A DE E

mensagens dos corações mais amenos
- textos grandes em espaços pequenos...

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Reunir um lugar ao outro aprender sem assim @ prend@r até um algo que bem se possa trazer a ver ao d'@ cim @o lu @r



@ 
V@L
  E
A

ESS'@

TROV'@ 
DO
MINH'@
DEES
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O
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N@m@r
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A
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bem

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SER 

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ENTRAR

ASSIM 
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A

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B
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Chu
v

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Hum@
n
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G

@
R


@






Um @ esper
assim avança
uma força uma formd e volt@r@
ser
criança

quando bemse pensa mal se - enquadra
e quando assim se sent@ a mar
se espand'@

quando eitara sim´de barriga entre a mais fin'@
erva
assim qual esquina feita um'@
oval
asim qual ovo sendo vivo e qual
assim sendo uma força emviver e uma força a se conhecer e quando asim a base aasim bem traz desde outro
ventre assim esperando lá em cima ao luz trazendoassim uma paciente froça
assim uma forma se bem conforta e um tema que asim se transporta e quando assim mais bem se diga as crianças
do ser de viver a forma de ser'@ntiga
asim menos bems e lembram
qunatas e quantas horas
assim traziam
ao de cima vidas e memórias HARMONIAS
assim quais as histórias que bem nos bem contaram e mais e melhor nos comentaram entre os passaros as migalhasós paes
e os seres de rocha firme em ter de ser
asim qual pedra´firme o caminho fin'@ ver
ed'@ que s epercorria - pro entre a noite a ser dia de quema ssim ´se esvaia
quando asim bems  etrasnformavaém rei ora princepe or'@ princesa demil e uma histórias d epedras asim bem espahadas
e quando asim se encontravam - os roteiros em bases certas se deitavam e quandoa sim - vistas as luzes viventes
por entre os dias e a s gentes asim beme stab«vam também contavame também cantavam
essas sinas esses lugares escuros como vidas asim criança silumnavam com as mais finas
espranças ervas verdejantes as d'antes
e quantas asim se encontravam por entre as eiras e as veigas que também se viam divisadas ao longe pacientes as crianças procuravam
assim o ser de viver encontrando ra vermelho quand'@ rainha quando'@ rei
assim '@reias vendo por entre o verde se retirando e quando assim bem vistas as capas brancas assim também existam e bem resistam as que sem @ ser nem @i'nd'@st@r
em bem estar - já são de mais laegre sorte

assima corte de brio asim ais laém do frio se veja quando o verão asim entre por entre o peito adentroe ilumne o ser que também desej'@ - uma froça de com bem estar sem comb«vencer asim também a se transformar
em força de paciente
s
@
r
@'
di
va
gar



estar por entre umna corte -a berta ao mundo e por entre gentes NOBRES a prender O SER DE VIVER asim luz secreta asim ao vertrazer ucantico que PELA NOITE DENTROA SIM SEH'GEU SEMPRE
brio profundo que se sabe que asim expande o nosso
nov'o@ntigomundo




quais essas noites que se ouviam iguais aos dias que se prometiam
assim stavamos sentadosora a bem
deitados em segur
mais além monte a seguir o ser
da fronte asim see svaindoe quando a marcha
a trás regress'a
assim bems e encontre uma
unica peça que traga
de novo
o pensar que s epode o que bems e sabe e qoe ja mais
assim se
esqueça jamais
assim se des
v@
ne
ç@
e quandoa ssim sendo
assim e
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u
c@r


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quando assim
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 também
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CIÊNCIA!...
de
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SIM'@
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M

LOCAL

PARA
@ O Q
TEIM@
POR
@O
B
E



QUAND'@
ASSIM BEM SOUBER@M 
QUE 
CAIX@S
QUE
ENCAIX@S
BEM SE FAZIAM

TAMBÉM DE UM LADO AO OUTRO ASIM BEM SE UNIAM
EM 
DANÇA 
-
L@
CIM@´oter

c'a
ness'@tal
encaixes
assim'@
o
d
s
v
er

e
m
quanto


 SE
FAZIAM
fosse de dia ora de noite assim em plen'@o
dia
para reunir gentes e pontes emontes de gente em rod'@
f
i
n

@ 
rodar
de 
sair
d'@ 
s@ia
rodada
encaixes d@s caixeir'@s

que 
via
ja
vam


QUANDO 
ASSIM'@
l'@
bem
 SE 
DIS

TRIBUI
R@M


para um lugar ao lar mais feliz assim esp+rnaças de braços alçados de maiores as bem crianças fados rodados arrend'ar ias e de joelhos tapados assim ver rodas tornar
zelos
assim 
aind'@
@ 
prendiz@s
a 
bem
est'@r
ao bem se @press@r
em

du@s
rot@iros e 
sal
var
assim
quais outeiros
e entre altos eidos e lugares de val
@r
assim send'@s quais as mais antigas
Fi
gu
eira's

por maio de setembro ainda frutas bems e colherem ainda hgentes  abem rodarem e entre noz assim mais bem
a 
se
bem
atoparem quando carvalh@'ra 
cast@
n
h
@

eir@

assim sem espinhas 
um prato antigo
 para quem bem sabia
fazer
ervinhas de aromas
finas ervas para quem bem entender







AS GENTES 
AS VESTEs
@
vest
i
ment@s

ASSIM 
@
O
BEM

SE
IN

VESTIRAM 

@
B
@
R
em
QUANDO

@SSIM
TAM
BEM


sentiram

o ritmo de sol ao luar
ao
lugar bem chegando
assim'@
o 
S'@l@'r

 CHEGARAM

de solas finas
assim bem feitas
as 
rimas
as melodias 
as gentes 

@s
ves
t
@
s

b@m

d'r@it'@s

SEM
 BEM
@

C@N
H@
C@R@M

ALGUNS 
DIZIAM
OTR'@S

@ssim
@ 
bem 
"fa"
z
@
r
@m

letra smusicas sem letristas tantas vagas e vogar em barcas sem balsa sem ter de saber  a letra a penas abrir as vozes
con
"d
rei
t'@s"


até se
@
bem vogar

advogar 
@m
notando 

quando e quand'
'inda 
h@vi'@ a descobrir
 por 
entre 
tant'@s


gen
tes'
@
bem
se
 unir'
@
m

modas e modais dedais mal prendados e um as roupagens
gentes tais que bem souberam contar 
@
guardar
@

"fa"


d
@

H@m
@n
@

num@
qual Insua
qual aspecto
de face
a ver sol poisar entre sol e sol uma face abert'@
o
@c
@n
@
qual
@

i
l
l
h
@

sendo firme resiste o temporal
assim um doce pano um ser de viverum agradecer tal
que assim mar vigentemar assim entre maresia
quando ao vento rel
@xe
a
gente

assim 
qual 
es
s'@o
bem 
estar 

se 
pro
po
r
i
@








AM

 SIM 
nestas
MESMA
SAO
"deBOTAS"
são partidassão chegadassão caixas meio rasgar
são letras meio decor

assim falas
a bem se entende
se 
@
bem falar
d@
v
@
g
@
r

@'ssim
quais
 FOR
Ç
@S




quais 
hábeis
ser
tendo
quando ess'@s tais
@
QUAIS
ser
@
i
S


@
também outros costumes outras
caixas outras rias algumas bem s@bem algumas bem s@bem 
algumas bem podem 
um 
sorrir'
@
POESI'A
 d@
O
 BOM 
DI
@
!









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