A DE E

mensagens dos corações mais amenos
- textos grandes em espaços pequenos...

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Brisa Primaveril

e celebrando
a primaveril brisa
terna
o sopro mais suave
qual alento partilhado
pelo beijo mais sagrado
que de olhares... fechados
se sabe sentir e ser e ouvir
e perseverante persistir num instante
que dure uma eternidade e depois voltar
à vontade
ao abraço
de perenidade
que descanso traz
e eleve ser todo ele
assim o nosso ser
bem se atreve
por se deixar
ir e voltar
nas calendas
das augas mais ternas
que de mimo em ternura
de amor e loucura
de palmas de mãos
bem entrançadas
perfaz vidas novas
trazidas do nada;

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

as novas lágrimas a se preservar névoas no amahecer a crescer sem parar de nos amar

nesse ar sustido
nesse peito adejando
nesse alento o suspiro
de te amar a dizer tanto

nesse  gesto simples
ao te abraçar sem querer
que na verdade é ser submisso
aquilo que comanda o Ser...

e nesse ser soalheireo
nesta nova primavera a florir

mil e um credos
os primeiros

que se dedicam aos amores
antes mesmo de eclodir
em mil e uma cores...

quais as cintilantes bandeiras de pratas
que se deslocam e se deixam entrelaçar
algo que se desata nós por entr'ias
névoas ao amanhecer...
quais as lagrimas que tanto amas
que não vertes para as não perder

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

poesias que jorram sem cessar as tuas as minhas as que nos vão unir sem mais duvidar

poemas ao voltar desde o coração
sempre a imaginar a sua mais plena
e viva opção ao se entregar
na palma da mão e em  abraço dado
desse que vem desde o coração
ena via da vida é sempre notado...

aonde sempre esteve em peito gravado esperando o abraço mais ténue o mais forte abraço dado

nestes seres novos
infantis por sempre
que refazem todos os povos
quando despontam realmente
quais flores entr'as frias  florestas
quais povos cheios devida entre a bruma
e o lugar que se apressa
a se preencher
de seres que amam a musicalidade
da poesia da vida
de seres que  ficam com  a sua anima comovida
de seres que transportam n'uma palavra uma nota de amor
de uma estrofe perfazendo a lavra
desse mote sem nome sem cor
e desses que se estabeleceram
assim a suspirar
a falar em palavras de amor
ali aonde o amor é para estar...

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

mais além do favor da vida que nos é assim sempre amiga e mais além do bel prazer que e mais além quando sem nada ter dito se passe a condizer

Assim nesta sintonia
na melodia mais simples ao te pensar
assim sentido de viver e vida ao nos perpassar
quando por entr'as vagas de prata que tingem cabelos doirados
quais as das andanças do cév sol e luar
sentem e pensam os  seres que os vejam ao se beijar
em aureolas coroados
em dois sendo um
a par
assim  entrelaçados

sendo que ao se ver
a assumir e se ver
a condizer  se encontram
qual no  mais  simples lugar
no mais simples som esgrimido

sem doer ao se doar
sem se doar ao ser vivido

e
nessas lindas e antergas palavras
de solidão em solidão faladas

apenas uma só, compaixão!
no silêncio assim renasce o agrado
de se  velar e dizer
por maior favor
e
mais bel prazer

redentora a linha redentora a fama
redentora a obra daquele e daquela que ama

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

simples de aprender sem prender difícil de manter sem se aperceber que se mantém

nessas novas pequenas aragens
quando dizem que nos amam se sentam no colo escolhem colares de viver
desses que se dependuram para quem quiser dizer...
e ouvira palavra suave o beijo babado e o muito que do peito do ancião à  anciã esta a ser trespassado
qual olhar para atrás sempre olhando em frente e recordar as manhãs do viver assim certamente quando antes
e também  as pessoas se encontravam nos beirais abraçavam a pessoa inteira integra como as demais
e  cantarolavam quais pardais matutinos e  davam beijos em silêncios vespertinos ora bem tecidos
e nesse entre-tecer de melodias  dessas de  todos os dias
até nas rochas e nas árvores seus nomes gravavam
e com cadeados simples a prender esperavam...


terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

devaneio de um dia entre os dias o melhor sempre com valentia se pressente

nesse devaneio
num olhar
num sonho
de um mundo cheio
de amor para se dar
nesse  imaginar de novo
oh! travesseiro que se abraça!
oh! sonhos de falar como povo...
com quem
por nós
atravessa a mais fina vidraça

esse ser olhado por dentro
sonhado imaginado
 amigo sem fim
esse ser admirado
por fora de ti e de mim
forjado
lentamente  re-descoberto
sem qualquer papel  rasgado
nem carta nem assim sendo lesto
o seu reconheceroh sofrega paixão que tudo anseias
oh compaixão do amor que bem a vejas e a deixes a seu próprio passo a passar e quando  passe toda ela de cântaro a cântaro cheio, ambas em uníssono saberão assim celebrar...
quais copos bem  preenchidos - profundos os seus leitos e altos os seus caudais - rios que trespassam pontes -   as que se festejam - por unir margens sem deixar de avançarem os vivos ecos a transparecer em festas quais estas  de saber largar ou preencher até ao próximo enchente no que as margens se trocam quase se tocam estando assim tão fino o fio  e tão alto o pingente dessa nascente a celebrar por vezes orvalhos por vezes palavras de vidro e agua em sal a se misturar...

que tinem ao se saberem centrar e o cristalino eco desses copos de alta sina e cimeira espuma a saber soprar viajam de estima a estima uma e outra vez sem cessar...
e aos ouvidos soam qual o bem beijar o bem olhar o bem levar a mão ao lugar mais profundo do abraço desse pequeno confim ao fim do mundo e desse saber esperar por vezes nesse lugar perfeito meio ameio assim estando quando dois soam a serem um nesse lugar se encontram todo o pranto e a melodia e sintonia do ser maior essa que evoca a vida!

apenas o bel presente oferecido
da via da vida amiga amigo
que se vai fazendo por dentro de  ti
qual a maravilha mais ansiada
quala novidade mais esperada
qual a estória mais requintada
que ouviramos ouvir  dizer

e quando se vai
e enquanto se vai
...desvanecendo...
o papel de embalo
fica bem por  dentro
e embalamos!
o que veio em nós
a crescer e em cada
gesto  teu e meu
nosso seja
suave e lento
rápido qual o instrumento
que depois poe toda aterra a gemer

e o  espólio
do que se sonhou
p'rece que sobeja
para dar de beber
gotas de amores!
a quem se estender
e  discorrer sobre uma tal manta fluida
esse que é qual caminho
que se encontra passo apasso
de vida empropria vida
e conta  maiores louvores
e quanto
e quando
e  quem mais se encontre

nessta linha de uma ode em espiral
mais se  encerra e mais cresce qual acordeão
qual coração que se deixa desnudar para depois aprender a  se dar e doando
em pleno tom e toque estando entre tanto canto que agora se vai ouvir
inspira e suspira a palavra amiga! suspira ali a onde ainda se bem diga
a quem suspira pelo verso a começar o coração se preenche e depois se doa
para de novo voltar e cuidado nessas letras de carmesim pudor de vermelho e doirado para quem se doa em amor
que sejam entregues dia a dia e não apenas num só que sejam quais esperanças esguias... guias desse aperto que entrelaça sem dar o nó...

pelo papel  molhado de tinta vermelha quais rosas possas tu encontrar...
e dessas as que mais  queimam são as que já sabes assim  pegar...

ao de leve sem querer agarrar apenas ao seu pé despojado de forças com a sua legitima intima sensibilidade se entrega um cantar de novo... o encontro desse tal - efemeridade - que nos deixa de boca aberta esperando o seu voltar pois fenece aonde mais aparece e volta depois  qual eco a se dar
qual  lampejo qual  relâmpago e qual tom sobejamente desperto

no retombar por entria  mão a pegar e o abraço não dado e o beijo
ah! o beijo sempre prometido tido como tido e nunca levado!

