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mensagens dos corações mais amenos
- textos grandes em espaços pequenos...

sexta-feira, 24 de junho de 2016

EL ES SAR ELIESHAR ALGO EM QVE MEDIAR AO MEDITAR E TRAZER SONHOS AO SABER NADAR E NAS AVGOAS EN VERSOS ASSIM AO CAMINHAR







afim ao sev fvdamento


desse assim a nascente
desse assim qval ainda
há em ti e em mim...
assim se desse...
na ave, qve também
se sabe @o sesvster
e   sendo svstentada
esteja ali e oande
ainda bemseja @'

poisar...por entrias...
veredas desses encantos...
antigos... antergos...
nos sevs recantos...
os sevs mais doces
laivos svstidos
doces esprantos

por o serem...
@'sim sendo...

renascidos
ora @'renascer
em  ao se svster
em ao bem...


 se entretecerem...
 ao bem se deixarem
nesse entardecer...
assim
no berço
ao verso
ao verem
-se as
sim

entre as
imagens
do passo
dado...
desde
esse
o
fvtvro
prendado

nesse
ser
sendo

o
presente

esse qve

ainda @'
@' de se
saber
ovvir
de se
saber
ser
e
assentir
ao sentido
ao sentiment
ao regressares
ao apelo a ess@'
@ mais ínfim@ porta

ao se
doar
assim
e
a trovar
ao ser
@' ser a se
portejar

ao ser
ao se levar

ao ser
em própria
id@'de por
tal em por
tal ora ai
e
assim - or
vir
tv
d
e
igval    iginal

assim ao ser
lento
ao relento
sendo assim em verso se relendo
assim  versos desde a nada @'o
ao bem nascerem ao mergvlharem
por entrias...estas svas...
tvas...nossas...minh@s...
@'s vossas...avgoas!
assim bem se dessem:
@' e de novo à vida!



des
   sa
     a
      vi
da de   sse
 s   ev  
           viver


assim cint i l a m
nessas lág r i m@'s

e
mais hajam avgoas...
a se op o r entrios...

nesses nossos...
nos vosssos...
rios conflvem:

nós flvídos...
sendas e seres
viventes sedes
              van
                 e
                  ces
sem e desde o mais cedo


se bem mais se
              per
  d
es sem os sendo
              sen
                ti
dos e ao sentido  o
                pri
me I r o logo assim
 a par
      e
       cem



qvais os brios e as coisas qv bem se deixam a trás
nossas acasas viventes ao seremos assim despojados ficam assim ternas e qventes
entre meias e amores
navegamos
nessas iavgoas vem a voltar e entrias espirais vagas
assim se elevam e descendem... sem se saberem notar:


nessas nossas sempre ternas
tão frágeis qvais bem imaginadas fossem
tão simples qve sendo - ador mecem e em simples
cantares doces sevs
pares
assim desde o cair do dia
ao sev  ergver asas qve
vem e vogam e poisam
ai aida aonde
a bom porto haja ainda
a fonte qve bem se desse
ao renascer~qve  vem se visse
nas sombras
dessa floresta e scvra
vma e ovtra vez  apassar
sem notar
ao ser se deixar
e ao se deixar
se levar
assim snedo levado
ao mais profvndo
do sev íntimo..
@' mais...
@' menos...
e ao tempo:
 a tempo
  d e s s e n o
   v
 o
   e s e m p r e
v I v o
 c
   @'
     n
       t
ar d e
e s
p  r
@ ' n t o

   e  r e p

ov s am e a m a m
qvais os castiçais
qvais nos corações

qvais nesses cÍrIos

e  vêlas e velas as
 s
  I
   m
    @
     
      '
        S
       r e
 @' c
        e
          n
d
 I
  d
       
    '
      @
        s


      as
   sim  q
        v a I s

rvbras prantas
qvais doiradas

lavras
aparecem
descidas
ascedem
e sendo se reacendem as pere«spectivas das frondosas  sombrasdas assombrosas formas
dos novos sonhos
a vida trazidos desde o mais profvdo a«do amor dessemar igoto
sem sem notar
ignorado
sem assim se  pensar
sem seqver se o vv ir
ir e re gresar
po sempre e desdeado a lado
na filigrana sopro vivente
nesse ser qve  vem e ama
assim sendo
qval seres já sendo
viventes
ao despertar
ao despertares

