao
seu
s 
p 
o
n n 
v l o
s 
d
e
s     s
es t eu
s 
lugares
prendas
 doadas
apenas 
quando so e  apenas
quais plumbeas brisas quais as lagrimas dessas penasquais asnuvens por entrios dias que bem se acnderam e quais as que desde os ceuos aos seus assim também se encontra
sem terem de ter
de temer
em si mesmas
unas quais as brisas
assim bem sobem e harpas intimas amaigas vogam vem vogando ares e ter r as e marés
e outiros antigos assim bem demsontrarem si mesmo os seres vindos ora idos ainda assim ouvinte ao luar o lugar maisnatigo qual um monte em ti - quala ci me a e ira
assim qual a altiva cresta dessas augoas que também brancas as rias tuas minhas a sim também nos
"r'iam"
der
a
der
i
as


quem bem por bem a veja 
essa augoa de todas as fontes que bem sabemos en contr
ar
assimq ual brisaq ue des ponte  assim quala ponte intima que bem se sabe em essa
tal sa

u
dade
estar 
t
am
b
e
n   n
  a i  s 
 a 
t
v  a
n     n
ais 
l
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n  t a
 l
e t r
a 
a 
son     ros
a  d  a










em
 b
em

vi
vi
do...


assim em peito conti da
assim qual fiel de balança ora escondida que bem se leva e masi bem se lava
assim quais as aogoas as magoas asim qual veres quais sentes queis bem eres assim tale guvial

assim transfor ma ndo um ser em viver de amor por um de morror e s more
s
cen
do a o u
t ro tanto
assim quand a caricia de bem fazer sopro a sim bem dissesse um nome de rosa entrias estreas ora as espumadas maresid«as de todos os dias vagas pro sempre bem purasa
ssima s aogoas destas nossas tais quais a vossas honradas AS COSTAS com as costas 
POR EN
T
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A
V
G
OA
S 
se r ão
as 
m
ais

b 
e
m

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c
  @ ' S   
n

T
R

a d a










traz o vivente assim desde as aras d pedras frias quais luzes anunciando a esperança nas costas nas nossas costas aindas e bem - vidas - il u mi n adas
assim quais asestranhas vias de outros dias que nos ceos asim bem se atreviam amarcarem passos e tres luzeiros tei nome de moras dizem ser
assim ase dis far ça rem si mesmas MARIAS a marisias e marés oriente também a se bem encontrar esse ser que eleasse VALORES desde os er PONTE ao ser POENTE asim atua sina a tua graça o teu nome aponta ao OCCIDENTE - assim qual uma pérola INCRUSTADA numa corola qual aureola de coroa de rainha ao de cima ao norte
s
en
do
 a 
ele
v
ada
a sim qual um ser de face ao maior atlântico ser de abraçar a dor renascendo qual a sim traz ao seu lugar o rio que bem encontra ali e aonde 
a
in
da 
o e r
a
e
se
g
v
 e
@
'
s
endo

assim qual um ser se des van necesse por sua livre es pon tan e a vontade ser de sombra em noite velada sem ter tempo nem idade nem NADA
assim tu és sempre por entrio o brio o riso desseser ao occidente de mares - assim bem contados de zefiros alentos oas teus os meuos olhos bem fadados assim qual bem veres assim quantas 
as lá
g
rin
n
a      s
c
r
I
s      t
a
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ao com bem 
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eres 
nem mais 
SE L ER
s
er de 












brilla  brilla linda estre lla
en el cielo - la mas
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QUAL A CHUVA A SORRIR NA FACE PRENDADA QUANDO SENDO LIVRE RENASCE POR EN
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terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

AOS QUE AINDA CREIAM - UMSINAL APENAS - pequenos valores de co deagir e acções quevalham as penas - e levem as sombras e apontem as tais - quebradas para aonde aind apalpitem - as bem amadas... de novo seja ci preste - esse tão joão que nem existe nem ainda mal ou bem diss



É ser mendigo e dar como quem seja
Rei do Reino de Aquém e de Além Dor!




(...)


E não saber sequer que se deseja!
É ter cá dentro um astro que flameja,




(...)


É ter fome, é ter sede de Infinito!
Por elmo, as manhãs de oiro e de cetim...
É condensar o mundo num só grito!


É
AMAR-TE 
PERDI
DA
MENTE

É SERES 
ALMA
SANGUE 
E 
VIDA
EM MIM 

E 
DIZÊ-LO
CANTANDO 
A TODA A GENTE


E é amar-te, assim perdidamente...
E é seres alma, e sangue e vida em mim..
E dizê-lo cantando a toda a gente!

E é amar-te, assim perdidamente...
E é seres alma, e sangue e vida em mim..
E dizê-lo cantando a toda a gente!







E 
DIZÊ-LO CANTANDO
A 
TODA A GENTE!




É ser mendigo e dar como quem seja
Rei do Reino de Aquém e de Além Dor!


Eles não sabem que o sonho
É uma constante da vida
Tão concreta e definida
Como outra coisa qualquer

Como esta pedra cinzenta
Em que me sento e descanso
Como este ribeiro manso
Em serenos sobressaltos

Como estes pinheiros altos
Que em verde e oiro se agitam
Como estas aves que gritam
Em bebedeiras de azul

Eles não sabem que sonho
É vinho, é espuma, é fermento
Bichinho alacre e sedento
De focinho pontiagudo
Em perpétuo movimento

Eles não sabem que o sonho
É tela, é cor, é pincel
Base, fuste ou capitel
Arco em ogiva, vitral,
Pináculo de catedral,
Contraponto, sinfonia,
Máscara grega, magia,
Que é retorta de alquimista

Mapa do mundo distante
Rosa dos ventos, infante
Caravela quinhentista
Que é cabo da boa-esperança

Ouro, canela, marfim
Florete de espadachim
Bastidor, passo de dança
Columbina e arlequim

Passarola voadora
Pára-raios, locomotiva
Barco de proa festiva
Alto-forno, geradora

Cisão do átomo, radar
Ultra-som, televisão
Desembarque em foguetão
Na superfície lunar

Eles não sabem nem sonham
Que o sonho comanda a vida
E que sempre que o homem sonha
O mundo pula e avança
Como bola colorida

este