as páginas ainda por d escrever desde a terna infância as páginas por bem saberem ser e desde a adultícia q ve brama qve proclama vma nova liberdade de se ser homem ora de se ser mvlher em plenitvde e sem vontade qvando antes se via o sol todo pleno e olhar era qval vm sonho calmo sempre sereno - e qvando a pós nessa terceira vez nessa terceira cvrva voltas a crer nessa vontade desse sonho em solidariedade e na noite... mais a bruma - se visssem e nesse o sopro se despejasse o qve ainda non se conseguisse...
a terceira vez a prmeira se non veja a segvnda se se encarrega e non se bem esteja - a terceira voltar a crer... nesse percvrso sempre terno e livre d efinido e svblime qve na vez primeira nos foi dado a olhar
e nessa a segvnda vez nos foi dado a experienciar e viver e a responsabilizar para a terceira nãodeixar de r parar desse lerem palavras de crianças em corpo de mvlher e das palavas dessa doce infância em corpo de homem
ah amanhecer! ...
ah! esse voltar de novo a crer!....
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