é e são
e soam
em ti
qvais bem são
qvais bem soam
se bem  se transformarem
se bem sendo  bem lavrados se  bem mais
sendo assim svstidos e entre fraternidades e seres doces
pares assim aos fvtos ao fvtvro
as semelhantes asas
qvais frondosas prosas
desses mergvlhos
fagvlhas  agvlhas desss pinhos ainda estando e desde essas  espiraladas forças sem forma
desses laivos de eventos
por vir a chegara ser
em si mesma slivre s elidas
pelas mais simples areias
desses tempos
assim qvais seres igvais
assim ase entrelaçarem qvais as  mais antigas
e bem ergvidas
colvnas vivas
assim a se  sopesarem assim sóe apenas
nessas  plvmas qve levas
assim a se eqvilibrarem


sedo  qvais vejas qvando por entre elas viajas
lvz de lvar transparecida sombra a svster e ao regressar sendo de novo
vestida em sombra de ser
e  cantar  desse alvorecer

e sendo asim bem a haver sem terem de ser  bem vistas apenas qvais  svspiros
qvais sonhos dessem já  frvto
assim
sev ledo cantar sva ledicia no  ar
assim sendo - idas leves e vivas
e sonhos dessas frondosas fontes dessas orlas de pérolas bem  ritmadas
desses olahres de sonho
qve velam as janelas mais bem amadas
sendas assim bem fechadas
vejas sem vendas asim ao em vogar
nesses   templos sem terem entrada
nesse tempo sem conta rodada

nesse sev alento
saber s er ao se saber inspirar
vma
ovtra vez
ao regressar
 avês

ao voltar assim bem esqveças
e ao permanecer
sem tempo
sem ter
em pressas

assim lá mais além igval se encontra algo
or@' "mais do qve algvém"
qvem vem e volta e bem seja
assim traz apormessa
a cabdeia ao entardecer o círio qve se levava
o testemvnho de vma tocha qve  parecendo
qve  bem se detrimanava a hora qve sendo extenaimansa hora de imensidão
nessa sobra sem nome
viajam seres qve se somem
e entrias
avgos
do sonhar - ohdoirado ser cria«nça sepre terna!
o cev oh cevs prateados
pela lvz mais serea e svtil
e o ser sendo cintilando
lado a lado o sopro das avgoas
 ovvido e non toldado

oh lvgar mais em  igval
qve  bem nos renova!
e ao transparecer
o SER aim sva
e sendo
transmvta em sva demora
e mais ao  fvdo se eleva
e se bem deixa esqvecer e
entrias mais svblimes
colvnas
e seres
tais qvais
pedestais:
assim bem
reqverer
o r @I sendo
e bem têm
reqverido



@o essencial...
@o existêncial...
@h!consciencia...
  amada
e sendo
a chamar
a chamada
  assim

vma
   e
    o
     v
      t
        r
          @
se bem e  '
   desde sempre

vem sendo
se revnindo

q
 v
  a
   l no eco
      s e r
 vnido

nvm fra
   g
 mento
no
  t
    e
     m
    p
     o
  ...
       s
  e m
p r e
@'  s e r
@'  p e r
d
  e
    r
    n o

      o v  t r o

fragmento
...
n v m
m o m
e n t
  o

nvma
som
 b r a :
q  v e
   s e a
l o n g a
nemem sva
hor@
    '
       l
 o n  
     j
       @
         n
           @
            .
              .
                .

´´

nv o sol desse amanhecer
nesse lvar ao entardecer

mais
se a
    longasse
 e
menos
sovbesse

qve ao mais
infinito
templo
e
lvgar:
...
ao lvgar mais ínfimo
ao SER... de novo...
@h ser
@h re
  g
     res
        sar!
        ...


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