A DE E

mensagens dos corações mais amenos
- textos grandes em espaços pequenos...

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

ALÉM DOS E R OS - mais além dos fios de se ser leal e desse mais fr io assimalém do brio desse alvz sem mais sina a cimeira desse sev vale e sendo livre eplena viva a cantar entrio«a lvz do sol e a sombra desse s ev ser ao lvar e nesse lvgar sem nome a vogar a ser arodar entria terra e o ser de adejar entrios maissimples amplos e vivos s eres aose saber ao rodopiar qvais as aves e nos proprios sevs em versos



o amor qve se define qve se entrega assim nvma só data em valentia e sendo assim qval ser consagrado em agradecer permanece e se afasta o serem partidos
 os sevs laivos as sva slinhas as svas entretecidas lavra
qve amor é maislém  deqvem qveira
e qvandoaoovvir  ese tradvz em lvs e força e vidae ao sentirassimao sentido doa a vivere a vida maisíntima nem assim se reanima nem cega
assim desde  sempreqvando bemsovbessemos assim e reler o  amor qve se deva o e despreender o ser assim ao vogar e ainda e qvantomais se despreensem ao ser a s reencontrar
e qvando essess eresqve bem nascer os seres bem nascidos desde o cantar desse sev ar
e desdeo cantardesse sev ninho e  qvandoasim e mais seeleva e menos sedespreendesse asim e mais se entrelaça  pelo bem qve bem jamsi se e sqvence
e vencendoalegria e  risoe dor vai mai slaémde q vem  voga maislaém da barca  qve se reacendendo se enamorae nesse a
 de amores pleno chega mais além do ser vltimo retido ov ser asim qval primeiro inspirar a svster
qvando amaresiaapela ao final doda qvadoalonjania nvm elevadopromontório nos convida de novo a  ver  reergver qnado o vale a sim chama e clama qve AMA! qval chama qval a chamaradaesqved«cida qval amais triste ramagemdessa imagem qve jamais  c«voga perdida
transformada na barca que
passa as marges transformadas« as cantorias nos cantares nos  sres aind a contar  a mais simples estória da vid«a d a vida ser e  ase honrar eqvandoe  força sedescrevesse e mais cedo o anoitecer seentretivesse assime  mais sendo  asimpelo calar da noitevnss eresd efronteasim sedesvaneceram ao saber levar em si o silencio dese elevar desseser sem ter par
em vésperasa sim bem elevadas em vésperas sempre a svsternessa a vesper  qve on se coonfvndde com aovtra vemelha qve p'rece non sovbesse a via d  avida ofertar nem ofereceré qvando aflor mais rsosacea  qvandoaflor de viver  asim bemen«mais nonoarte a sim aislém do vitral asim o ser em vida o ser  real aparece e dese alvo agnvs fogo brio e lvme nesse algo qve se assvme  resvme em cada - lenta
vaga a vogar desse amor pelo  mar qve nos  vne



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e s   s e
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ever lastig flame







Nesse hino non svjeito
nesse ser non constrito
nem avogar e vogar maislaém do d'reitosedesencontam e se reencontram os cévs nos sevs hinos nonditos nem nos ditamenes apenas lembrados e nos abraços dados
qve non contem  nesse qve se doam assim e bem sempre qval da fonte qval do amanhecerqval do crer nessa  chama e chmar de  hvmanidade qve 
desse a sva comvm
idade
a vinda sm ter-se partido e a cor da coragem por sobre  a pontea estrela qve  revnisse e o sev  cév se deixasse e non nos assistisse e por dentro qvalastro qvem bem flamejar e nem se deseja e paira entro   o brio do  rio e a lor do estio entrio sol a clarejar eentrio fogo   do lvmen  amigo maizade e o ser qve entrio mai slato se pranta qval farosem se  saber farejar e qval a rosa mais simples qve nos entretece  qval bem faria asim qval oa mor dessas marés ao amanhecer asim entretecia e qvandoe qvantos  non mais se enamoram na hora marcada e nesse lvgar semmarca se desencontram dessas vestes e vestimentase dessas frases feitas perfeitas bem lavradase dessas mascaradas  prantaseprantos a bem tanger e desse cantares espratos recantos qve apenas  plvmas e penas sabem asim sopesar svster ede ovo  re-ergver desde o proprpio SER ao ser  asim mais aspirando ao se inspirarem as vias dos dias e ao se  reencontrarem qval em doce canto
qval o canteiro qval o jardim
qve sendo
qvalvltimose parecesse ao
sev ser primeiro
e nessa pedra lavrada por mãos bem ergvidas enessa lavra q ve nasavgoas segviase nessas  lvzes lusidias moradase nesses passos desdeas avgoa smais frias e sevs cévs qventes eloqventesqvando asim se bem perfazer qvais s erem em vida entrevestes e  vestidos sem terem emvestido
qval  parecer
o ser 
homem
HVMANIDADE
qval
o ser
Mvlher OH SAVDE OH SAVDADE oh VIDA DESSE AO SEV  O NOME qve  já se detinha desse ser a saber embevecer e crer qve nos nomes qvenos deramainda jazente de  nascente apoente aponte ainda s eentretece qve desde a dara forma ao sev lar elvgare desdea flor de vital espraça a existir além ciencia a consciencia sme teres  fim1 nem final idade
e sem teres em ti eem mim nem sev princ+ipio nem a sva final - savde saída ora savdade
do fadoa saber entretecer e dofio mais fino qve f rio algvm  consegvnem ver nem bem ser








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