A DE E

mensagens dos corações mais amenos
- textos grandes em espaços pequenos...

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

simples como quando sonhamos, tal qual o dia e o som dessa palavra amiga

quando a criança intima esprança sonha
quando o sonho preenche a adulticia desse tom de ledicia que nas rais assim passa
qual ponte entre um e outro estado quais olhares sempre dois ao ver só um objecto dois smepre lado a alado...
quando assim a verdade de amores dessa adulticia... se plantam nos sonhos verdadeiros amores das criaças
que exultavam na ledicia dess'outra palavra vivente, outra palavra dessas raias preechidas, dessas que na vida vêem ao de cimae nos trespassar...
e nessas alegras pastagens aonde livre o ser cavalga
qual o cavalo -  montada da liberdade

- desse amor de verdade  que esperava encontrar
seu par ali e aonde amanhecer...
por entrias estradas de estrelas vogamos...
sonhamos!
nas noites frias sonhamos ainda mais pois todas as estrelas do outro lado das veredas se encontram em nós connosco a nosso lado para  abraçar o ser gelado que assim se poderia esquecer de acender uma luz na noite mais escura uma candeia de esprança que apura assim a vontade de ver o sol nascer e o ser se  re-erguer...

essa vontade de saber - oh criança que o es também! - quando e quanta da tua infância se troca ora se perde ora espera a sua maior  transformação a de adulto ou velho  feito e direito e com direito a fazer pairar a imaginação
a deixar o amor passar, a dar mão em mao e a abraçar...
simples como o dia em alvorada e o som de uma palavra

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

por uma margarida se visse o sim e o não e o incerto se abrisse de par em para o olhar o ser simples e o seu ser de luar ao sol ar

quando a criança interior crê
qual margariada desfolhada
entre as letras alvase claras
e  as negras de sombra a abater
fica só a figura
de um suster
que pouco dura
e uma esfera
doirada
no centro
a tanger
a reberverar a magia perdida ao se esperar
o olhar e o estar perto do  outro ser
o abraço sem tréguas sem nada aperder
e nessas mãos dadas entrançaas entrelaçadas
e as mãos que se unem quando se caminhantes fossem
ao se saber passar
os rios da vida reflectida
seriam quais mentiras
das poças
nas que não se pode mergulhar

aonde ainda haja vida

sem deixar de almejar...
a nascente
no dia a dia...
baixo o céu
corrente e fluída
a via da vida
nos alimenta e nos guia

aonde ainda haja vida
para celebrar e ler
em liberdade
agir
em
consequência
de
plena
vontade
e
partihar

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

das crianças que ainda viremos a chegar a ser às que somos mesmo ainda sem bem saber...

as crianças que somos
que tanto mimaram os pais que já não vemos
que tanto deixaram de herança
as paragens as paisagens e o tempo
que se  ligavam pelo simples facto de amar
que  assim nos alertavam como alertam as de hoje sem cessar
do valor da palavra silenciada
do valor da palavra do verbo e do amar
do valor desse abraço simples do gesto humilde por se saber  ouvir e ver e pronunciar
desse abraçar sedente que se deixa ao se bem elevar
na manha ser humano dormente que parte para o dia sem ainda sequer o anunciar
nem palavra nem olhar nem beijo terno nem gesto de abraçar nem detalhe que mostre o trejeito
de um novo dia a começar e a estalar a rotina
por dentro a rotina de bem amar vem e estabelece
a via da própria vida...

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

e de novo sentir...

dessas crianças pequenas
que se despertarem lembram
os lugares que pensam
e sentem
e que levam
assim
por dentro
nessas quentes terras
solarengos dias sempre Verão
e no estio dos dias que temos
nas madrugadas cinzentas que sabemos
nos  invernais momentos entreo tic e o tac
do relógio sempre eterno
a ternura desse instante volta-se a preencher
volta a ser  preenchida
aquando a reviravolta das agulhas do relógio
estas apontem  ao cerne e ao centtro da própria vida
 ao velas quais as dos ventos a soçobrar
espelhando ora espalhando o tempo
que ainda temos  para dar
assim sós... cinzentas...
se extinguem e
nós diurnos
assim nos elevamos
e tingem e tangem
bandeiras desses novos outros anos
nesses nossos novos tempos
nos badalos desses sinos hajam sinais
que assim ouvimos e levamos
por sempre e nunca mais
dispersos sempre ao se ver a assumir
por um detalhe  intenso!
por um fio sempre vivente a saber
no pano da bandeira da vida
se entretecer no nosso ser
se entrelaçar e de novo refulgir...

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Crianças a ser e sermos crianças sem nos perder - saúdos no abraço mais simples - no olhar mais quedo nas situações mais humildes sev silencioso cantar ledo

Crianças
pequeninas aves de espranças
ainda navegam nos olhos meus
e nos teus...

crianças
que de surdina festejam o dia
e de noite a mais cálida paz;
e paciência!...
paciência para essa lonjania perdida
que manifestam assim de mão bem dada

e de abraço quesequer mal se contava
com apenas um olhar de  estar parada

e qundo te achegas
e bem as observas
e as queres
tu abraçar
e cuidar
e mimando
numa palavra de gesto mais brando
é a ti que vês de novo sem saudar
nesse saudar
de saude
e saudade
quando se vivia
o tempo suave
e a suavidade
de bem saber amar
sem se deter a pensar

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

gentes e lugares e passos - simples espaços nesses tempos longos e lonjanos!

nestas pequenas terras
aonde tão perto vogamos
nestas ruas por vezes desertas
aonde nos vemos, encontramos e saudamos
nestes nossos lugares oh! simples lugares!

de gentes simples...
por vezes aos pares
nesse, nesses que cedo deparas ao encontrares
ao serem o que bem quiseram sem duvidares
vê
o que as une
crê
no que as reune
e voga
tu também
nessa rua tua
e minha
assim
também
por bem...

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

das crianças que sempre fomos

nessas danças nasque sabes
quando oohar menino de menina ou sev ser igual
te toca e sorri sempre sorri quando passa por  ti sem ser formal
e nessa informalidade  formalmente e stilizada
o adulto quevra a mascara desfaz a sua espada pesada de tantos papeis a defender
e se deixa em plena e strada em pleno mural em pleno caminho ser a sim quase igual
sorriso em sorriso abraço ao se deixar envolver
e omenino a menina o ser preciso descambem em sorrisos
que outros procuram provocar para que se façam bem arder
nesse lume que  arde e nao queima que arde sem se ver

e que nos une em roda verdadeira e não em nenhuma outra
que se acenda para depois jamais se prender
e quantas e de quantas belas ocasiões
se acendessem ora se reacendem
nos corações bem soando
apenas quando
se encontrem
frente  a frente
com o ser grande

a feliz criança:
com o ser que  se sabe
que permanece
nessa doce estância
da qual jamais saiu
e que segue e segue
a procurar encontrar
reflexos desse eido
aonde ambos complexos
se deixam em simplicidade
antes de se lembrarem do nome
e antes de se reconhecerem na idade

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

pequeno texto de ensaio - da palavra na que também caio - no silêncio

escadas de palavras entrelaçadas
nu o alento que as cala
nudez na feição que as não diz
perfeita a lavra
da palavra
que termina
e determina o ser feliz

e no tempo
ao se bem saber contar
e no silencio
oh doce lamento!
de tudo o  que se tem para bem encontrar
de si a ti de mim a vós dessa voz que renasce feliz
quando se encontra assim entre nós!...