A DE E

mensagens dos corações mais amenos
- textos grandes em espaços pequenos...

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Assim desde esse ar de criança asim em veredas a transportar e qvando eramos e as olhavamosmais dvas natenas de vidae dvas para bem sentir o lvgar q vais os ceptros nos tronos imaginados qve pairame vogambos ventos ao peo«ito sem terem de estar dependvrados

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sendo entrelaçado tendo dois can aisedois olhos para ver océv doiradoe em volta  vmacapa  qval  direcção sem ca minho caminho sem direcção qval coração bem ancorado - qvala direcção do caracl bem a mado da via da vida vida é qval  tórvs no peito qval ver-seem ventre sempre bem d'reito vmas vezes sentado em si mesmo  entrelaçadoenrlada  vmas vezes atrás sendo qvase q vase igval vmas veses de lado qval  cadeira elevado  em presentes prismas diferente sempre  sensível  qvando tocas vma ov ovtra dass avas dvas asas correntes de fluidez e vida - assim se ddeixa de saber ovvir e vere sentir e qvando  corre -  ao sol - atravezssae  deixa rasto - dessa prata qve se eleva qval do mais pvro as tro - qvando a ssim a vejas entrelaçar à esqverda  tende a se  saber apontar  qval  haste de laçar   e lança  dadaà vida qval a lança do tempo qve  agvlha entenda em s ev s om sem batida - no silencio  assim smepre   epor igval nesse  silenciado brado no mai ssimples do  pericárdio - se elva e na palavra q ve avebra a magia prece q ve se sela - o silenciar de prencher e depois soltar qval  amar de amores qve bem se ovve e vê e sente e qval o silencio entriass vas mil cores mil rodasd e a mores em   espiral  também ass abe e na sva  pele a sim   também as  consente qvando aos pirimos desse ampor de mar ve  vogam desde  a  linda beleza qve d ebaixo das ondas s egvea  trovar e se  se  trova por oprtvba e  hvmana  certezz qvenao ovvidoo peito amigo se  deixasse de ovvir e qvando ao ovvido o sev primo dos mares aindas epvdesse o«ver ora sentir de  olhos fechados aonde transportamos n+os a mem+oria maissimples qval oe xemplo desse acaracol - de frol de  svavidade  sendo testemvnho ora a barigo - sendo a transparentar   assim via de amizade da vida em solidariedade ao ser de novo a avançar no sol e ntrio solo mais simples nas veredas aonde caminhaso tev  caminho a selar de pratasviventes e ao olhares na  arvore mais alta ao saberes estara passear - assim se notam  qvais as col+onias dessas célvlas qve bemse doam para  dar o primeiro impvsoa  vm cainho q ve é sorridente... sem se sorrir  emd entinhos qve non mostra e  te mostra ao  o svster a  svsteres sem a deixares cair - qval a gota vivente qve se entretece na palma e ao olhares dvasovalas e no centro gval ao qve a qvea salv@....




nvma página  nova se compaginamos poemas as poesias os novos teatros de todos os dias aonde aindamvdamos as faceas os brados e  os cantares e os cantaros  rodados e o cantarolar  entrias mais altas veredas a sm ais perfvmadas penas e nas penhas  assima ver poisar  qvando de avgoas sejam soveh«jando apenas qvando  ao  hvmor se entreteça nesse sev ovtro cantoe  nesse a avgoa se e vapora ora se desvavenecesse qvando a a bsorve o beiho DE VIDA! ESSE QVE SENDOA E JAMAIS SE ESQVENCE e no alento esse qve silencioso eco ainda a faz rodar e a roda.... a dança do povo... na a  dança doasse saber saber... assim virar  qvando desses lvgares  ao de cima! o alento vem e  se ovve e qval siga  assim desdeo vetre a sesaber ovvire ver  renascendo qval a barca q ve voga entr'io  vento qval assim   a «vagar se se deixar de  descer e  descendendoa sim entrio lvmen eo sev  âmago ao vento assim descreve vma de arco qval ogoval qve   vma  descende qval crossa  ovtra parece  formada e fermosae descende qvando  depois se  eleve e agvente opensar o bem fadar o cantar de latentes de batentes sem porta de latidos e latejares qvendo asim e também os  bem ovvvires por dentro e mais bem os lovvares....

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