A DE E

mensagens dos corações mais amenos
- textos grandes em espaços pequenos...

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

correspondencias qve começam a aqui e em verso - no ser na flor da criança e no titulo do sev ser - amado do sev ser admirado do sev ser sonhado ora a sonhar desses tres fios de seres qvais claros de lvz e de lva em pleno lvgar apairar qvais os qve ainda se resvmem no passado no passo dado nos ecos desse passoa se saber levar

nessas qve nos  poemas e nos dias de poético saber perfazem  odes melodias  filarmónicos  intentos do qve  silentes calmos no próprio evento - assim varados  consegviremos ver e sentir e elevar no sentir qvase em rodas tantas tantos abraços  tantas palavras silenciadas ent'rios abraços livres qvais as mãos desatadas qve se apoiam e flvem ent'ios  tvdos e os nadasnem fvgindo nem oprimindo apenas a sopesar o peso de vm abraço de vma mão estendida para bem ajvdar 



 qve se vnem para amparar ora para acariciar ovtras caras ora para se entretecer com omesmo  fogo qve se estava assim a celebrar a passar mãos ao alto a altvra do coração mãos ao alto  a altvra  do olhar  de a de mão de se ter  sem se ter em conta perto ov longe paarece  e bem depois no tempo qve nos  da  assim e  nos solta e  nesse tempo de novo a celebrar no silencio do abraço de peito a peito  de mão em mão de palavra em palavra 


não falei 
-
ainda
nos
montes e montes
d
e
va l es
...











- no silêncio desse som ( - "...en el silencio de las cosas qve dices...")




madrvgadas de cetim qvando olhas tv através de mim
velvdo seda tvdo
qvando olhaas para mim
qvando o tev olhar me  avmenta e nos tevs  ombros a  voar tenho a certeza de ovvir o palpitar desse coração b«veraz desse som qve também saberás assim ovvir enqunato arde
e non arte no silencio nem parte  qvando se entrega regressa qval vaga  qvandoo oceano se encarrega  de fazer  sangrar a lva e das praias  todas tvas  assim  estando a sva força  asim se   desinteressa e  voga - assim   ferro qve  jamais  se arremessa  qve parte   sem partir em bvsca desse  tev s er  desse sev   tev  amor  desse coração qve nos eleva  ali e aonde se d ança  aonde se entrelaçam  as artes  e de aonde ainda flvem e conflvem  os  seres qve  creiam  e  qve s abem  qve da nada  qval  marcial  assim arte  desse entender  qve  trazer   do nada  sonhos e dos sonhos perfazer brisas e dos elementos elementais medonhos  mostrengos de fim do mar pedrasdde som ras qvando a nss a lvz as iultrapassar e dos cantares  dessesolvidados gremios voltem a se conjugar  e nesse s s onhados prados e pradarias ebavto ovves e stas mvsicasqvais as bemovvia  saber  sabeodria a sim sabias  aonde se aponta aonde se bem venha a colocar  essa força qve  flameja e qve no coração tem trono   e hoino e non para d e jorrar...







antigo e antergo qve  bem sedava e qve mexia com todo o ser qve ora cresta ora cava ascendia e se deixava  levar no  lullaby debrams na nana qve  qvem  encontrava e cantava cantava com todo o ser a reberverar - assim todoovtro ser reverberando  eram qval a melodia qval a fantasia desse sev doce canto desse sev doce trovar desse encontro silencio se afastando deixando ver  qval  enxoval de nvpcias nates de ser sendoqval o enxoval mais belo  vestes novas qve provamos qve  vestimos e levamos ali e aonde o tempo deixa de sê-lo...




nessa melodia do dia a dia do abraço a se  doar em própria mão qvente e esgvia e no próprio lvgar aonde  ovves ves e sentes e bem possas assim lembrar e nesses aonde ainda a sentes e vês e sabes  qve bem te levam aonde  no centro jorra o  calor qve  depois se transforma no  svmo no licor na svmvla de vm gesto   de vma palavra entre silêncios desse  rosto sem cor nem  correspondência a qve abraças olhos fechados com toda a sva a tva a nossa a vossa assim - transcendência...


correspondencias  qve começam a aqui e em verso - no  ser na flor da criança e no titulo do sev ser -  amado do sev ser admirado do sev ser sonhado ora a sonhar  desses tres fios de seres qvais  claros de lvz e  de lva em pleno lvgar apairar  qvais os qve ainda se resvmem no passado no passo dado nos ecos desse passoa se saber levar ai aonde os titulos já pouco contam aonde os romancesjá não sºao de cor de mel - e aonde os abraços verdades e verdadeiros seres qve amam já nãopintam telas de vida em  aqarel a -s em cor de pastel assim  sendo qval nvma folha sempre constante o sev desabrochar  desde antes  por baixo em derredor  vma orla a flor da vida em prkmessa a ocvltar ora a  resgvardar com svs verde e verdadeira reverberando  -  verdade - qvando seja  qval noite d elva  cheia e de dia  se coroam a a dvlticia a melodia  qveera antes com a qve depois se ove qvais tres temas os maioresqve bem   sabemos  qve d elado alado nos  completam por tvdo qo ve nos  lemos   o qve nos ensinaram e e screvemos e  nos lemas e nos mottos e noscastelos de  carregado  ser aa empilar -  milhares d eestrelas traçados  de musicas mais belas esta -a tvaa minha a nossa em verde deespranto perene para bem se ver  assim qval alvo alvor alvorada alva e  sendo  transcendente ao alvo a apontar o coraçãootempo presente!
e o abraço e o caminhar de mãoo em mãoo sem mais se parar

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