dessas crianças pequenas
que se despertarem lembram
os lugares que pensam
e sentem
e que levam
assim
por dentro
nessas quentes terras
solarengos dias sempre Verão
e no estio dos dias que temos
nas madrugadas cinzentas que sabemos
nos invernais momentos entreo tic e o tac
do relógio sempre eterno
a ternura desse instante volta-se a preencher
volta a ser preenchida
aquando a reviravolta das agulhas do relógio
estas apontem ao cerne e ao centtro da própria vida
ao velas quais as dos ventos a soçobrar
espelhando ora espalhando o tempo
que ainda temos para dar
assim sós... cinzentas...
se extinguem e
nós diurnos
assim nos elevamos
e tingem e tangem
bandeiras desses novos outros anos
nesses nossos novos tempos
nos badalos desses sinos hajam sinais
que assim ouvimos e levamos
por sempre e nunca mais
dispersos sempre ao se ver a assumir
por um detalhe intenso!
por um fio sempre vivente a saber
no pano da bandeira da vida
se entretecer no nosso ser
se entrelaçar e de novo refulgir...
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