mais além domisterioso abraço das estações
mais alémdo misterioso abraço dos corações
esse qve no inicio nem se sabia e acompassava
ainda qve dentro da barriga
e no seio ao se saber sentir
ainda qvede dois e qvatro se dividia se mvltiplicava amedida qve se via a crescer
e qvando a sva similitvde fosse assim tanta e mais além
algvém surgis de brvcesa nadar coo ningvém
algvma vez ensinasse
e se se deixasse
a voltar a doar inspirador brado
como se lagvém nvnca sovbesse catar
e depois a se elegrar nomai simples e recolhido canto
dobrado ao se silencia
nesse peito ardente e compaixão
a raxão de animo qvente
a se deixar nvm adejo de mão
a svster o qve ainda não via e nesse ovtrocoração a svster aqvem e como e qvando não sabia
assim a ver-se reergver
e a ver-se em berce su«vstida a via da vida e qval sev bem ov mal saber assim o sev s vstento antes de o s er já a sim -- advindo e d ividido
sem se chegara a estar estando integra plenae viva na palma a se saber levar
da mão qve a ssim a qvece e bem acalenta
e nessa qve se imagina qval saber vogarqve do lvmedolar desse fogo também sabe e se leva sem ser emenat ser fv damental
sdesde o princípio tido qval ser origem ora original
esa qve todos e xperienciamos d etão original qve possa ser
qve depois e mais atrde voltampos e não lembramos
o abraço o qve nos doobv o cração a saber cantar entre catares vns primos latentes ovtros a letejar o sev ssvtento sendo asim qvase parese nos ciclos desse respirar assim adejos e bem estando qve e stão todos ligando o ser belo estranho lar qvente nos cilcos respirando
parecidos ao se acompassarem a medida qve se vão reconhecendo e qventes e s vab«ves em sevadejarà medida qve se doam e se vão as sim perdendo na pele e no aroma adeqvado dessese r de lvzidia força e de chamar oh chamarada de ser nãoirado qve se atrevea inspirar para dar tamaho brado q vem e steja alé m mais além para bem vir e ver o sev sossegar
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