olhar um olhar de cRistal qual efígie sem tempo nem ser de ser baço um a lA g rima assim qual urna a condizer como se ave r dade sem ter tempo nem idade que a bem assim hA de preencher
uma ave um a cor agita o ser de brio de cristal que se diz dita e entra
qval chama flamejant e doirada e trespassa o coração
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pe n as a sa l va
que or a' guarde ora que aguarde e ao
mais
opalescente
assim
sabe e também
assim cabe
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vejam e vejam
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s
de
vida
jorram
de um e mil fios por entrio mundo assim vogam e vagam e iluminam veredas estradas caminho e os tais lugares
de portais abertos janelas fechadas que se Dizem d'asas poisadas
qvais os ninhos
que e sabem assim repousar entre o dia e a noite bem se levam
e regressam
uma vez de lugar em lugar a esse lugar sem ter portas nem janelas...
saber a vogar saber a seguir saber prosseguir e
ree
n con tra r
es tu assim
A
também
qval esse a este caminho a segvir
VM ECO DE MIL ESTÓRIAS TODAS POR DENTRO AS CORDAS DESSA harpa MIA BEM SOANDO quando tocadas qual espinho em mão e quebrando assim quando a rosa assim finda amais pura acriança a bem dizer assim s e entrega ora a bem mais bem segura...
assim seguindo um caminho - descubra o caminho de volta a sua casa a nascente que por entre o tempo o ser contingente encontre a mais antiga
mem
o r
ia
assim nessa
pala
de mão
bem
sendo
eco
de bater sem com
passo
assim um
flor
pungente
em passos
baços
em palavras
por entrio frio apar
en
t
e
assim sendo luz por en t r'o o qve pareceria
VAZ IO RENASCE O TEU MUNDO O NISSO MUNDO ORA DE NOVO
ASSIM QUAL SER VIVENTE
DE MÃO A TERNA
IDADE DESSA QVE TRANSPARECE DE BEM E VERDADE
ASSIM qual criaça DESPIDA assim a nossa veste em
HV
MA
NA
IDADE SEN D A I
RE N AS C I D A
entregar ora lembrar quando asimsendo
a via a vida entregue a auma ara de uma pequena GEMA em mão de criança
animo
e
leve
za
assim sem ser baço
o sopro
de viver o sopro de vida que tal força
a prometida
assim nos con ce
de
s
se
bem soubesse quam bem mais sabe
ria
e aonde a nascente não sendo o ser nascido jamais assim aveja e menos assim tal qual bem pres
sente
em nós jaz
guardada
a sina
o sinal
a veta cristalia a torre mais alta
qual o animo e o brio dessa asua chamada
para dar luz ao mundo e transformar o sonho em caminho
em ecos de uma afim semelhante
(des sas)
mão dada
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