PLANTAR
sementes de sperança
NO PRESENTE qual uma crinaça que foi e que será
e ver como
a bonança
asi em rosto de velha infancia
de criança qual «nascida
asim velha quando olhada
assim nova adespedida apartida e a chegada
uma mesm avia e vida de amorúma que relembra achama e outra da vida o esplendor e uma que tudo resgur'arda e sabem bem dizer uma força que sustenta outra que d vida a alimenta e uma que assim sutenta e aguente e dd evida riso e dor
assim bem diz sem naa dizer e assim tarz«duz sem saber sequer escrever
olhada em reflexo vivente
assim qual luz d evida
criança de vid acandeteém teu olhar
vidro
iris
e arco
em meu
lagrima e ar por fora sendo
e no centro um circulo silente
de luz sendo´trasnparente
que preenchendo de vida e sustento
assim s efaz bempresente
o mundo qu eimaginas e lhasque levas por dentro bem plnatado
e o mundo que um dia possasolhar denovo espelhado
em lugar onde asim semeias
assim de novo entre veredas everaddes meias
plenitude qual fores
qual foste de novo serás
e as veredas mais escuras iluminadas quais linhas d erostos
arcadas
e os sorriso assim esbugalhados
poderás bem ver
ao bem ser
e oslugares de pedras veladas
assim sendo
expressas
nesses lugares
de portas fechadas
as luzes das vivas humanas
naturezas
a profana
dita
chama segura
a transcendteá que segura e assegura aviva
clama
e a
outra
"silente" obscura´que estando plena assim a oura as outras duas reclama
círculos de vida por bem de ser maior e círculos escritos em ser de vida e viver de (ar)"dor"
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