das nascentes asas fluentes avgoas qve passas sem ver desde a imaginação tão leve qvesustentas ao bem qverer
qvando as abraças assim as saas a bem se ver elevar e os poisaresos poisos desses sevs pares
de olhos em plhar asim se d emonstram qvais rios em fluidos sempre ternos em fluidos humanos e s empr evivos qvais avgoas nascentes nos desertos
qvaisos lvgaress egredados aonde aind apram pelo ar qvente e qvando oasis vejam aonde havia apenas cevs abertos vejam as a rvores de novo anascer os f rvtos d enovo a se dar e ao longe vma alegria uma esprança qva na e strada d avida se acontecem nos volta a preecher d evagar
se bebe depois de anto vager e depois ocm coragem coma cor dessa aragem com a velocidade do s er a sonhar preenchendo via de vida via e vida plenas em abraço ao reverberarem
lvzes novos
lvzes masi do qve correntes as dos cévs translvcidos nas e srelas estradas d e estrelas sorrdientes em tev olhar depois de noa raço apenas ao ovtr aldo de vm espelho baço parecer qve consegves ver o final eao regressar ao princípio e ves tantas e tantas qvais no inicio e não sovbeste bem ovvir a mensagem do coração silenciosa mensagem qve passa de prosa e prosa e qve se estabelece na proeza mais formosa qve poesia saiba assim ainda ao qverer segvir
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