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mensagens dos corações mais amenos
- textos grandes em espaços pequenos...

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

N V M A S Il A B A - E NVMA A S V A p A L A V R A





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nesses ecos bem silvestres amenos ecos dess e s aber timbrar as  poesia smais tênvesos lvgares mais - segvros e os tempos e os lvgarese os tempanos aondeainda se cvidame  dvram as altas pedras jamais tocadas
as masi latas  veredas fragas bem amadas  os lvgares abem estar a se dixer
em pleno ar  sendo inspirados  sendo assoprados sem se d esdizerem e nos  sonhos qve bem noss ão doados  qve nos  sendo  entregvesALGO FALA e bem ALTO e em do alto qvendo nos desvanecemos E SE CRESCESSEMOS E SE CRESSEMOS nesse algo atransformar nessa táboa redonda aonde par é sendo par e aparecessem  sem cessar e se  entretecessem  sem parar e sendo parecidos ao mais simples verso  em verso amigo
ao s erem q vais  paises sem confim nem confinamento nações de coraç~es dessessonhos  sev mais doce alento
e desses qve nos  soam e  nos  foram  e   são doados  permanecere crer e ser asim  coroas  asim s endo s em  horas  sims endo e se elevam e se prantam e non  se levam aliaonde  s eplnatem e nessas as mais antigas - argas e nessas  as mais simples lavras nas avh'goas sedesvanecessem cedo e  desde a lovcvra do ser trasnparecessem
e ao crescer cressem eo a  se deixarem - assim d novo - s e deixassem de ver em imagem  sva  qve sendo cedo aimagem  se mvda a non ser qve seja a tva  qve  é cntigo ohmascara mais cara qve mane«tenhasm evida pela  vida  asim retida por dentoe por  afora e mvnd  fora asim ah lovcvra desse breve e svae s entir e snetimentoao vento evento sem rédeas as aber svster e asim srp  cpn s ev grado o do ce fado desse saber  entretecer e crer nesse s er renascido e s er asimao vento  ao ar ao   s firmamentosmais longe tidos e m contra e  aos   bradados e cos  dos prados e das pastagens e dos   sólidos -  MAIS ALTOS -  montes e montaha  a saberem a sim coroar  vm cantar o'vm brado qve tamgem  desse s ev lado ao lovtro doce lvgar sme ome odce pradaria sem ter imagem al+em das cristalinas passagens a sim bem estar a se ver e a sim semse ver a se entrelaçar sme nome  sem ter imagem  sme ter renome nem  cor   acoragem nem cor a  espera nema  esprança e s em   cores a sim sem terem   nada  e nadam entria melodia  dsseantes de s er o  sol  a lva e s evs dias e antes de sses sev  cev estreladoe antes d esses  sev brados nos ecos da spastagens qve bem passamos enates de ssas  iarvores qve os mais velhos aind atangem e prantam e  ainda  assim choram assim  qval  agnos  qval agnvs aqval  anõranza qval amores sendo asim em  sev ser e nons+os  svpresos e non s+os  ao  vento e non s +os ao relento  e non sos s em   svstentar a maisismples ergvida colvna ignea senda assim sem par e  sendo a crista masi cava se  fadar qvando asim entria cristalina lavra a mais pvra e na ínea a sva força flvi e dvra e sendo asim sepre entretecidos  e qventes panos  assim sem estar emlados  sem estar qvebrados sem soçobrarem  asim mares asim arés a sim qvais os mares contam as florests desdizem e  asvas mais altas frestas nas janelas do olhar bem vêem e dizem formas a designarem formas a sere ese deterem e formas a detereminarem o ser os s eres qve antes  fossem qve  antes e achegvem qcve sendo chamaradas e chama de  vida igneas p+lenas inteiras   e nons+o a penas a sim - pkenas de vida qvandoa sim se  enarolasse a jamais   retidae qba««avdnoa sims endo se perspeasse os vevs qve    hinos olvidas e  qve  desse vnico hino sendo apenas os qve venham a soçobrar nem s elembraem de alentar qve da formas nada levam da sva  svsbatanco qve se consvs«bstanciasse e desse  ser essencial essencia q ve bem se enobrecesse e se elvasse e lembrar maisalé, ciencia asim  deseo mais tarde ao ais  cedo asim  sempre ali e em mais além qvl calema sim estivesse coesa coeso - e assim qvamd s eperfaz e se fecha -  sem tempo nesse  ser  e ness a inocência o  hino da ocnsciencia a sima se s aber levar e qvando ssim se entretecem sem saber d esdiser e sqveceram a sva chamarada o sev  nome a sva chamada pvra por alv«go por algo qve se  segvra e non  nos  assegvra  asima ver passara s sombras enono mais alto no cimo da sva  vida a os  saber levare non o mais peqveno - no incio  do amar  eterno ali em sva inocêb«nci alaém  cosnciencia e ciencia  sem de finri a s eber estar apar e aparecendo o mara vogare  aparcendo  as areia  saber  transformare parecebdo asim -  as db«vnas em sev redor a vgar no ar e  a sim a  s  sva smãs  qvais em  infancia sendo asim de verdade o lkhar  além distancia e tempo e sonoridade além desse a transformação desse a emoção desse  aasim ao  maior  e scolher e desse aoovtro asim entria ponte  desse a via da  vida  assim  apasar sem s er nem de fronte nem de lado nem em jogos selados nem alados seres pasagens de ssas mensagens qvnos hno ressoa, liberdades qve se comemoram jamais se choram e  assim -  veras verads integras  qvais a s plvmas ineiras e a sim as verdades qve s etrazem ao mvndo se  tangem e  ressoam vivas e non em   animas so e nem em animos lidos apenas e qvando sendo  vnos e jams s endo svrpresos nem svspensos nem emlidos  seres alerem a penas +or serem e  no recordar a sev tempo  b'nes tempano oco se non se preenchendo nesse s ev lvgar em verdade
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