A DE E

mensagens dos corações mais amenos
- textos grandes em espaços pequenos...

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

AO SEV SEELEVAR e no sev seIo A SE SABER entrever SEM PARAR de o ser SEM PARAR de amar SEM PARAR de se - dis - sol - ver e no sev lvgar o sev CÉV ao lvar ENTR'IO lvs qve fvsco fez alegria da partida para alegria desse voltar ao ser








Nesse ser a se rever 
aose pintar o cevser sev
de ovtra cor a transgiversar os versos os poemas qve eram apenas nesse efémero momneto a nos de viver  tempoa mais não saber  levar qvandopoisa e repovsa nsse nosso tom assim timbra a sim se lembra assim se - sinta e mais non seentenda
e qvando e  de novo desse som ao se deter sem se determinar o ser resssoa  e a sim se transforma  evoga e boa a sva  sina e m sev  proprio nome sendo sem asinar nem defindo  nem definida a essencia a exitencia se consigna ao maisimples gesto qve bem saibas
en t
r
e
gar e em ti sendolivre  o leias sem mesmo olhar e sendo assim  abertas as portas meeiras dessas mais altas 
"ideias"
nessas aldeias segvi a savdar sem d vvidas
e sem replicas do ser qve soa e amores de viver em vida  tda sva apenas pelo em+eritoser de amizade desse a o longe ao se ver a sabedoria dessa a sva longevidade e o sorrir qval  criança em doçvra qve estandoali e tambémem derredor
assm impi«rime letras de alvvra sem se deter e ao ser hmem aind aanscer e ao ser mvlher qve bem há dechegar ao ser e ao ser tal  vnida sintonia em silencioao olhar em derredor e sechegar a reconhecer  qvando e como e aonde  o eco qve jamais se e scondd e se leva e nosilvmina e se estende aonde o rio da via da vida flvida ainda conflvi e se deixa desdizer pis vaimaisalén da crança  da sva sentença mais alémdo defindo desse povoamigo aqi e al+eme aondea inda algvemse veja aose reconhecer nem tanto nociso desa  flor de narciso qve se mergvlhada  nofvndamentodoleitodo rio qve flvi r«e qve  non diz nada
assimdilvisse as máscaras todas qve bem aprendemos
a saber perfazer e a origem a imagem OG«H VERTIGEM! nos devolvesse sem mais  ter ganhar ov  ser aperder qval nvm inicio  jazendo ancorada a barca da vida jazia namorada desse sev abraço desse ao sev o olhar q ve dessemomneto sem nome aoserse reconhecev o sev poprio ser em vogar qvais vias de vidasentretecidas na arvoremais alta nas razes esqvencidas e no trnco NESSE TRONCO VIVENTE QVE AS VSTENTA as bem sabe ovvir qvaiscamânvlas smere a timbrar vias e qvais letras parcas entre  si entretecidas ao sol ao se depôr e dessa a sede desse sv dispôr e dessa litania das gotas mais finas davia da vida ao se  ovvirem atangir em derredor atingindo coraçºoes vivos nesses evs ermos antigos qvandotocammais latos qve vidros e vidraças aopartir do  fogo dolar nos abraçam
sem nos qveimare nos alimentam de formça de  vida de -VIGORES velho e novo assime de novo arvore sendoo presente qvando se

"en ar bole" a bandeira sempre estando avsente

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