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ecos bem silvestres amenos ecos dess e s aber timbrar as poesia smais
tênvesos lvgares mais - segvros e os tempos e os lvgarese os tempanos
aondeainda se cvidame dvram as altas pedras jamais tocadas
as masi latas veredas fragas bem
amadas os lvgares abem estar a se dixer
em pleno ar sendo inspirados
sendo assoprados sem se d esdizerem e nos sonhos qve bem noss ão
doados qve nos sendo entregvesALGO FALA e bem ALTO e em do
alto qvendo nos desvanecemos E SE CRESCESSEMOS E SE CRESSEMOS nesse algo
atransformar nessa táboa redonda aonde par é sendo par e aparecessem sem
cessar e se entretecessem sem parar e sendo parecidos ao mais
simples verso em verso amigo
ao s erem q vais paises sem confim
nem confinamento nações de coraç~es dessessonhos sev mais doce alento
e desses qve nos soam e nos
foram e são doados permanecere crer e ser asim
coroas asim s endo s em horas sims endo e se elevam e
se prantam e non se levam aliaonde s eplnatem e nessas as mais
antigas - argas e nessas as mais simples lavras nas avh'goas
sedesvanecessem cedo e desde a lovcvra do ser trasnparecessem
e ao crescer cressem eo a se deixarem
- assim d novo - s e deixassem de ver em imagem sva qve sendo cedo
aimagem se mvda a non ser qve seja a tva qve é cntigo
ohmascara mais cara qve mane«tenhasm evida pela vida asim retida
por dentoe por afora e mvnd fora asim ah lovcvra desse breve e svae
s entir e snetimentoao vento evento sem rédeas as aber svster e asim srp
cpn s ev grado o do ce fado desse saber entretecer e crer nesse s
er renascido e s er asimao vento ao ar ao s firmamentosmais longe
tidos e m contra e aos bradados e cos dos prados e das
pastagens e dos sólidos - MAIS ALTOS - montes e montaha
a saberem a sim coroar vm cantar o'vm brado qve tamgem desse
s ev lado ao lovtro doce lvgar sme ome odce pradaria sem ter imagem al+em das
cristalinas passagens a sim bem estar a se ver e a sim semse ver a se
entrelaçar sme nome sem ter imagem sme ter renome nem cor
acoragem nem cor a espera nema esprança e s em cores
a sim sem terem nada e nadam entria melodia dsseantes de s
er o sol a lva e s evs dias e antes de sses sev cev
estreladoe antes d esses sev brados nos ecos da spastagens qve bem
passamos enates de ssas iarvores qve os mais velhos aind atangem e
prantam e ainda assim choram assim qval agnos
qval agnvs aqval anõranza qval amores sendo asim em sev ser e
nons+os svpresos e non s+os ao vento e non s +os ao relento
e non sos s em svstentar a maisismples ergvida colvna ignea senda
assim sem par e sendo a crista masi cava se fadar qvando asim
entria cristalina lavra a mais pvra e na ínea a sva força flvi e dvra e sendo
asim sepre entretecidos e qventes panos assim sem estar emlados
sem estar qvebrados sem soçobrarem asim mares asim arés a sim qvais
os mares contam as florests desdizem e asvas mais altas frestas nas
janelas do olhar bem vêem e dizem formas a designarem formas a sere ese deterem
e formas a detereminarem o ser os s eres qve antes fossem qve antes
e achegvem qcve sendo chamaradas e chama de vida igneas p+lenas inteiras
e nons+o a penas a sim - pkenas de vida qvandoa sim se enarolasse
a jamais retidae qba««avdnoa sims endo se perspeasse os vevs qve
hinos olvidas e qve desse vnico hino sendo apenas os qve
venham a soçobrar nem s elembraem de alentar qve da formas nada levam da sva
svsbatanco qve se consvs«bstanciasse e desse ser essencial essencia
q ve bem se enobrecesse e se elvasse e lembrar maisalé, ciencia asim
deseo mais tarde ao ais cedo asim sempre ali e em mais além
qvl calema sim estivesse coesa coeso - e assim qvamd s eperfaz e se fecha -
sem tempo nesse ser e ness a inocência o hino da
ocnsciencia a sima se s aber levar e qvando ssim se entretecem sem saber d
esdiser e sqveceram a sva chamarada o sev nome a sva chamada pvra por
alv«go por algo qve se segvra e non nos assegvra asima
ver passara s sombras enono mais alto no cimo da sva vida a os
saber levare non o mais peqveno - no incio do amar eterno ali
em sva inocêb«nci alaém cosnciencia e ciencia sem de finri a s eber
estar apar e aparecendo o mara vogare aparcendo as areia
saber transformare parecebdo asim - as db«vnas em sev redor a
vgar no ar e a sim a s sva smãs qvais em infancia
sendo asim de verdade o lkhar além distancia e tempo e sonoridade além
desse a transformação desse a emoção desse aasim ao maior e
scolher e desse aoovtro asim entria ponte desse a via da vida
assim apasar sem s er nem de fronte nem de lado nem em jogos
selados nem alados seres pasagens de ssas mensagens qvnos hno ressoa,
liberdades qve se comemoram jamais se choram e assim - veras verads
integras qvais a s plvmas ineiras e a sim as verdades qve s etrazem ao
mvndo se tangem e ressoam vivas e non em animas so e nem em
animos lidos apenas e qvando sendo vnos e jams s endo svrpresos nem
svspensos nem emlidos seres alerem a penas +or serem e no recordar
a sev tempo b'nes tempano oco se non se preenchendo nesse s ev lvgar em
verdade
-


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