POR ENTRE AS MARÉS
algo que nos diga
que tal como flor por entre espinhos assim sustendo dignidade antiga de ser amigos da própria vida
assim seremos - nós - por entre o frio do estio e da gente que mais sem brios e deixe assim convencer - que uma civilização de cristal- de ir assim - a bem mal - por sempre- ainda que ardendo - por dentro - de mais não saber sentir nem ver - entre espelhismos e paredes espelhadas e o que ainda nos deixa com sabor a nada - JOGOS DE GUERRAS E ROMANCES - que mais não se vivam - quais algumas horas anos antes -e que gerações INTEIRAS MAIS NÃO D«SAIBA BEM SABER NEM DISTINGUIR - um mundo novo assim a se deixar ir e esmorecer - por via d e um por vir entre salões "envidrados" entre ecos de choros apagados entre lugares gélidos de brio - esquecido- quando aros viva renasce - ainda por entre o Estio - e em Outubro - se necessário - é e também dá assim - perfume de bem ser de bem estar de bem viver - erguida como esta VIDA É - como a tua e a minha - mesmo que o que nos mal diga pareça assim suster . tantas e tantas palavras lançadas trocadas letras lavradas e ecos de vidas e jornadas - que mais não - vida - nem vida respirada -a penas retida em ecos de cantigas de outras melodias - mais não em nós VIVAS...
assim esta musica clama - e proclama -a queda da água e uma rosa que se ergue por entre os espinhos por entre a lama por entre o que mais não ame - nem ama - o sol - o calor de vida- o calor de viver a noite mais esquecida iluminada o mar de vida plena assim - um ah«jornada - de vida inteira ainda pode se bem viver - enquanto maquinas mais pensam e menos bem libertem - e a rosa diga que DIGNIDADES E SUSTENTE MESMO ENTRE O QUE PARECE QUE NOS VAI ENREGELAR ATIRAR E PROCLAMAR QUE NEM VIDA NEM LUGAR E QUE SOMOS EXPERIÊNCIA DE UMA ESTRANHA CIÊNCIA QUE SE POSSA RECICLAR
- assim relidas as vidas entre ecos de tantas linhas de tantas sintonias entrelaçadas que são estradas mortas veredas que levam apenas - a serem COPIADAS...
ASSIM - AS CRIANÇAS POSSAM - ESTAR ENTRE A SUA NATURA E A HUMANA - DIGNIDADE - E OS APARELHOS E "TREBELHOS" E AS UTILITÁRIAS VIAS - SIGAM A SERVIR A VIDA- E MAIS NÃO ASSIM FALÁCIA - parecer que nos bem servem quando assim estamos a ser bem servidos - pro entre uma rede que se entrelaça e muitos - muitos ruídos - NÃO OUVIDOS - ou seja- que entre o dia e a noite milhares de TONALIDADE INVISÍVEIS NOS TRESPASSAM- de moveis vias assim nunca tendo sido PESADAS - agora as vidas estão a ser preenchidas dessas tais estranhas "GRAÇAS" e as AGUAS QUE BE SABEM E AS SUAS QUE BEM GRAVAM- estão a ficar SATURADAS de TANTAS UNIFORMAÇÕES SEM SENTIDO OU SIGNIFICADO QUE A "INFORMAÇAÕ" DOS MEDIA DIA ADIA NOS TEM PASSADO - PESADOS e pesadas as barcas DIA E NOITE ESTANDO E SENDO QUAL CRIANÇA EM VENTRE DE 42 E DUAS SEMANA - A MAIS NÃO AGUENTANDO NEM PODENDO - agora falta bem saber - como despejar - como cuidar como equilibrar e como desenvolver equidade entre TANTA CARGA DE - ELECTROMAGNÉTICA IDADE VIRTUAL que nos está a transformar - COMO OUTRORA - EM SER DE EVOLUÇÃO PARA-NORMAL...
PODEMOS CRESCER
QUAL
ROSA ENTRE ESPINHOS
DIGNA E VALIDA E MERITÓRIA COM UM MÍNIMO DE INSTRUMENTALIZAÇÃO E UMA
QUALIFICAÇÃO PRÓPRIA
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