quando dos espinhos se deixou marca no passo dado...
e desse passado surgem ecos de vida de  riso de amor
à verdade e quantos... quantos dígitos  assim bem estabeleceste em acto palavra em gesto descreveste
e as gemas mais consideradas arriscaste a perforar... suaste nessas pianíssimas noites... serenas notas apenas.... de cantigas que  nunca ousaste cantar e em segredos ditos de mansinho... ao ouvido todas elas a aspirar... se soam ditas com cuidadinho... ao centro do peito sabem chegar;

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

nesses campos felizes e doirados aondeainda te extendes por todos os lados

nesse campo aonde ainda te escondes depois de te deixar descair
nessas altas paredese tectos
aonde ninguém consegue a chave da porta para as poder demolir
por dentro sempre por amor maior
por dentro sempre ali aonde começa a alegria e se termina a dor...

uma criança crescia crescia...

uma criança crescia, no imaginario de quem a via
no olhar de outro olhar
uma e stóoria dizia que nascer nasceria um dia
quando um eoutro se fossem aa encontrar
uma via se perfaziapara poder viajar e poisar
as plantas dos pés descalças
as palmas de alegria ainda vazia
a espera de se entrelaçar
nas gemas de dedos feridos de tanto saber cuidar
rosas e rosas e e speinhos assim vestidos
que  sedeixaram um dia separar
e os lugares de raizes pares aonde cresceram  devagar
e a divagar  foram e se prolongaram
e nesse prolongar asim  perfizeram e doaram
a força da vida ara o teu novo lhar
já somos mais do que doi ao  nos anunciar
e  esse ser que  não foi ainda poderá
ao nosso bom porto arrivar

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

numa visão de criança mil e uma auroras nas artes de celebrar carnavais encarnando o ser que viajava e agora olhando por dentro ve livre e e plena a sua mais fiel opção

de palavras belas de quão grandes fossem as vias das vidas para enaltecê-las
quanto o que equivale a elevar o olhar
em três fases pequenas capazes
ver o botão olhar a florescer
e sentir quando esteja já em flor
não a vontade
menos no poder
e sim no amor
assim ao acontecer
e precatasse-se a criança nossa este nosso ser
que seguia a fazer obras de amor a aspirar
pelo ar em palavras silenciadas

e em prosas que mais pareciam poemas e obras inacabadas

de letras sem sentido a montes belos a se verem de cor

dizendo verdade e vereda e verde a vereda se  pintou sem flor

que se nascesse de novo e se se esbatesse para dar uma cor mais suave

e a sua vida
a sua suavidade
em silenciosos matizes clarejando
a verdade  pintou sem querer bem rever entretanto

num balão que se eleva e lá em cima rebentando
mil e  uma letras de cor nas  suas reticências de novo esvoaçando
o ser que a vira ora bem a viajar

a esperava quando ao passar passava pela via´
nem a via assim  tao bem  e tao iluminada

uma face num balão distorcida
tão grande que pareceria errada e quando a visse
entre mais de mil germinando
as sementes da cor da vida as centenas se alegrando

nem se precatou do  ruído nem do clarão
desse ser qual relâmpago que passa pela imaginação
e viu mil e uma pisadas poisadas no chão...
pintadas ora marcadas na areia dos sonhos
que teriam sido de alguém a criação
que o tempo assim deixou no coração...

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

no ser das crianças e no ser do adulto vivem em esperanças baças o que nos doa o indulto para seguir a precaver sem prevaricar a união do que poderia vir a chegara ser com o que em nós é bem real

sentindo a criança interior
por amor vencida
por amor entregue
por amor válida
para seguir
o que anima
teme


quando esse ser interno nos guia e sabemos que está viva e de bem querer
a via da vida passa sem monotonia e existe sempre a janela para algo ora
alguém que também nos quer ver reerguidos para nos ver de brio em olhar
para ouvir a nossa esperança na voz sem ruídos para assim se achegar
ao seu ser e bem querer

e assim perseverar
a construir dia a dia
uma emoção bem real..
numa relação noite e dia..

