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sendo entrelaçado tendo dois can aisedois olhos para ver océv doiradoe em volta vmacapa qval direcção sem ca minho caminho sem direcção qval coração bem ancorado - qvala direcção do caracl bem a mado da via da vida vida é qval tórvs no peito qval ver-seem ventre sempre bem d'reito vmas vezes sentado em si mesmo entrelaçadoenrlada vmas vezes atrás sendo qvase q vase igval vmas veses de lado qval cadeira elevado em presentes prismas diferente sempre sensível qvando tocas vma ov ovtra dass avas dvas asas correntes de fluidez e vida - assim se ddeixa de saber ovvir e vere sentir e qvando corre - ao sol - atravezssae deixa rasto - dessa prata qve se eleva qval do mais pvro as tro - qvando a ssim a vejas entrelaçar à esqverda tende a se saber apontar qval haste de laçar e lança dadaà vida qval a lança do tempo qve agvlha entenda em s ev s om sem batida - no silencio assim smepre epor igval nesse silenciado brado no mai ssimples do pericárdio - se elva e na palavra q ve avebra a magia prece q ve se sela - o silenciar de prencher e depois soltar qval amar de amores qve bem se ovve e vê e sente e qval o silencio entriass vas mil cores mil rodasd e a mores em espiral também ass abe e na sva pele a sim também as consente qvando aos pirimos desse ampor de mar ve vogam desde a linda beleza qve d ebaixo das ondas s egvea trovar e se se trova por oprtvba e hvmana certezz qvenao ovvidoo peito amigo se deixasse de ovvir e qvando ao ovvido o sev primo dos mares aindas epvdesse o«ver ora sentir de olhos fechados aonde transportamos n+os a mem+oria maissimples qval oe xemplo desse acaracol - de frol de svavidade sendo testemvnho ora a barigo - sendo a transparentar assim via de amizade da vida em solidariedade ao ser de novo a avançar no sol e ntrio solo mais simples nas veredas aonde caminhaso tev caminho a selar de pratasviventes e ao olhares na arvore mais alta ao saberes estara passear - assim se notam qvais as col+onias dessas célvlas qve bemse doam para dar o primeiro impvsoa vm cainho q ve é sorridente... sem se sorrir emd entinhos qve non mostra e te mostra ao o svster a svsteres sem a deixares cair - qval a gota vivente qve se entretece na palma e ao olhares dvasovalas e no centro gval ao qve a qvea salv@....
nvma página nova se compaginamos poemas as poesias os novos teatros de todos os dias aonde aindamvdamos as faceas os brados e os cantares e os cantaros rodados e o cantarolar entrias mais altas veredas a sm ais perfvmadas penas e nas penhas assima ver poisar qvando de avgoas sejam soveh«jando apenas qvando ao hvmor se entreteça nesse sev ovtro cantoe nesse a avgoa se e vapora ora se desvavenecesse qvando a a bsorve o beiho DE VIDA! ESSE QVE SENDOA E JAMAIS SE ESQVENCE e no alento esse qve silencioso eco ainda a faz rodar e a roda.... a dança do povo... na a dança doasse saber saber... assim virar qvando desses lvgares ao de cima! o alento vem e se ovve e qval siga assim desdeo vetre a sesaber ovvire ver renascendo qval a barca q ve voga entr'io vento qval assim a «vagar se se deixar de descer e descendendoa sim entrio lvmen eo sev âmago ao vento assim descreve vma de arco qval ogoval qve vma descende qval crossa ovtra parece formada e fermosae descende qvando depois se eleve e agvente opensar o bem fadar o cantar de latentes de batentes sem porta de latidos e latejares qvendo asim e também os bem ovvvires por dentro e mais bem os lovvares....
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