peqvenos - caminhos abrindoo ra soltando ao vento qval bem venhas a saber ver
qvais as mai ssimples - dos eidos dos rios - ovteiros - assim nesses també, as voltes
a erver
vmas as do mar e das maresias pairam
ovtras dps vlmeiros em verão de fantasia
e também na melancolia doovtono se ilvminam
sem terem pinta nem terem dono
de ocre ao doirado do vermelho ao mais bem encarnado desse oiro em verde assm qval em fitas e o sev ser
prateado do tronco bem elevado
se agita se a gitam
na cantoria do final do dia
desde o azvl dos cévs ao mais encarnado o ser a via a vida sabem o sev s er estando asim qval espalhado
qval doirado ser de via de vida asim bem a hobnrar e qval no o espelho na pele no apelo o mais velho na raiz desse doirado ser ao se encontrar assimq vais as dvas vias qve s ejam qvais trinam nos capos as a ves ao saberem viajar ao lonje a velejar aopertoa asaberem repoisar e nese repovso - nesse livro solto apenas s abem levar ninhos óvalas perfeições e feições desses sevs prados altos qvaismiragens leves e livres qvais as imagens q ve levas tv ao bem a doormecer e as levas e trazes qvais a smais a simpes velas - ao revê-las possam estar estas para se manfestar e nesse sonhos reiais concretos braços dados - assim os q ve bem tenham s em se d etere nem determinarem chegvem aonde os sevs rios nascem e os sevs fados - se amntenham - VELADOS....
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