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

momentos de emoções várias - quando tu me encontrares qual fio a preencher de contas de vidro gemas dos dedos a arder correspondendo ao interior mais íntimo

ser criança e sonhar
dia a dia dedicando
o que se é aonde se quer estar
ao que  traz o ser por dentro
esperando...


nesse saber esperar
nesse e sperar contrastando
nesse estar sem desesperar
nessa esperança tanto tanto
que atua voz e a minha se ouçam
que sejam as vozes sentimento
que ao se encontrarem
em derredor da arvore do amor
se encontrassem e vogassem
quais rios a nascente a d'reito

e ao estar a sós
sem mais
despir dores e emoções
e ver o que ali é por demais
evidente que o coração já anunciou
à mente
o seu valor maior e surpreendente
crer e perseverar
que numa destas linhas
neste lugar
encontrarás o fio à meada
e dela uma nova trova perfarás
e nessa invisível estrada
assim aqui chegarás
assim ali no peito arivarás

qual caravela de descobertas novas
que se preenchem ao bem chegar...
e sempre experiencias mais belas
e sempre mais a se transformar
e sempre um novo horizonte
na manhã de chuva
no ceu acinzentado
uma nova experiencia na trova
quando a trovar se encontrava
o colar de pingentes sagrados

nesses momentos
ainda para nós retidos
permanecendo ainda nesse cév
palpitando para nós reservados

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

contar a crianças contos da adultícia contar aos adultos como a criança segue cheia de ledicia

nestes novos tempos
novas crianças se erguem
quando ouvem por dentro
e respondem ao que compreendem


sendo  simples dee star  assim lado alado
o beijo o abraço o dar de mão
baloiço  pequeno entre fios viventes recriado
e sendo assim a embalar
qual contar uma música de adormecimento
sem pensarr na letra  no  seu suvcesso
nem no tempo que leva a cantar
e ir cantando devagar
ouvindo e chegando
aonde se quer chegar
a estar próximos
sem ter de se afastar

e ao ir regressar apenas com um simples
gesto com uma realidade veraz -  verás
uma e outra a se juntar e reverberarás

e nem  existe forma de deixar
no teu ser outro lugar
a vagar para reencher
noutro tempo qualquer

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

seguimos a estar unidos

quando éramos  quais crianças
víamos mundos imensos

de plasticidades e tensões variadas
vivíamos entre caminhos
que eram vias abertas
quais estradas
para o coração
mais bem real
desse ser que  sem ser formal
nos invadia dia a dia e nesles
vivia e emocionava o restante pessoal...

e nesses que se  contagiavam;
pela luz que emanavam;
pela alegria de viver o bem
mais o  seu par ideal

assim se instalavam
qual numa  dramaturgia
assim se  encaravam e sorriam e acenavam
ao se verem reflectidos uma vez dentro
quais assim tais quais como amigos
dessa óvala assim bem  entredita

na estada da via da vida
uma pequena estrelita
para se bem estar e ver
as nossas próprias forças

a valerem tanto quanto as que  viamos
no princípio e nos principios que ousamos abraçar...

e nessas as crianças felizes
nessas que tem tantos e tantos matizes
quais pinturas e odes poéticas sejam
e quantas as melodias assim ao de-redor parecendo divinas
ainda nos mostrando em senhas bem elaboradas
além dos sinais pelas quais foram sempre reconhecidas e marcadas
e o reconhecimento directo ao saber original,  saber interior, esse algo anterior
vinha ao de cima pela tripla chamada  da flor de amor da flor de coragem de flor de compaixão
qual piedade sem ter
a vocação nem o tempo
na viragem
as três chamaradas ora  chamazitas de velas festivas
assim iluminavam
assim assinalavam
assim indicavam
as vias das nossas vidas e saber sabíamos que ir  assim  subíamos ao cimo de nós sempre ao saber  sentir o eco precoce ora assim bem arredondada da orla de vida do momento que nos foi entregue ora nos foi dado a ver a sentir o saber a sentir essa emoção e a passar sem querer sem estar numa qualquer função de teatro vivente que tem a sua intenção e traz alegria a um  grande equivalente de gente... essa que provém do coração que se reflecte em cada vez que exultas e exaltas  tal qual criança menino menina pequenos serenos assimem alegrias plenas cantavam pintavam e nos assinalavam....
venha adulticia a abraçar a criança da que mais não se pode separar e venham os dos muitos etstios vencidos, pelo calor da estrela mais pequena , grande imensa! por  seguirmos a estar  unidos